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Os aplausos ecoaram na fileira da construção e do imobiliário assim que o Governo de Montenegro anunciou que ia descer o IVA na construção nova de 23% para 6%. Esta é mesmo a medida do pacote Construir Portugal que terá “maior impacto” na resolução da crise de acesso à habitação em Portugal, concordam vários especialistas ouvidos pelo idealista/news. Isto porque acreditam que ao baixar a carga fiscal na construção será possível construir mais casas, tanto para comprar como para arrendar, e até a preços mais acessíveis e compatíveis com os salários das famílias.
A pandemia levou as empresas a repensar a forma como os seus colaboradores trabalham. Muitas, sempre que possível, passaram a oferecer soluções de trabalho totalmente remotas ou híbridas. Uma tendência que pode estar a mudar: um estudo da KPMG concluiu que quase dois terços dos CEO inquiridos esperam que os seus colaboradores voltem a trabalhar a 100% no escritório nos próximos três anos. Nos EUA, no entanto, várias empresas (e de vários setores) permitem ainda o trabalho remoto.
A atriz Catarina Gouveia está a dar cartas no investimento imobiliário em Portugal. Depois de ter vendido uma casa na zona de Tróia, a também influenciadora digital colocou à venda um apartamento com piscina em Cascais por 2,3 milhões de euros. Tem dois quartos, um jardim espaçoso e está anunciado no idealista.
O projeto imobiliário Native, situado no Belas Clube de Campo, conta com, aproximadamente, 100 milhões de euros de investimento total e duplicou as vendas no primeiro ano.
O concurso para a construção de uma ponte pedonal para fazer a ligação entre Algés e o respetivo Passeio Marítimo “ficou vazio”, mas será lançado novamente, disse esta quarta-feira o vice-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Francisco Rocha Gonçalves.
Portugal entrou no radar dos investidores imobiliários estrangeiros e, apesar do interesse parecer estar a abrandar – os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a queda nas transações de casas foi mais expressiva por parte dos compradores estrangeiros do que nacionais –, o país continua na mira. Do Brasil e dos EUA o “apetite” por Portugal mantém-se forte, dizem ao idealista/news especialistas da mediação imobiliária dos dois países, antecipando mais negócios imobiliários nos próximos tempos.
A venda de casas na União Europeia (UE) caiu em 2023 face ao ano anterior em 13 dos 16 Estados-membros, ocupando Portugal a sétima posição nas maiores descidas, segundo dados divulgados esta terça-feira, 9 de julho de 2024, pelo Eurostat.
Em 2023, o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal terá atingido 26.535,2 milhões, correspondendo a um acréscimo de 19,2% face a 2022 e de 7,7% face a 2019, ou seja, no período pré-pandemia. O mercado espanhol continua, de resto, a ser o principal emissor de turistas internacionais (quota de 25,2%), tendo crescido 16,7% face ao ano anterior. Em causa estão estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgadas esta segunda-feira (8 de julho de 2024).
A inflação na zona euro desceu para 2,5% em junho, revelou o Eurostat esta terça-feira, dia 2 de julho. Esta taxa é inferior à registada no mês anterior (2,6%) e representa menos de metade dos 5,5% observados no mesmo mês de 2023. Trata-se mesmo de uma das taxas de inflação mais baixas registadas nos últimos meses na área euro.
Eloy Quijada é um empreendedor. Nascido em Almansa, na vizinha Espanha, mudou-se para o Reino Unido para trabalhar. Lá, lavava louça, limpava carros e trabalhava como rececionista em diferentes negócios.
O segmento da remodelação de imóveis ganhou ímpeto durante a pandemia, que desencadeou um ‘boom’ no setor, refletindo uma mudança paradigmática na forma como se vive a habitação.
A tensão no mercado de arrendamento continua a aumentar em Portugal. As rendas das casas têm vindo a subir mês após mês, embora de forma mais lenta, atingido mesmo o valor máximo dos últimos cinco anos em junho. Isto acontece, sobretudo, porque o aumento da oferta de casas para arrendar (e a preços acessíveis) não foi suficiente para responder à alta procura existente no país. Foi precisamente para responder à crise de acesso ao arrendamento que o Governo de Montenegro desenhou várias medidas, como o alargamento do apoio à renda e do programa Porta 65 Jovem. Neste artigo, o idealista/news faz uma viagem ao passado para mostrar como é que se agravou o acesso à habitação no mercado de arrendamento em Portugal, nomeadamente em Lisboa e no Porto.
Está em curso um novo ciclo de alta no setor imobiliário? Em abril, o índice de preços das casas em todo o mundo, excluindo a China, subiu mais de 3% em termos homólogos. Os preços das casas nos EUA estão 6,5% mais altos do que há um ano, os da Austrália aumentaram 5%, e em Portugal seguem a mesma tendência. Em outros países, o mercado parece surpreendentemente forte, face às altas taxas de juros.
O mercado residencial em Portugal muito tem evoluído na última década, embora haja problemas de fundo que permanecem (e até se agravam), como é o caso da dificuldade no acesso à habitação.
O segmento de escritórios, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, que levou muitas empresas e pessoas a optar pelo teletrabalho ou pelo regime híbrido, está a dar sinais de recuperação este ano. Pelo menos em Lisboa e no Porto. Na capital, foram ocupados 119.000 metros quadrados (m2) apenas nos primeiros cinco meses do ano. Trata-se de um volume de absorção 6% superior face ao registado em todo o ano passado (112.500 m2). No Porto, foram ocupados 27.500 m2, mais 36% que no período homólogo. Em causa estão dados que constam no recente relatório mensal Office Flashpoint da JLL.
A habitação tem sido um dos pontos de maior destaque da política espanhola, desde que Pedro Sánchez começou a governar em 2018. Nestes seis anos, avançaram alterações à Lei do Arrendamento Urbano, chegou a primeira Lei da Habitação, bem como o apoio ao arrendamento jovem. E, com a chegada da pandemia e as consequências económicas da guerra na Ucrânia, o aumento das rendas foi travado e os despejos foram suspensos. Agora, o objetivo do Governo de Sánchez passa por acabar com os vistos gold e dar apoios à compra da primeira casa pelos jovens. Todas estas medidas de intervenção no mercado residencial espanhol geraram desconfiança, perante uma oferta “tímida” e preços cada vez mais elevados numa altura em que a procura de casa continua elevada.
O bom clima, segurança e qualidade de vida que Portugal oferece parece não ser suficiente para continuar a atrair estrangeiros para viver no nosso país. Isto porque, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a venda de casas a compradores internacionais caiu na ordem dos 20% no início de 2024 face ao trimestre anterior. E, por conseguinte, entrou menos capital estrangeiro no mercado residencial português. O que salta à vista é que esta queda na compra de casas em Portugal por estrangeiros coincide com o fim do regime para Residentes Não Habituais (RNH), nos antigos termos, e o término dos vistos gold para investimento imobiliário. Este impacto do fim dos benefícios fiscais no mercado residencial já havia sido, de resto, antecipado pelos especialistas ouvidos pelo idealista/news.
Comprar uma casa nova é um dos desafios mais aliciantes das nossas vidas. E esse desafio é ainda maior quando não temos ainda a certeza do lugar onde queremos fazer essa nova aquisição.
O Congresso dos Deputados de Espanha aprovou na quinta-feira, dia 13 de junho, por unanimidade, a suspensão dos despejos por execuções hipotecárias para devedores em situação de vulnerabilidade até maio de 2028.
Ao contrário do seu homólogo europeu, a Reserva Federal dos EUA (Fed) decidiu manter as suas taxas de juro inalteradas entre 5,25% e 5,50% na reunião desta quarta-feira, dia 12 de junho. A justificar esta decisão está a lenta descida da inflação nos EUA e a revisão em alta da subida generalizada dos preços. O presidente da Fed Jerome Powell indicou ainda que deverá haver apenas uma descida dos juros em 2024.