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Perante a escassez de habitação nova a preços acessíveis, cada vez mais portugueses estão a optar por reabilitar em vez de comprar casa nova.
Junho no Algarve: calor, festas e cultura à flor da pele. Este mês marca o início da temporada de verão na região sul de Portugal, onde as praias, o clima ameno e as noites quentes convidam a sair à rua.
Durante décadas, a casa de banho foi uma espécie de “parente pobre” da arquitetura e do design de interiores — um espaço funcional, escondido dos holofotes criativos, onde o pragmatismo se sobrepunha à estética. Hoje, esse paradigma está a mudar.
Como será viver num condomínio residencial sustentável, repleto de famílias portuguesas que se conhecem e criam laços entre si?
Quando o verão chega, a energia das crianças parece multiplicar-se, e encontrar formas de as entreter pode tornar-se um verdadeiro desafio para os pais. Que tal transformar essas férias numa aventura cheia de descobertas, brincadeiras ao ar livre e aprendizagem?
A cooperativa Outeiro - Lugar Comum, Cooperativa de Habitação, CRL, com o apoio técnico do Conselho Directivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitetos (OA), está a promover um concurso privado para o desenvolvimento do projeto de arquitetura para um conjunto habitacional, que inclui edifícios a reabilitar, novas construções e serviços comuns em regime de cooperativa de habitação. Os interessados podem entregar as respetivas propostas até dia 21 de julho de 2025, às 17h00.
O setor imobiliário atravessa um período de profunda transformação, impulsionado por inovações tecnológicas e novas dinâmicas sociais que estão a redefinir a forma como concebemos e utilizamos os espaços. De acordo com o relatório Perspetivas sobre Tendências de Design 2025, elaborado pela consultora JLL e pelo estúdio Tétris, o design assumirá um papel central na resposta aos desafios e oportunidades do futuro — sobretudo através dos avanços tecnológicos, como a utilização da inteligência artificial (IA), e do crescente foco na sustentabilidade.
A empresa espanhola Damm notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) do controlo exclusivo sobre a A Padaria Portuguesa, que tem 84 lojas e duas fábricas a nível nacional. O negócio foi conhecido no início de maio e a operação está agora sujeita à aprovação da AdC, sendo que o valor da transação não foi divulgado – segundo o Jornal de Negócios terá rondado os 25 milhões de euros.
O setor imobiliário atravessa uma transformação profunda, impulsionada pela digitalização, que tem vindo a redefinir modelos de negócio e a forma como se compra e vende casas em Portugal e pelo mundo.
Num momento em que o setor da construção enfrenta forte pressão para dar resposta à falta de casas, acelerar processos tornou-se tão importante como construir com eficiência.
Cascais, entre o azul do Atlântico e a elegância das ruas, é um destino onde o charme costeiro se mistura com uma atmosfera descontraída e sofisticada.
Perante a crescente escassez de habitação acessível em Portugal – e em muitos outros países Europa fora –, a construção industrializada começou a afirmar-se como uma solução capaz de transformar estruturalmente o setor imobiliário.
O grupo Richemont, que detém marcas como Cartier, Van Cleef & Arpels ou Montblanc, escolheu Lisboa para o seu primeiro 'hub' tecnológico fora da Suíça, que vai contratar 400 pessoas até 2028, disse à Lusa o responsável pela operação.Quanto ao investimento, Lucas De Gaulejac, 'TCC manager - Techn
A Central Solar da Boidobra, na Covilhã, foi ligada à rede elétrica nacional e tem capacidade para produzir anualmente cerca de 70 gigawats (GW), o equivalente ao consumo aproximado de 60 mil habitações.A informação foi adiantada à agência Lusa pela Prosolia Energy, produtor independente de energia
Uma fórmula aparentemente simples, mas transformadora: adquirir imóveis, reabilitá-los com empresas locais e arrendá-los a preços acessíveis a quem mais precisa — sem deixar de garantir sustentabilidade financeira.
A empresa alemã INBRIGHT, que aposta na reabilitação sustentável de imóveis ‘light industrial’ (industriais ligeiros) e logísticos existentes, identificando os que têm “potencial de desenvolvimento” e modernizando-os “com base em critérios ESG”, aterrou em Portugal recentemente, tendo esta sido “uma decisão estratégica e natural”, explica ao idealista/news o cofundador e sócio-gerente da INBRIGHT Portugal. Segundo Christoph Gumlich, há muitos “ativos obsoletos com enorme potencial para reabilitação sustentável” no país, o que torna “o mercado muito atrativo, tanto para utilizadores como para investidores”, até porque o mercado nacional “está no início da transformação ESG”. “Portugal tem verdadeiros diamantes em bruto”, desabafa.
Chama-se OWNEST e promete transformar o setor da construção em Portugal. A promotora imobiliária, que agora chega ao mercado nacional, privilegia a utilização da tecnologia LSF (‘Light Steel Framing’) – “uma solução inovadora, sustentável e eficiente, já amplamente utilizada nos mercados mais avançados da habitação” – e já tem um projeto em comercialização, o Fountain by Ownest, na Fonte Santa, em Vialonga (Lisboa), segundo revela em comunicado.
Ankit Ruia nasceu no Reino Unido e mudou-se para Portugal em 2020, tendo, no ano seguinte, fundado a empresa Sempre Fixe, que se especializou “na aquisição, reabilitação e gestão de imóveis residenciais em Portugal, particularmente na Grande Lisboa e Setúbal”, revela ao idealista/news. “Em pouco mais de quatro anos, passámos da gestão de três apartamentos no Barreiro para um portfólio de mais de 250 unidades com uma taxa de ocupação de 96-98%”, conta, salientando que o “arrendamento de médio prazo está a ganhar força (no país), sobretudo entre os trabalhadores remotos e os expatriados”.
Desde a Babilónia até aos nossos dias, os jardins suspensos sempre foram cativando os amantes de arquitetura e urbanismo, pela sua capacidade de elevar a natureza nos centros urbanos.
A CORUM Investments passou a disponibilizar o fundo imobiliário CORUM Eurion a todos os pequenos investidores em Portugal, depois da aprovação do regulador nacional. Até agora reservado a investidores profissionais, o fundo — lançado em 2020 e focado em ativos da Zona Euro com critérios ESG (ambientais, sociais, etc..) — junta-se assim aos fundos CORUM Origin e CORUM XL já disponíveis ao público em geral.