Radiografia do dia: Taxa de desemprego nos países europeus em janeiro

Radiografia do dia: Taxa de desemprego nos países europeus em janeiro

A taxa de desemprego estimada para a Zona Euro em janeiro é de 11,2%, a mais baixa desde abril de 2012 – em dezembro de 2014 foi de 11,3% e no primeiro mês de 2014 foi de 11,8%. Segundo dados divulgados pelo Eurostat, em Portugal, a taxa de desemprego recuou 0,3%, para os 13,3%. Nos 28 Estados-membros da UE, a taxa de desemprego fixou-se nos 9,8% em janeiro, menos que no mês anterior (9,9%) e no período homólogo (10,6%).
Habitação social: disparam pedidos no Porto

Habitação social: disparam pedidos no Porto

A crise económica e financeira continua a ter efeitos na vida dos portugueses. A norte, na zona do Grande Porto, é sobretudo o desemprego e consequente perda de rendimento que está a afetar a classe média. E muitas famílias veem-se obrigadas a pedir apoio. À Câmara do Porto chegaram pedidos de cerca de 1500 agregados familiares para habitação social. Cerca de metade já foi aceite.
Radiografia do dia: Gastos militares de alguns dos estados-membros da NATO em 2014

Radiografia do dia: Gastos militares de alguns dos estados-membros da NATO em 2014

Este gráfico mostra quais foram os gastos militares que tiveram alguns dos estados-membros da NATO no ano passado. Na liderança do ranking está, de forma destacada, os EUA, com gastos na ordem dos 582 mil milhões de dólares, quase três vezes mais que todos os outros países que integram a organização. A completar o top cinco encontram-se, por esta ordem, Reino Unido, Alemanha, França e Itália.

Número de portugueses que recebe salário mínimo triplica

Há hoje quase mais três vezes de portugueses que recebem o salário mínimo nacional do que há nove anos. De 5% da população ativa que recebia a remuneração mínima garantida por lei em 2005, o país passou para os 12,9% em 2014 segundo a Comissão Europeia. Ou seja, há cerca de meio milhão de trabalhadores em Portugal que recebem 505 euros.
Prestação da casa em mínimos históricos

Prestação da casa em mínimos históricos

Pediste dinheiro emprestado ao banco para comprar casa e o teu contrato é revisto em março? Então tens motivos para sorrir, já que a prestação da casa vai descer. E para mínimos históricos. A diminuição da mensalidade será transversal a todos os agregados, independentemente do indexante utilizado: baixa entre 0,4%, para o créditos à habitação indexados à taxa Euribor a três meses, e 4%, para os financiamentos indexados à Euribor a 12 meses.
Crédito à habitação: taxa de juro em queda há seis meses

Crédito à habitação: taxa de juro em queda há seis meses

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação voltou a descer em janeiro para 1,340% (foi de 1,384% em dezembro 2014), o que aconteceu pelo sexto mês consecutivo – é o valor mínimo da serie iniciada em janeiro de 2009. Também a prestação média vencida para a globalidade dos contratos diminuiu: neste caso um euro para 242 euros, face ao último mês do ano passado.
Radiografia do dia: Quanto custa um aparelho da Apple nos EUA

Radiografia do dia: Quanto custa um aparelho da Apple nos EUA

Este gráfico mostra qual é a estretégia de negócio da Apple nos EUA. Como podes ver, o equipamento mais caro que a marca fundada por Steve Jobs tem à venda no mercado norte-americano é Mac Pro, que custa entre 2.999 e 3.999 dólares. Um iPhone 6 Plus, por exemplo, está à venda nos EUA por menos de 1.000 dólares.
Crédito à habitação: já há spreads abaixo dos 2%

Crédito à habitação: já há spreads abaixo dos 2%

Estás a pensar pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa? Então, esta pode ser uma boa altura para o fazeres, já que a banca está a começar a baixar os spreads. Primeiro foi o BCP, que no início do mês reviu em baixa as taxas cobradas no crédito à habitação, e agora a CGD. O banco estatal reduziu em 75 pontos base o spread mínimo, colocando a margem abaixo dos 2%.
Portugueses nunca emprestaram tanto dinheiro ao Estado

Portugueses nunca emprestaram tanto dinheiro ao Estado

O corte das taxas de juro nas renumerações, já em vigor este mês, levou a um recorde histórico nas subscrições de certificados de aforro e do tesouro em janeiro. No total, os portugueses aplicaram 1941 milhões de euros em instrumentos de dívida no mês passado. Em valores absolutos, os portugueses nunca tiveram tantas poupanças aplicadas em títulos de dívida pública.