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Juros da casa em máximos de agosto de 2016

Gtres
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Autor: Redação

Depois de ter recuado em novembro, a taxa de juro implícita no crédito à habitação voltou a acelerar no último mês de 2018, tendo-se fixado nos 1,053%. Trata-se do valor mais elevado desde agosto de 2016 (1,059%).  

“A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação aumentou 0,4 pontos base (p.b.) em dezembro em relação a novembro, fixando-se nos 1,053%”, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE), salientando que no conjunto do ano, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 1,035%, um valor 1,5 p.b. superior ao verificado em 2017.

No que diz respeito aos contratos celebrados nos últimos três meses, “a taxa de juro desceu para 1,424%, menos 2,8 p.b. que o observado no mês anterior”, conclui o INE.

Já a prestação média vencida aumentou um euro em novembro, para 244 euros, tendo o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação subido 24 euros, fixando-se em 52.376 euros.

Em termos anuais, em 2018 face a 2017, “o capital médio em dívida aumentou 425 euros, para 51.997 euros, e a prestação média anual vencida subiu três euros, para 241 euros”, lê-se na nota divulgada pelo INE.