Apoios sociais para aumento de rendas antigas conhecidos até final do ano

Apoios sociais para aumento de rendas antigas conhecidos até final do ano
idealista

Os apoios sociais às famílias que tinham contratos de arrendamento antigos e viram as rendas disparar – com a introdução da nova lei das rendas, que entrou em vigor em novembro de 2012 – serão conhecidos até final do ano. A garantia foi dada pelo ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, no Parlamento. 

Segundo o governante, a solução do Executivo para os inquilinos com maiores dificuldades económicas, que durante cinco anos têm aumentos controlados de rendas, tem fim à vista. Jorge Moreira da Silva disse que, apesar do período transitório terminar apenas em 2017, quer avançar já com um diploma para “reafirmar o compromisso” de que continuará a haver um “modelo social de rendas”, escreve o Jornal de Negócios.

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O ministro adiantou ainda que até à data foram pedidas 50 mil declarações de Rendimento Anual Bruto Corrigido (RABC), que permitem aos inquilinos atestarem a sua situação de carência financeira. 

Os arrendatários estão preocupados com o que acontecerá no final do período transitório, quando os aumentos deixarem de ter um teto máximo. A nova lei das rendas estipula que o inquilino “pode ter direito a uma resposta social, nomeadamente através de subsídio de renda, de habitação social ou de mercado social de arrendamento nos termos e condições a definir em diploma próprio”. Mas o Governo ainda não definiu o mecanismo final, por não ter “informação necessária”, nomeadamente sobre o número de famílias potencialmente abrangidas.

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