As marcas portuguesas com maior valor financeiro em 2026 são...

Segundo a OnStrategy, a EDP lidera o ranking com 3,161 mil milhões de euros, seguida da Galp Energia e da Jerónimo Martins.
Energia renovável
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As grandes marcas portuguesas reforçaram o seu peso financeiro em 2026, num contexto de inflação estabilizada, resultados empresariais mais robustos e maior confiança dos consumidores. O novo ranking das marcas nacionais com maior valor mostra não só quem lidera em euros, mas também quais os setores que mais conseguiram transformar desempenho operacional, inovação e reputação em ativos financeiros tangíveis.

Marcas portuguesas mais valiosas
Fonte: OnStrategy

De acordo com o comunicado da consultora OnStrategy, que avaliou mais de 500 marcas com base na metodologia internacional Royalty Relief e normas ISO de avaliação de marca, a EDP mantém a liderança, reforçando o seu valor para 3.161 mil milhões de euros (+10,1%). Logo atrás surge a Galp Energia, com 2.519 mil milhões (+16,2%), seguida da Jerónimo Martins, que consolida o 3º lugar com 1.890 mil milhões de euros e um crescimento de 17,7%. 

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Setorialmente, banca e seguros estão entre os campeões de valorização: Caixa Geral de Depósitos (CGD) e Millennium bcp sobem ambos 25,4%, a Fidelidade cresce 24,1%, enquanto Novo Banco (+11,6%) e BPI (+9,1%) beneficiam da forte rentabilidade, reforço de solvabilidade, transformação digital e recuperação da confiança dos clientes.

O retalho é outro dos motores deste novo ciclo, sublinha a OnStrategy. Worten (+27,0%), Continente (+22,8%), Sonae (+18,6%) e a própria Jerónimo Martins destacam-se pela capacidade de responder às novas exigências dos consumidores com inovação, omnicanalidade, programas de fidelização e maior eficiência. 

Na alimentação e bebidas, Super Bock (+2,9%), Delta (+22,4%) e Sagres (+3,0%) consolidam lugar no Top 25, enquanto a energia volta a sobressair com EDP e Galp como únicas marcas acima dos 2,5 mil milhões, alavancadas pela transição energética e pelas renováveis. No lado da mobilidade e serviços, a TAP regista o maior crescimento percentual do ranking (+28,5%) e os CTT avançam 18,8%, refletindo recuperação da procura e melhorias operacionais. 

Já na saúde, CUF (+10,5%) e Luz Saúde (+16,4%) beneficiam da valorização da qualidade e da confiança, ao passo que as telecomunicações enfrentam um mercado maduro e altamente concorrencial, com MEO (-1,5%) e NOS (-6,5%) a perderem valor de marca.

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