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Se já tiveste a oportunidade de visitar a China ou o Japão, descobriste que nas suas grandes cidades costuma ser habitual haver pessoas a viver em “espaços” reduzidos. Aliás, é muito comum que os trabalhadores residam fora dos grandes centros urbanos, demorando imenso tempo no trajeto casa-trabalho-casa.
Há na China mais de 50 milhões de casas vazias. Quer isto dizer que cerca de 22% do imobiliário urbano do país está desocupado. Segundo Gan Li, professor na Universidade de Economia e Finanças de Chengdu e responsável pelo estudo, a China lidera o ranking de países com mais imóveis vagos.
Nos últimos anos a gestora SILVIP tem vindo a adaptar os dois fundos que gere – Fundo VIP e Fundo Sete Colinas – à nova dinâmica do mercado imobiliário. Em declarações ao idealista/news, o director geral explica o porquê desta mudança. Especialista em imobiliário, Luís Carita considera que o setor atravessa um bom momento, mas deixa o alerta: a burocracia da autarquia de Lisboa e o atual cenário internacional, nomeadamente o potencial efeito contágio dos Estados Unidos da América, Itália, Alemanha e Reino Unido, podem deixar projetos imobiliários em Portugal na gaveta.
O mundo acumulou 247 mil milhões de dólares em dívidas. Após um pequeno interregno em 2016, o endividamento das empresas, consumidores e estados voltou a aumentar em 2017 um pouco por todo o mundo. Trata-se de um valor três vezes superior ao PIB mundial.
Estás a pensar fazer as malas e emigrar em busca de melhores condições de vida? Como este é um enorme desafio, convém saber, antes de mais, quais são os países que pagam salários mais altos a estrangeiros. Singapura, Nova Zelândia e Alemanha, por esta ordem, lideram a lista de 31 países analisados, que não contempla Portugal.
A China tem mais de 50 milhões de casas vazias, sendo este um dos efeitos mais visíveis do desperdício gerado por uma década de crescimento assente na construção. Casas de férias ou habitações vazias de trabalhadores migrados em outras cidades contribuem para o fenómeno, mas são sobretudo as compras para investimento que mantêm a taxa de desocupação alta.
O investimento estrangeiro resultante da atribuição de vistos gold duplicou em outubro, face ao mês anterior para 74,2 milhões de euros, de acordo com os dados estatísticos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Isto depois de setembro ter ficado registado como um mês fraco (37 milhões), numa redução de 19% face a agosto.
A economia global deverá atingir uma taxa de crescimento anual do PIB, medida em dólares constantes, de 3,7 por cento entre 2018 e 2020, antes de cair para 3,6% entre 2021 e 2023 e ultrapassar a marca de 100 trilhões de dólares por volta de 2022.
A China inaugurou, recentemente, a ponte mais longa do mundo sobre o mar - vai ligar Hong Kong à cidade de Zhuhau e a Macau - uma infraestrutura de 54,4 km que tem seis faixas e quatro túneis, um dos quais passa sob o mar. Embora seja, sem dúvida, uma ponte impressionante, não está nem perto de ser uma das maiores do mundo. A galeria de hoje mostra-te as 10 pontes mais colossais do planeta. A maioria está, claro, na China.
O investimento externo “animou” e ajudou à recuperação do setor imobiliário português nos últimos anos. E os números não deixam margem para dúvidas: em cinco anos, entre 2012 e 2017, os estrangeiros compraram 70.700 casas em Portugal, num valor total de 11,1 mil milhões de euros.
Ao contrário do que está a acontecer um pouco por todo o mundo, em Portugal a lista de milionários “emagreceu”: passou de 99.000 em 2017 para 94.000 em 2018. Estes milionários viram, no entanto, as respetivas fortunas “engordarem”.
A maior ponte do mundo vai ligar Hong Kong à cidade de Zhuhau e a Macau, na China, e vai abrir à circulação esta terça-feira, dia 23 de outubro de 2018, depois de nove anos em construção e de um investimento total de quase dois mil milhões de euros. A mega infraestrutura, que vai ter a capacidade para responder a 250 mil passagens diárias, vai ser inaugurada como uma cerimónia em Zhuhai, cidade adjacente a Macau.
Muito se tem dito sobre a importância do investimento estrangeiro para o atual dinamismo do mercado imobiliário em Portugal. Agora novos dados do INE confirmam oficialmente esta tendência, dando nota de que, em 2017, 7,7% dos imóveis transacionados em Portugal foram vendidos a não residentes, correspondendo a 11,5% do total transacionado (7,3% e 12,5%, respetivamente, em 2016). O indicador mais relevante é, porém, o valor médio envolvido nas transações: nestes casos (160 407€) é quase 50% superior ao valor médio global (107 381€).
Depois da onda chinesa, chega a turca. O investimento captado através dos chamados vistos gold com origem na Turquia disparou 148% nos primeiros oito meses do ano. Neste período, registou-se em contrapartida uma quebra de 24% no investimento chinês, para os 194,3 milhões de euros, face a igual período de 2017.
Os “family offices” mundiais obtiveram retornos médios de 15,5% no ano passado, bem mais que em 2016 (7%) e em 2015 (0,3%). Os asiáticos lideraram a lista, com um retorno de 16,4% em 2017, impulsionados pela valorização dos mercados de ações e de “private equity”.
Depois da trajetória de quebra que vinham a apresentar, os chamados vistos gold parecem estar a recuperar. Em agosto, o investimento captado por via do regime de Autorizações de Residência cresceu 33% face ao período homólogo e 75% a julho deste ano, atingindo mais de 45,6 milhões de euros. O imobiliário continua a ser o principal motor.
Estará iminente (mais) uma crise financeira mundial? São várias as vozes que dão como certo esse cenário, entre elas a de Nouriel Roubini, o economista que anteviu a crise do subprime. E apesar das principais economias estarem a crescer, há várias ameaças a pairar sobre a economia mundial.
É no luxuoso bairro The Peak, em Hong Kong, na montanha Victoria Peak, que parece estar a casa mais cara que alguma vez esteve à venda. A mansão tem quatro quartos, quatro casas de banho, piscina e custa nada mais nada menos que 446 milhões de dólares, cerca de 380 milhões de euros.
Portugal tem uma dívida pública correspondente a 130,3% do Produto Interno Bruto (PIB), o que coloca o país entre os cinco mais endividados do mundo face ao respetivo PIB. Pior só mesmo Japão, Grécia, Líbano e Itália, por esta ordem.
Portugal tem três mestrados em gestão entre os 100 melhores do mundo. As universidades portuguesas Nova SBE, a Católica Lisbon e a ISCTE Business School aparecem no ranking mundial do Financial Times (FT). Os mestrados da Nova e Católica ficaram empatados no 30º lugar, sendo que o outro representante nacional, o ISCTE, aparece na 77ª posição.