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No verão o bom tempo pede saídas, mas quando está muito calor estar à torreira do sol nem sempre é fácil não é verdade?
O setor da mediação imobiliária em Portugal está a viver um bom momento, apesar do contexto atual, com a guerra, inflação e juros a subir. A Decisões Soluções, por exemplo, revela ter registado no primeiro semestre deste ano “os seus melhores resultados de sempre”, apresentando um “crescimento
O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) defende que "não há falta de mão de obra" no setor da construção civil, mas sim de um bom salário. "Não há falta de mão de obra, ela não vem porque ganha três e quatro vezes mais fora do país.
A Assembleia Municipal de Vila Real de Santo António aprovou a Estratégia Local de Habitação (ELH), que prevê cerca de 101 milhões de euros para apoiar mais de 812 agregados familiares, disse este sábado (30 de julho de 2022) o presidente da Câmara.
As empresas de construção notam uma maior procura por trabalhos de reabilitação, mas, refere quem está do lado da oferta e da procura, a falta de mão de obra tem dificultado e atrasado algumas respostas.A dificuldade em encontrar quem faça obras de reabilitação ou de manutenção é uma realidade notad
O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, afirmou esta sexta-feira (29 de julho de 2022) em Setúbal que Portugal tem um programa público "consistente" para resolver o problema da habitação, que o mercado não conseguiu resolver nas últimas décadas.
Artigo escrito por Sandra Barañano, diretora técnica da Cuida Tu CasaJulho, agosto… são sinónimos de férias! E estes meses de verão muitas vezes são considerados os ideais para fazer reformas em casa.
Os dias quentes de verão são ideais para preparar atividades divertidas na praia com os mais pequenos. Mas desfrutar da praia não significa só passar várias horas no mar com as crianças.
Hoje em dia, visitar exposições noutras partes do mundo é mais fácil e simples com a ajuda das tecnologias que temos à nossa disposição. Nestas férias de verão, poderás fazer visitas virtuais em 3D às galerias portuguesas a partir de qualquer parte do mundo.
Já se sabia que a TAP estava a equacionar uma mudança para instalações arrendadas, depois de uma vistoria aos edifícios da companhia ter concluído que precisam de obras estruturais que podem chegar aos 50 milhões de euros. Tudo indica que a nova sede da transportadora será o edifício Báltico, no Parque das Nações, a atual sede dos CTT, que deverá, por sua vez, mudar-se para o edifício da antiga sede do ex-Popular.
O Governo prolongou até junho de 2026 o regime extraordinário que permite agilizar os processos de expropriação de imóveis e a constituição de servidões administrativas, tornando-os mais rápidos, mas mantendo o direito dos proprietários à justa indemnização e, caso tal se justifique, assegurando a manutenção do direito de reversão. Regras que apenas se aplicarão, no entanto, a intervenções no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). De referir que o regime em causa ia terminar este ano.
Os prazos para executar as obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) são curtos. Os projetos imobiliários propostos devem estar concluídos até 2026, sob pena de perderem o financiamento da bazuca europeia. A corrida às obras públicas está instalada. Mas o setor teme que o atraso no planeamento dos projetos abra caminho para o lançamento de concursos de grande dimensão, que estão fora do alcance das construtoras portuguesas.
O CEO e cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, fez um excelente negócio imobiliário, tendo vendido a sua casa em São Francisco (EUA) por 31 milhões de dólares (30,3 milhões de euros), cerca de três vezes mais do que o valor pelo qual a comprou. Há dez anos (em 2012) tinha pago à volta de 10 milhões de dólares (9,7 milhões de euros) pelo imóvel.
A casa saiu valorizada da pandemia da Covid-19. E, hoje, decorar a casa com mobiliário português é apostar na tradição, elegância e sustentabilidade. Estes móveis com selo Made In Portugal estão a dar cartas cá dentro e lá fora, tendo-se assistido a um aumento da procura em ambos os mercados. “A qualidade dos artesãos portugueses, passada de geração em geração, é um verdadeiro património e um incontornável fator de diferenciação a nível internacional”, revela Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA) em entrevista ao idealista/news.
A passagem do furacão Wilma em 2005 destruiu muitos bairros de habitação social no México. E um deles foi a Colônia Donceles de Cancún. Construído na década de 1980, este bairro destinava-se aos trabalhadores da indústria do turismo da região.
A Câmara Municipal de Barcelona vai tornar o parque Güell, desenhado por António Gaudí, mais bonito. Com um novo investimento de cerca de 15 milhões de euros, a autarquia vai reformar este parque nos próximos quatro anos, de forma a reduzir a sobrelotação de turistas no recinto e melhorar os limites do espaço com os bairros vizinhos.
Sustentabilidade está cada vez mais na ordem do dia, nomeadamente no setor imobiliário e da construção. O grupo Casais não está a passar ao lado desta tendência, pelo contrário, mostra-se bastante atento a este tema, reconhecendo que o futuro do setor passa, também, pela construção de edifícios que possam ser desmontados e reutilizados.
É em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que o prédio mais alto do país vai ser edificado. O projeto Skyline – assim se chama – vai ser construído pela mão dos israelitas da Fortera Properties com um investimento de 150 milhões de euros, mais 30 milhões do que o previsto inicialmente. E são as “alterações ao projeto” e os “expressivos aumentos no setor da construção” que estão por detrás desta subida do valor do investimento, admite a promotora imobiliária.
A tributação da habitação pode ser mais eficiente e equitativa e há várias opções de reforma para o conseguir, considera a OCDE, salientando que eventuais reformas devem ter em conta desenvolvimentos macroeconómicos como mudanças nas taxas de juro.
O presidente executivo do grupo Casais, António Carlos Rodrigues, disse esta quarta-feira (20 de julho de 2022) à Lusa que não deseja que o setor da construção civil seja o "patinho feio" na transição ambiental, ficando atrás das transformações na energia e nos transportes.