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Resultados da pesquisa

Turismo em Portugal

Alojamento turístico em Portugal: receitas cresceram 20% num ano

O turismo, um dos principais motores da economia portuguesa, continua a rota de recuperação depois da pandemia. Em 2023, foram registadas 77,2 milhões de dormidas, mais 10,7% do que no ano anterior, um crescimento sobretudo sustentado pela chegada de turistas estrangeiros. E, em resultado, foram gerados 6,0 mil milhões de euros de proveitos totais, mais 20,1% do que no ano anterior e mais 40,2% face a 2019, antes da pandemia.
Mediação imobiliária em Angola

Mediação imobiliária em Angola não pode "continuar na ilegalidade"

O presidente da Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA) disse em Luanda que o setor é caraterizado por uma “desorganização autêntica” e que é preciso reverter a situação. Massada Culembala, que falava em conferência de imprensa para anunciar a realização do 1.º Congresso de Direito Imobiliário, disse que o cadastro vai aferir o número de intervenientes deste setor imobiliário, designadamente angariadores, avaliadores, corretores e gestores imobiliários e promotores.
Setor imobiliário em Espanha

Centros comerciais e escritórios a duas velocidades em Espanha

Este ano é visto como crucial para dois dos segmentos imobiliários mais tradicionais em Espanha: centros comerciais e escritórios. Isto mesmo explicaram alguns dos principais líderes do mercado numa conferência organizada pela EFPA e pela Iberian Property que se realizou em Madrid esta terça-feira (6 de fevereiro de 2024). Os especialistas antecipam que a queda nas avaliações dos centros comerciais chegará ao fim em 2024, mas a dos escritórios manter-se-á. 

Seca no Algarve: que impacto tem a falta de água no imobiliário?

Há previsão de chuva no Algarve para amanhã, mas esta é quase uma excepção nos últimos tempos. A região sul de Portugal debate-se com um problema de fundo, marcado pelas alterações climáticas e uma nova crise de escassez de água. Em causa está um cenário de seca, o pior de sempre, que está a preocupar o Governo e vários ‘players’ do setor económico. E o imobiliário não é exceção, tal como confirmam os especialistas ao idealista/news.
venda de casas

Valores de venda mais elevados "amortecem" queda da receita do IMT

A redução do número de transações de imóveis em 2023 resultou numa ligeira quebra da receita do IMT (a primeira desde a pandemia), segundo a execução orçamental, uma descida, ainda assim, atenuada pelo aumento do valor das casas. De acordo com os dados da execução orçamental, divulgados pela Direçã

“O anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado”

“Ao contrário do propalado por alguns, o anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado. O espaço físico continua vivo e de boa saúde”. A garantia é dada por Inês Sequeira, Head of Hospitality da Maleo, empresa que tem sete centros de escritórios em Portugal, todos em Lisboa, mas que pretende “apostar em novas geografias”. “Por natureza, o Porto surge como primeira hipótese, apesar de estarmos a analisar outras localizações”, adianta, em entrevista ao idealista/news.
Comprar casa mais fácil em 2024

Procura de casa ganha força com queda dos juros – e oferta com simplex

O atual clima económico incerto arrefeceu a procura de casas em Portugal em 2023, tanto para comprar, como para arrendar. E este contexto, que abrandou o número de transações de venda, teve efeitos no ritmo de crescimento do preço da habitação em ambos os mercados, que carecem de oferta - ainda que no arrendamento comece a haver sinais de uma viragem com um aumento das casas disponíveis. Quanto a 2024 há vários motivos para olhar com otimismo: os especialistas ouvidos pelo idealista/news acreditam que a procura de casas para comprar vai voltar a ganhar força assim que os juros nos créditos habitação começarem a cair de forma mais expressiva. E o simplex dos licenciamentos deverá estimular a colocação de casas no mercado de compra e venda – apesar de haver riscos. Por outro lado, há quem acredite que o Mais Habitação vai continuar a reforçar o stock de casas no mercado de arrendamento e baixar rendas, sendo que também há quem discorde e diga que as medidas estão a afastar proprietários. Afinal, como se vai comportar o imobiliário em Portugal este ano? Neste artigo, antecipamos as tendências.
Comprar casa em Londres

Comprar casa em Londres: preços estão em mínimos de 10 anos

O mercado da habitação em Londres arrefeceu em 2023, refletindo-se em menores vendas de casas. E, com esta queda na procura, os preços das casas ressentiram-se: as casas à venda na capital britânica custam agora 13 vezes o salário médio de um trabalhador no Reino Unido, sendo este o menor rácio dá última década.
Descarbonização no setor imobiliário e da construção

Descarbonização de edifícios: é preciso mais reabilitação energética

O setor dos edifícios está a caminhar numa trajetória favorável face à descarbonização, com o consumo de energia primária e as emissões de CO2 a registarem uma queda nos últimos anos. É necessário, no entanto, reforçar o investimento na reabilitação energética para atingir todos os objetivos definidos para 2050. Esta é uma das conclusões a retirar do 5º relatório de progresso do grupo de coordenação da Estratégia de Longo Prazo para a Renovação dos Edifícios (ELPRE), aprovada pelo Governo – está em vigor desde o dia 4 de fevereiro de 2021.
BCE mantém juros

BCE mantém juros inalterados no patamar dos 4% até março

Pela terceira vez consecutiva, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 25 de janeiro. Assim, os juros do BCE vão ficar inalterados no patamar entre os 4% e os 4,75%, pelo menos, até dia 7 de março, a data da próxima reunião de política monetária. Já os cortes dos juros do BCE só deverão ocorrer no verão deste ano (e não antes), estando dependentes da evolução da inflação, dos salários, assim como dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.
Dívida das famílias em Portugal

Portugueses mais endividados e expostos a altos juros

Em alturas de crise, o endividamento das famílias tende a subir para colmatar as necessidades financeiras dos agregados, apesar das elevadas taxas de juro. E, hoje, verifica-se que as famílias que vivem em Portugal continuam a contrair mais crédito, tendo o valor do endividamento dos particulares subido ligeiramente para 149.980 milhões de euros em novembro, estando, por isso, mais expostas aos elevados juros, revela o Banco de Portugal (BdP) esta terça-feira. Mas o que os dados também mostram é que o nível de dívida contraída pelas famílias tem vindo a estabilizar desde o início de 2023.