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um terço do salário vai para a prestação da casa

o trabalho precário e as baixas remunerações parecem ter vindo para ficar no país. segundo o instituto nacional de estatística (ine), os dados são alarmantes: dos 160,6 mil trabalhadores por conta de outrém que no segundo trimestre de 2013 estavam no escalão mais baixo de rendimentos, com salários abaixo dos 310 euros líquidos por mês, havia 95,1 mil assalariados que estavam em situação de subemprego a tempo parcial. ou seja, trabalham em part-time mas desejam fazê-lo a tempo inteiro, para poderem ganhar mais

de acordo com o expresso, que se apoia nos dados do ine, o número de pessoas que trabalha em part-time e recebe menos de 310 euros mensais aumentou 139% nos últimos cinco anos. no mesmo período de 2009, antes da crise se instalar, havia 40 mil trabalhadores com rendimentos mais baixos que queriam passar de part-time para tempo inteiro. nessa altura, os subempregados representavam 28,7% do total de portugueses que tinham salários abaixo dos 310 euros. um valor que agora subiu para 59,2%

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