Economia mundial vai crescer ao ritmo “mais fraco” em 20 anos, diz FMI
As previsões das principais instituições internacionais para a evolução da economia em 2023 não são animadoras. Isto porque admitem que o crescimento da economia mundial irá abrandar no próximo ano, em particular na Zona Euro, onde algumas das principais economias podem registar uma recessão económica. Uma destas instituições é o Fundo Monetário Internacional (FMI) que diz que o crescimento económico global será de 2,7% em 2023, o “mais fraco” dos últimos 20 anos. Já a economia da Zona Euro deverá crescer ainda menos, 0,5%. Resta saber se Portugal irá esquivar-se ou não à recessão económica.
BCE fará mais subidas dos juros para controlar inflação, diz Guindos
O Banco Central Europeu (BCE) vai fazer mais subidas das taxas de juro para levar inflação à meta de 2% e a amplitude dessas subidas dependerá dos dados económicos, segundo o vice-presidente da entidade monetária, Luis de Guindos.
Casas para comprar em Portugal ficaram 6,4% mais caras em 2022
O ano de 2022 foi marcado pelo ciclo inflacionista que afetou o preço da energia e dos alimentos. Mas não só. A alta inflação que se fez sentir em Portugal também deu gás à evolução dos preços das casas, que já têm vindo a subir há vários anos, agravando, assim, o acesso à habitação para muitas famílias. Contas feitas, as casas para comprar ficaram 6,4% mais caras em dezembro de 2022 face ao mesmo mês de 2021. No final de dezembro deste ano, comprar casa tinha um custo mediano de 2.475 euros por metro quadrado (euros/m2), segundo o índice de preços do idealista.
Qual será a Palavra do Ano 2022? Estas são as hipóteses…
Abusos, ciberataque, energia, guerra, inflação, juros, nuclear, rainha, seca e urgências. Uma destas será a Palavra do Ano 2022, sendo que os interessados podem votar na sua preferida até dia 31 de dezembro de 2022. A vencedora será conhecida nos primeiros dias de 2023.
Da luz e gás ao pão: que preços vão aumentar em 2023?
O ano que se aproxima vai ficar marcado pelo aumento generalizado de preços que os consumidores irão pagar pelos serviços que usam no dia a dia, com a inflação em novembro a atingir os 9,9%. A eletricidade vai aumentar para quem está no mercado regulado, mas também para alguns clientes que passaram para o liberalizado, pressionada pelos preços do gás natural, usado para produzir eletricidade. As portagens também registam acréscimos, assim como as rendas, ainda que limitadas pelo Governo, tendo em conta o impacto da inflação nestes preços.
Recessão económica global é esperada em 2023, diz consultora
Todos os fatores macroeconomicos parecem estar reunidos para que a tempestade económica se forme a nível mundial. A inflação está nos níveis mais elevados das últimas décadas em vários países. E os bancos centrais de todo o mundo estão empenhados em subir os juros diretores para fazer baixar a escalada de preços, reduzindo o consumo das famílias e o investimento das empresas. Com este cenário como pano de fundo, a Centre for Economics and Business Research (CEBR) afirma que é esperada uma recessão económica global já em 2023.
Atualização de renda: senhorio quer subir 3% em 2023, pode?
O mercado de arrendamento está na ordem do dia, tendo o Governo criado um travão ao aumento das rendas em 2023, que será de 2%. Um tema que gerou nos últimos tempos muita polémica. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre o processo de atualização de rendas, que estão, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), a subir – cresceram 7,6% no terceiro trimestre face ao mesmo período do ano passado.
Rendimento disponível real das famílias cai nos 2º e 3º trimestres
O rendimento disponível real das famílias diminuiu no segundo e no terceiro trimestres deste ano, refletindo o aumento da inflação sem uma contrapartida equivalente no rendimento nominal das famílias, indicou esta sexta-feira (23 de dezembro de 2022) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Comprar casa ficou 13,1% mais caro no verão – e venda de casas caiu
O contexto de inflação que hoje se vive em Portugal depressa contagiou toda a economia e chegou ao setor da construção e ao mercado residencial, dando gás à subida dos preços das casas para compra. Os dados do INE, esta sexta-feira divulgados, revelam que as casas para comprar ficaram 13,1% mais caras no terceiro trimestre do ano face ao período homólogo. Mas no verão 2022 venderam-se menos casas do que no mesmo período do ano passado (-2,8%), embora este negócio tenha somado 8,1 mil milhões de euros (+9,6%). Isto quer dizer que, agora, vende-se menos casas, mas bem mais caras do que em 2021.
Apoio de 240 euros é pago hoje pelo Governo às famílias carenciadas
As famílias beneficiárias de prestações mínimas ou que estão abrangidas pela tarifa social da eletricidade recebem esta sexta-feira, dia 23 de dezembro, o apoio extraordinário de 240 euros caso tenham o IBAN registado na Segurança Social.
Este apoio foi aprovado na semana passada pelo Conselho de M
Natal e Ano Novo à porta: cozinhar em casa é 11% mais caro que em 2021
O Natal e o Ano Novo estão aí à porta. Convívios em família que significam, em muitos lares, cozinhar (muito). Mas os tempos são de inflação alta e consequentemente de aumento dos preços dos alimentos e da energia. Um estudo da comparadora de seviços Selectra conclui, nesse sentido, que cozinhar em casa nestas festividades será 11% mais caro que em 2021.
Salários: em metade dos municípios ganha-se menos de 1.000€ por mês
Em metade dos municípios de Portugal os trabalhadores ganham em média menos de 1.000 euros por mês, sendo que Alcochete, no distrito de Setúbal, é o município onde há mais residentes que têm um ganho médio mensal superior ao da média nacional, que é de 1.247 euros. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (19 de fevereiro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Subida de juros pelo BCE irá agravar "desnecessariamente" a recessão
O ex-vice presidente do Banco Central Europeu (BCE) Vítor Constâncio disse na passada quinta-feira, dia 15 de dezembro, que as decisões do banco central e as previsões de inflação apontam para uma política excessivamente restritiva, que diz que irá agravar desnecessariamente a recessão.
Banco do Japão mantém taxas de juro de referência inalteradas
O Banco do Japão (BoJ) decidiu esta terça-feira, dia 20 de dezembro, manter inalteradas as taxas de juros de referência, mas alargou ligeiramente o intervalo de negociação dos rendimentos dos títulos a dez anos, reduzindo a sua estratégia de flexibilidade.
Taxa de inflação na Zona Euro recua pela 1ª vez em novembro para 10,1%
A taxa de inflação homóloga da zona euro recuou, em novembro, pela primeira vez desde junho de 2021, para 10,1%, segundo dados divulgados esta sexta-feira (16 de dezembro de 2022) pelo Eurostat, revendo em ligeira alta de 0,1 pontos percentuais (p.p.) o valor apontado na estimativa rápida. Em Portugal, registou-se uma taxa de inflação de 10,2%, inferior à de outubro, que foi de 10,6%, e muito superior à do período homólogo – foi de 2,6% em novembro de 2021.
Portugal esquiva-se da recessão económica em 2023, diz BdP
As previsões do Banco de Portugal (BdP) para 2023 e para os anos seguintes dão um novo ânimo à economia. Isto porque o regulador português estima que a inflação – que chegou aos 9,9% em novembro – deverá começar a cair gradualmente, fixando-se em 5,8% no próximo ano. E, apesar de estar em cima da mesa uma recessão técnica na área euro pelo Banco Central Europeu (BCE) no próximo ano, a economia portuguesa deverá esquivar-se a este cenário, estando previsto um crescimento de 1,5% em 2023.
Poder de compra em Portugal cai para 75,1% da média europeia
O poder de compra em Portugal caiu 1,1 pontos percentuais (p.p.) em 2021 face a 2020, situando-se em 75,1% da média europeia, ocupando a 16.ª posição entre os 19 países da Zona Euro, divulgou esta quinta-feira (15 de dezembro de 2022) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
BCE vai voltar a subir juros em 2023: como vai impactar a economia?
O Banco Central Europeu (BCE) voltou a subir as taxas de juros diretoras esta quinta-feira, dia 15 de dezembro, pela quarta vez em 2022. A autoridade monetária e financeira da Europa cumpriu as previsões do mercado e elevou o preço do dinheiro na Zona do Euro em 50 pontos base, atingindo os 2,5%. Apesar de as taxas estarem no nível mais alto desde dezembro de 2008, o mercado não tem dúvidas de que os juros diretores vão continuar a subir em 2023. Mas quais vão ser as consequências para a economia? E para os créditos habitação? O idealista/news falou com vários economistas e explica tudo.
BCE subirá juros “significativamente” - inflação é “demasiado elevada“
O regulador europeu liderado por Christine Lagarde voltou a subir os juros diretores em 50 pontos base esta quinta-feira, elevando a taxa de refinanciamento para os 2,5%, o nível mais elevado desde finais de 2008.
BCE sobe juros em 50 pontos: qual o impacto no crédito habitação?
O contexto económico mudou em 2022, com a inflação a disparar na Zona Euro. E, para travar esta subida, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu mudar o rumo da sua política monetária, iniciando a subida das taxas de juro diretoras em julho. De lá para cá, o regulador europeu já subiu os juros diretores em 250 pontos base, tendo o último aumento sido anunciado esta quinta-feira, de 50 pontos. Estas decisões estão a ter impacto nas carteiras das famílias, já que a subida dos juros diretores influencia a evolução da Euribor, agravando o custo dos créditos habitação de taxa variável.
Fed abranda ritmo de subidas e aumenta juros em 50 pontos base
A Reserva Federal norte-americana (Fed) abrandou o ritmo da subida da taxa de juro e anunciou esta quarta-feira um aumento de 50 pontos base, para um intervalo entre 4,25% e 4,50%.
"O Comité [FOMC] procura alcançar o pleno emprego e uma inflação próxima de 2% no longo prazo.
Inflação em Portugal cai para 9,9% em novembro, confirma INE
É oficial: depois da inflação ter galopado em Portugal nos últimos meses, em novembro começou a dar sinais de descida. O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou esta quarta-feira que a inflação em Portugal fixou-se em 9,9% em novembro, uma taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Ainda assim, está muito acima do 2%, o nível de inflação em que é assegurada a estabilidade dos preços.
Travão na produção na construção: abrandou 1,5% em outubro
Em outubro, o Índice de Produção na Construção (IPC) abrandou 1,5% em termos homólogos, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à registada em setembro (1,8%). Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (13 de dezembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Imobiliário em queda livre na Suécia ameaça agravar crise económica
A subida da taxa de inflação e o aumento dos custos relacionados com a compra de casa levaram os preços da habitação a uma trajetória de queda acentuada em todo o mundo, mas um dos países onde essa tendência está a manifestar-se de forma mais rápida é a Suécia. Depois de um boom imobiliário de décadas alimentado por crédito habitação barato, escassez de oferta e empréstimos apenas com juros, a maior economia da região nórdica está agora a atravessar uma forte contração do mercado imobiliário, que ameaça aprofundar uma crise económica iminente, a maior entre os Estados-membros da União Europeia (UE).
Custo de um cabaz alimentar de bens básicos aumentou 21% num ano
O custo mensal médio de um cabaz básico de consumo alimentar para um adulto com cerca de 40 anos aumentou 21% no espaço de um ano, entre outubro de 2021 e o mesmo mês de 2022, segundo estimativas do Banco de Portugal (BdP) divulgadas esta sexta-feira (9 de dezembro de 2022). O supervisor bancário adianta ainda que no mesmo espaço temporal o custo mensal mediano do mesmo cabaz disparou 24%.