Encargos com o crédito habitação a subir

Euribor a subir em Portugal: que impacto tem no crédito habitação?

É caso para dizer que o Banco Central Europeu (BCE) tirou o pé do acelerador, tendo feito recentemente uma pausa na subida das taxas de juro diretoras. Significa isto que a principal taxa de refinanciamento, que tem efeito direto nas taxas Euribor e consequentemente nos créditos habitação em Portugal, se manteve nos 4,5%. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre esta subida das Euribor, que está a ter impacto direto nas prestações que os portugueses pagam ao banco pelo empréstimo da casa – aqueles que têm contratos indexados a taxas variáveis. 
prestação da casa

Fixar a prestação: quem renegociou crédito após março está abrangido

Os clientes que tenham renegociado os créditos habitação já depois de março deste ano podem aderir ao regime que fixa a prestação do empréstimo durante dois anos, disse o Banco de Portugal (BdP) à Lusa. Desde a passada quinta-feira, 2 de novembro, e até fim de março de 2024 os clientes bancários com crédito para aquisição ou construção de habitação própria permanente podem pedir a adesão ao regime que fixa por dois anos a prestação paga mensalmente ao banco e por um valor inferior ao atual.
Pedir crédito habitação em Portugal

Taxa mista dá fôlego ao crédito da casa – pesa 55% nos novos contratos

A procura de crédito habitação arrefeceu ao longo de 2023, sobretudo, devido às elevadas taxas de juro conjugadas com a instabilidade do mercado. Mas, nos últimos meses, o montante concedido em novos empréstimos habitação tem vindo a recuperar, tendo subido 8% em setembro face a agosto, atingindo, assim, o maior valor dos últimos 15 anos. O que também é visível é que nesse mesmo período as famílias têm optado pelas ofertas a taxa mista, que representaram 55% dos novos empréstimos para habitação própria permanente em setembro.
Fixação da prestação da casa

Famílias em dificuldades vão sentir alívio ao fixar prestação, diz BCP

Há cada vez mais famílias com dificuldades em pagar as prestações da casa, devido à forte subida dos juros nos créditos habitação a taxa variável, que representam a maioria dos contratos em Portugal. E isso é bem visível na procura pelos apoios: só o banco BCP já fez 16 mil renegociações de contratos de crédito habitação até setembro e tem 2.400 contratos a beneficiar da bonificação dos juros. Quanto à fixação da prestação da casa, que vai entrar em vigor esta quinta-feira (dia 2 de novembro), Miguel Maya acredita que esta medida é "positiva", porque também alivia o esforço das famílias com dificuldades em pagar os empréstimos.
Fixar a prestação da casa

Fixar a prestação agrava custo total do crédito habitação, avisa BPI

Quem está a pagar prestações da casa mais elevadas devido à subida dos juros pode recorrer a uma série de apoios, como é o caso da fixação da prestação da casa, que entra em vigor na quinta-feira, dia 2 de novembro. Mas deve-o fazer com cautela, tal como frisou o presidente do BPI. Segundo alerta João Pedro Oliveira e Costa, só deve fixar a prestação da casa quem realmente sente dificuldades, porque apesar do alívio imediato, há um agravamento no valor total pago pelo crédito habitação. Já no que toca à renegociação dos empréstimos, o BPI dá nota que 3.400 famílias decidiram fazê-lo segundo as novas regras. E houve ainda 4.700 agregados a beneficiar da bonificação dos juros.
crédito da casa

Fixar a prestação da casa: guia do novo apoio ao crédito habitação

As medidas de apoio ao crédito habitação anunciadas pelo Governo, para mitigar o impacto da subida dos juros nos custos dos empréstimos, já foram publicadas em Diário da República. A partir de 2 de novembro e até fim de março de 2024, os clientes podem pedir ao banco a fixação da prestação da casa durante dois anos. Mas há regras e critérios que é preciso cumprir, e situações que podem ditar a exclusão de acesso ao apoio. Explicamos neste guia.  
Pagar crédito habitação na reforma

Crédito habitação: 85% das famílias chega à reforma a pagar a casa

Hoje, os jovens encaram sérias dificuldades no acesso a habitação própria. Encontram-se sufocados pela insegurança laboral - que os impede de poupar -, pelos elevados preços das casas à venda, bem como pelo agravamento dos custos no crédito habitação, a par do baixo poder de compra. Por todos estes motivos, muitos portugueses vão adiando a decisão de comprar casa. Mas os desafios não ficam por aqui: como se trata de um compromisso de longo prazo, são muitas as famílias que chegam à idade da reforma e continuam a pagar a prestação da casa.
Crédito habitação em Portugal

Crédito habitação: juros caem e taxa mista ganha força em agosto

As famílias continuam a recorrer ao financiamento bancário para comprar casa, apesar do clima macroeconómico instável e das elevadas taxas de juro. É isso mesmo que mostram os dados do Banco de Portugal (BdP) esta quarta-feira publicados: o montante dos novos empréstimos habitação subiu em agosto face a julho para 1.728 milhões de euros. E, agora, estas famílias estão a contratar empréstimos habitação de forma diferente, já que a maioria recorre à taxa mista ao invés da variável. Em resultado destas escolhas, a taxa de juro média no crédito da casa caiu pela primeira vez desde 2022 para 4,23% em agosto.
Prestação da casa a subir

Prestação da casa volta a ficar mais cara em outubro: quanto sobe?

A política monetária do Banco Central Europeu (BCE) está a ficar cada vez mais restritiva, estimulando a subida das taxas Euribor para todos os prazos. Este cenário não é favorável às famílias que pretendem comprar casa em outubro com recurso ao crédito habitação a taxa variável, uma vez que as prestações da casa estão mais caras, tal como mostram as simulações do idealista/créditohabitação. Também quem está a pagar empréstimo da casa ao banco vai sentir um novo agravamento da despesa em outubro.
Apoios ao crédito habitação

Prestação da casa desce 25% com novos apoios à habitação - como?

Esta quinta-feira, o Governo apresentou novas medidas de apoio à subida dos juros nos créditos habitação. Uma delas permite dar um desconto na Euribor de 30% no prazo de dois anos. E a outra reforçou e alargou a bonificação de juros a mais famílias. O efeito conjugado de destas duas medidas de apoio ao crédito habitação permite reduzir em 25% o encargo mensal com prestação da casa de um empréstimo de 100 mil euros e maturidade de 30 anos, segundo cálculos do Governo.
prestação da casa

Prestação da casa com desconto de 30% por 2 anos – como vai funcionar?

Para tentar colmatar o impacto da subida das taxas de juro no orçamento das famílias, o Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, 21 de setembro de 2023, novas medidas para baixar e estabilizar as prestações da casa. A redução consegue-se com a aplicação de um indexante correspondente a 70% da Euribor durante dois anos, assegurando sempre que o valor em dívida do crédito habitação não aumenta. Ao que tudo indica, os bancos estarão preparados para receber candidaturas a partir de 2 de novembro. Explicamos o que está em causa e como vai funcionar este apoio.
Prestação da casa a subir

Prestação da casa sobe mais de 40% num ano para 379 euros

A subida da Euribor a todo o vapor nos últimos dois anos agravou as taxas de juro e as prestações da casa da maioria das famílias que contrataram crédito habitação em Portugal, uma vez que a taxa variável representa quase 90% do total dos contratos. Agora, o Instituto Nacional de Estatística (INE) relevou qual é a dimensão dessa subida: as taxas de juro implícitas aumentaram para 4,089% em agosto de 2023, o valor mais elevado desde março de 2009. E a prestação da casa média fixou-se em 379 euros, refletindo uma subida superior a 41% em apenas um ano.
Subida de juros pelo BCE

Juros do BCE em 4,5%: como fica a prestação da casa com a nova subida

O rumo da política monetária do Banco Central Europeu (BCE) ficou “em aberto”, aguardando novos dados macroeconómicos. Mas, depois de se confirmar que a inflação na Zona Euro vai continuar “demasiado elevada durante demasiado tempo”, a presidente Christine Lagarde decidiu avançar com uma nova subida as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira (dia 14 de setembro), elevando a principal taxa de refinanciamento para os 4,50%, o maior valor desde maio de 2001. Esta não é uma boa notícia para quem tem crédito habitação a taxa variável ou está a pensar contratar um, uma vez que a decisão do regulador europeu dará um novo estímulo à subida da Euribor e, por conseguinte, às prestações da casa. E, segundo os especialistas ouvidos pelo idealista/news, este não deverá ser o último aumento dos juros diretores. Também Lagarde admitiu que "é demasiado cedo para dizer se as taxas de juro do BCE atingiram o seu pico”, embora tenha deixado a porta aberta para haver uma pausa na próxima reunião.