Apoios ao crédito habitação

Prestação da casa desce 25% com novos apoios à habitação - como?

Esta quinta-feira, o Governo apresentou novas medidas de apoio à subida dos juros nos créditos habitação. Uma delas permite dar um desconto na Euribor de 30% no prazo de dois anos. E a outra reforçou e alargou a bonificação de juros a mais famílias. O efeito conjugado de destas duas medidas de apoio ao crédito habitação permite reduzir em 25% o encargo mensal com prestação da casa de um empréstimo de 100 mil euros e maturidade de 30 anos, segundo cálculos do Governo.
prestação da casa

Prestação da casa com desconto de 30% por 2 anos – como vai funcionar?

Para tentar colmatar o impacto da subida das taxas de juro no orçamento das famílias, o Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, 21 de setembro de 2023, novas medidas para baixar e estabilizar as prestações da casa. A redução consegue-se com a aplicação de um indexante correspondente a 70% da Euribor durante dois anos, assegurando sempre que o valor em dívida do crédito habitação não aumenta. Ao que tudo indica, os bancos estarão preparados para receber candidaturas a partir de 2 de novembro. Explicamos o que está em causa e como vai funcionar este apoio.
Prestação da casa a subir

Prestação da casa sobe mais de 40% num ano para 379 euros

A subida da Euribor a todo o vapor nos últimos dois anos agravou as taxas de juro e as prestações da casa da maioria das famílias que contrataram crédito habitação em Portugal, uma vez que a taxa variável representa quase 90% do total dos contratos. Agora, o Instituto Nacional de Estatística (INE) relevou qual é a dimensão dessa subida: as taxas de juro implícitas aumentaram para 4,089% em agosto de 2023, o valor mais elevado desde março de 2009. E a prestação da casa média fixou-se em 379 euros, refletindo uma subida superior a 41% em apenas um ano.
Subida de juros pelo BCE

Juros do BCE em 4,5%: como fica a prestação da casa com a nova subida

O rumo da política monetária do Banco Central Europeu (BCE) ficou “em aberto”, aguardando novos dados macroeconómicos. Mas, depois de se confirmar que a inflação na Zona Euro vai continuar “demasiado elevada durante demasiado tempo”, a presidente Christine Lagarde decidiu avançar com uma nova subida as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira (dia 14 de setembro), elevando a principal taxa de refinanciamento para os 4,50%, o maior valor desde maio de 2001. Esta não é uma boa notícia para quem tem crédito habitação a taxa variável ou está a pensar contratar um, uma vez que a decisão do regulador europeu dará um novo estímulo à subida da Euribor e, por conseguinte, às prestações da casa. E, segundo os especialistas ouvidos pelo idealista/news, este não deverá ser o último aumento dos juros diretores. Também Lagarde admitiu que "é demasiado cedo para dizer se as taxas de juro do BCE atingiram o seu pico”, embora tenha deixado a porta aberta para haver uma pausa na próxima reunião.
Casas baratas para comprar em Portugal

Viver em Portugal com baixos salários? Descobre 10 municípios baratos

Escolher o sítio ideal para viver em Portugal tornou-se mais difícil no contexto atual, sobretudo para quem tem baixos salários. Os preços das casas estão em alta e a inflação continua a não dar tréguas, reduzindo o poder de compra e os rendimentos disponíveis. Além disso, os juros no crédito habitação estão a subir e assim deverão continuar, já que Banco Central Europeu (BCE) voltou a aumentar as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira. Mas há boas notícias para quem pondera fugir à pressão imobiliária sentida nos grandes centros urbanos e mudar-se para o interior do país, onde se vive mais devagar, há maior contacto com a natureza e muitos locais a descobrir. É precisamente aqui que se reúnem os 10 concelhos mais baratos para comprar casa. E também ali o crédito habitação é mais acessível aos bolsos das famílias. Vem daí descobrir onde é possível morar em Portugal com orçamentos mais apertados, sem perder qualidade de vida.
prestação da casa

Prestação média da casa aumentou mais de 40% num ano

A escalada dos juros continua (e parece ter vindo para ficar), o que significa que a prestação da casa a pagar ao banco não para de aumentar. Em julho, a prestação média do crédito habitação fixou-se em 370 euros, mais nove euros que em junho e mais 106 euros que em julho de 2022.
Euribor a subir

BCE sobe juros para 4,25%: como fica a Euribor e o crédito habitação?

Os avisos de Christine Lagarde oficializaram-se: as taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) voltaram a subir 25 pontos base esta quinta-feira, dia 27 de julho, atingindo os 4,25%, o maior valor registado desde o verão de 2008. Uma vez mais, este novo aperto da política monetária vai voltar a pressionar a subida das taxas Euribor, que já estão em 4%, elevando as prestações da casa das famílias. Todo este cenário indica que os custos associados ao crédito habitação não deverão baixar tão cedo.
Procura de crédito habitação a cair

Procura de crédito habitação volta a cair – e assim vai continuar

Com a subida abrupta dos juros, o baixo poder de compra e os preços das casas a aumentar (ainda que a menor ritmo), a procura de crédito habitação em Portugal tem vindo a cair. E esta tendência vai continuar no terceiro trimestre de 2023, apesar de os bancos estarem a tornar as condições dos empréstimos mais atrativas, mediante a descida do spread nos créditos de risco médio.
Taxa de esforço no crédito habitação

Taxa de esforço no crédito habitação vai ser revista: o que muda?

Num momento em que é cada vez mais difícil conseguir financiamento bancário para comprar casa devido à subida abrupta das taxas de juro, o Banco de Portugal (BdP) está a estudar a possibilidade de rever a fórmula de cálculo da taxa de esforço nos créditos habitação. A ideia é tornar os empréstimos habitação mais acessíveis às famílias. Mas o que vai mudar em concreto? E porque é que o regulador europeu decidiu agora rever esta medida? Explicamos tudo neste guia preparado pelo idealista/news.
Crédito habitação em Portugal

Empréstimo para comprar casa: montante total volta a descer em maio

A procura por crédito habitação está a cair em Portugal. E a subida abrupta das taxas de juro é o principal fator que está a retrair as famílias de comprar casa com recurso a financiamento bancário. É por isso mesmo que o montante total de créditos habitação em Portugal está a cair, tendo-se fixado em 99,5 mil milhões de euros em maio, menos 0,1% do que no mês anterior, tal como explica o Banco de Portugal (BdP).