A pesquisa encontrou 4308 resultados
Resultados da pesquisa
A atriz Catarina Gouveia está a dar cartas no investimento imobiliário em Portugal. Depois de ter vendido uma casa na zona de Tróia, a também influenciadora digital colocou à venda um apartamento com piscina em Cascais por 2,3 milhões de euros. Tem dois quartos, um jardim espaçoso e está anunciado no idealista.
O projeto imobiliário Native, situado no Belas Clube de Campo, conta com, aproximadamente, 100 milhões de euros de investimento total e duplicou as vendas no primeiro ano.
O concurso para a construção de uma ponte pedonal para fazer a ligação entre Algés e o respetivo Passeio Marítimo “ficou vazio”, mas será lançado novamente, disse esta quarta-feira o vice-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Francisco Rocha Gonçalves.
Portugal entrou no radar dos investidores imobiliários estrangeiros e, apesar do interesse parecer estar a abrandar – os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a queda nas transações de casas foi mais expressiva por parte dos compradores estrangeiros do que nacionais –, o país continua na mira. Do Brasil e dos EUA o “apetite” por Portugal mantém-se forte, dizem ao idealista/news especialistas da mediação imobiliária dos dois países, antecipando mais negócios imobiliários nos próximos tempos.
A venda de casas na União Europeia (UE) caiu em 2023 face ao ano anterior em 13 dos 16 Estados-membros, ocupando Portugal a sétima posição nas maiores descidas, segundo dados divulgados esta terça-feira, 9 de julho de 2024, pelo Eurostat.
Em 2023, o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal terá atingido 26.535,2 milhões, correspondendo a um acréscimo de 19,2% face a 2022 e de 7,7% face a 2019, ou seja, no período pré-pandemia. O mercado espanhol continua, de resto, a ser o principal emissor de turistas internacionais (quota de 25,2%), tendo crescido 16,7% face ao ano anterior. Em causa estão estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgadas esta segunda-feira (8 de julho de 2024).
A inflação na zona euro desceu para 2,5% em junho, revelou o Eurostat esta terça-feira, dia 2 de julho. Esta taxa é inferior à registada no mês anterior (2,6%) e representa menos de metade dos 5,5% observados no mesmo mês de 2023. Trata-se mesmo de uma das taxas de inflação mais baixas registadas nos últimos meses na área euro.
Eloy Quijada é um empreendedor. Nascido em Almansa, na vizinha Espanha, mudou-se para o Reino Unido para trabalhar. Lá, lavava louça, limpava carros e trabalhava como rececionista em diferentes negócios.
O segmento da remodelação de imóveis ganhou ímpeto durante a pandemia, que desencadeou um ‘boom’ no setor, refletindo uma mudança paradigmática na forma como se vive a habitação.
A tensão no mercado de arrendamento continua a aumentar em Portugal. As rendas das casas têm vindo a subir mês após mês, embora de forma mais lenta, atingido mesmo o valor máximo dos últimos cinco anos em junho. Isto acontece, sobretudo, porque o aumento da oferta de casas para arrendar (e a preços acessíveis) não foi suficiente para responder à alta procura existente no país. Foi precisamente para responder à crise de acesso ao arrendamento que o Governo de Montenegro desenhou várias medidas, como o alargamento do apoio à renda e do programa Porta 65 Jovem. Neste artigo, o idealista/news faz uma viagem ao passado para mostrar como é que se agravou o acesso à habitação no mercado de arrendamento em Portugal, nomeadamente em Lisboa e no Porto.
Está em curso um novo ciclo de alta no setor imobiliário? Em abril, o índice de preços das casas em todo o mundo, excluindo a China, subiu mais de 3% em termos homólogos. Os preços das casas nos EUA estão 6,5% mais altos do que há um ano, os da Austrália aumentaram 5%, e em Portugal seguem a mesma tendência. Em outros países, o mercado parece surpreendentemente forte, face às altas taxas de juros.
O mercado residencial em Portugal muito tem evoluído na última década, embora haja problemas de fundo que permanecem (e até se agravam), como é o caso da dificuldade no acesso à habitação.
O segmento de escritórios, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, que levou muitas empresas e pessoas a optar pelo teletrabalho ou pelo regime híbrido, está a dar sinais de recuperação este ano. Pelo menos em Lisboa e no Porto. Na capital, foram ocupados 119.000 metros quadrados (m2) apenas nos primeiros cinco meses do ano. Trata-se de um volume de absorção 6% superior face ao registado em todo o ano passado (112.500 m2). No Porto, foram ocupados 27.500 m2, mais 36% que no período homólogo. Em causa estão dados que constam no recente relatório mensal Office Flashpoint da JLL.
A habitação tem sido um dos pontos de maior destaque da política espanhola, desde que Pedro Sánchez começou a governar em 2018. Nestes seis anos, avançaram alterações à Lei do Arrendamento Urbano, chegou a primeira Lei da Habitação, bem como o apoio ao arrendamento jovem. E, com a chegada da pandemia e as consequências económicas da guerra na Ucrânia, o aumento das rendas foi travado e os despejos foram suspensos. Agora, o objetivo do Governo de Sánchez passa por acabar com os vistos gold e dar apoios à compra da primeira casa pelos jovens. Todas estas medidas de intervenção no mercado residencial espanhol geraram desconfiança, perante uma oferta “tímida” e preços cada vez mais elevados numa altura em que a procura de casa continua elevada.
O bom clima, segurança e qualidade de vida que Portugal oferece parece não ser suficiente para continuar a atrair estrangeiros para viver no nosso país. Isto porque, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a venda de casas a compradores internacionais caiu na ordem dos 20% no início de 2024 face ao trimestre anterior. E, por conseguinte, entrou menos capital estrangeiro no mercado residencial português. O que salta à vista é que esta queda na compra de casas em Portugal por estrangeiros coincide com o fim do regime para Residentes Não Habituais (RNH), nos antigos termos, e o término dos vistos gold para investimento imobiliário. Este impacto do fim dos benefícios fiscais no mercado residencial já havia sido, de resto, antecipado pelos especialistas ouvidos pelo idealista/news.
Comprar uma casa nova é um dos desafios mais aliciantes das nossas vidas. E esse desafio é ainda maior quando não temos ainda a certeza do lugar onde queremos fazer essa nova aquisição.
O Congresso dos Deputados de Espanha aprovou na quinta-feira, dia 13 de junho, por unanimidade, a suspensão dos despejos por execuções hipotecárias para devedores em situação de vulnerabilidade até maio de 2028.
Ao contrário do seu homólogo europeu, a Reserva Federal dos EUA (Fed) decidiu manter as suas taxas de juro inalteradas entre 5,25% e 5,50% na reunião desta quarta-feira, dia 12 de junho. A justificar esta decisão está a lenta descida da inflação nos EUA e a revisão em alta da subida generalizada dos preços. O presidente da Fed Jerome Powell indicou ainda que deverá haver apenas uma descida dos juros em 2024.
Os jovens até aos 35 anos já vão poder comprar casa em Portugal sem ter de pagar IMT e Imposto de Selo, depois de a proposta do Governo de Montenegro ter sido aprovada no Parlamento esta quarta-feira, dia 12 de junho. Esta é uma medida “positiva” que vai facilitar o acesso à habitação por parte dos jovens e que tem potencial para impulsionar a compra de casas por estas famílias, admitem os vários especialistas ouvidos pelo idealista/news. Mas também alertam que há riscos a serem considerados, nomeadamente o potencial de subir ainda mais o preço das casas por via do aumento da procura, e ainda o facto de abranger a população jovem que não precisa de apoio para adquirir casa.
A zona ribeirinha junto ao Cais do Sodré, em Lisboa, foi palco de uma nova transação imobiliária. Um conjunto de investidores privados comprou o edifício de escritórios, que hoje está ocupado pelo Tribunal da Relação, por um valor não revelado.