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Compras online

Comprar artigos usados online é seguro? Dicas e cuidados a ter

Fazer compras online, nomeadamente de artigos usados e/ou em segunda mão, é uma tendência que ganhou força em Portugal e no mundo, sobretudo com o súbito aparecimento da pandemia de Covid-19. Mas será que é seguro? Sim, é verdade que a internet é um “mundo” que pode ser "perigoso", mas tendo alguns cuidados e seguindo algumas regras não há motivo para alarme. Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Habitação acessível em Ovar

Habitação acessível: Ovar quer construir mais 30 casas novas

A Câmara Municipal de Ovar revelou esta segunda-feira, dia 3 de junho, que vai abrir concurso público para arrancar ainda em 2024 com a construção de 30 fogos de habitação acessível na freguesia de Válega, num investimento de quase 3,9 milhões de euros. Criar no lugar do Sargaçal 15 apartamentos de
Brico Depôt

Bricolage e renovação de casas: “Tendência cresce entre os jovens”

O negócio da remodelação de casas explodiu com a pandemia e, desde então, tem vindo a conquistar vários públicos, nomeadamente as gerações mais jovens. Adeptas do DIY (‘Do it yourself’ ou ‘Faz tu mesmo’), querem melhorar os espaços e torná-los mais funcionais, em alguns casos, com as próprias mãos. E esta nova tendência fez “aumentar a procura por produtos e ferramentas de bricolage”, segundo explica Chris Bargate, CEO da Brico Depôt Ibéria, em entrevista ao idealista/news. Mas não só. Há uma crescente procura por “projetos específicos, como cozinhas e casas de banho”.
Cidades dos 15 minutos

Cidades dos 15 minutos em Portugal “são feitas para serem vividas”

“As cidades e os edifícios não são apenas para serem edificados ou vendidos, são feitos para serem vividos”. É tendo por base esta premissa que se enquadra o conceito da Cidade dos 15 Minutos, que repensa a forma como as pessoas se deslocam para definir novas formas de viver, trabalhar e de estar nas cidades. E “essa transformação sustentável das cidades está interligada ao desenvolvimento de projetos de uso misto, não apenas no desenvolvimento de habitação”, considera Carlos David, Head of Development da Nhood, em entrevista ao idealista/news.
Promotora imobiliária SOLYD

“O que todos queremos é que haja mais habitação e a preços mais baixos”

A crise na habitação que se vive em Portugal não está a deixar ninguém indiferente. O aumento da oferta de casas no mercado que possam ser compradas pela generalidade dos portugueses é um tema que tem sido muito falado nos últimos tempos, estando o novo Governo também atento ao assunto, tendo apresentado recentemente a sua estratégia de habitação para o país, na qual constam 30 medidas que visam dar resposta à crise habitacional. Este é um objetivo, de resto, que está no foco dos vários ‘players’ do mercado imobiliário. “O que todos queremos é que haja mais habitação e a preços mais baixos”, diz ao idealista/news Gonçalo Cadete, CEO da SOLYD Property Developers (SOLYD).
Construir casas em Portugal

Casas acessíveis? "Preços não cruzam com custos de construção"

À partida, construir casas para a classe média parece ser uma boa aposta, tendo em conta a elevada procura que existe em Portugal. Mas, no final de contas, colocar casas no mercado a preços acessíveis para estas famílias revela-se muito difícil. “O problema hoje é que os números não cruzam, porque temos custos de construção que aumentaram brutalmente depois da pandemia e o preço dos terrenos também tem estado a aumentar”, comenta Nuno Santos, Head of Portugal da RE Capital, em entrevista ao idealista/news. Somando estes custos aos impostos na construção, uma casa de 100 metros quadrados já iria chegar ao mercado por mais de 250 mil euros. “Para que o negócio seja interessante para os investidores, temos de ir para um preço de venda que já não faz sentido para a classe média”, garante o responsável.
Promoção imobiliária em Portugal

Construir casas baratas? "Com a carga fiscal que há é impossível"

“É muito difícil em Portugal, com a carga fiscal aplicada ao imobiliário, construir casas a preços baratos. É impossível. Acreditamos que a medida que está no programa do PSD, da AD, e que agora, esperamos, venha a ser implementada, a redução do IVA, será fulcral para baixar os custos de produção”. O desabafo é dado por Frederico Pedro Nunes, COO da Bondstone, em entrevista ao idealista/news, realizada durante a edição de 2024 do Salão Imobiliário de Portugal (SIL). Uma semana depois da conversa, dia 10 de maio, o Governo confirmou esta intenção, antecipando, no programa “Construir Portugal”, que pretende avançar com a redução do IVA na construção de 23% para 6% “até ao final da legislatura”. 
Thomas & Piron em Portugal

Casas para a classe média? “É o que faz falta em Portugal”

A promotora imobiliária belga Thomas & Piron aterrou em Portugal em 2018 e tem quatro projetos residenciais em carteira, dois deles em parceria com a também belga Promiris: o Conde de Lima, em Lisboa, já concluído, e o Gaia Hills, em Gaia, que deve começar a ser construído este ano. Em entrevista ao idealista/news, David Carreira, Country Manager da Thomas & Piron Portugal, alerta, entre outras coisas, para a necessidade de aumentar a oferta de habitação no país para a classe média nacional. Foi com esse objetivo, de resto, que anunciou recentemente o megaprojeto imobiliário Clarissas, que terá 760 apartamentos às portas de Lisboa e sairá do papel após um investimento de cerca de 300 milhões de euros. 
Flórida

Flórida tem sete dos 10 bairros mais caros dos EUA

Califórnia e Nova Iorque passaram o testemunho para a Flórida como o lugar dos EUA com os preços da habitação mais caros da maior economia do mundo. Coral Gables, uma cidade localizada no condado de Miami-Dade, supera as áreas mega-conhecidas como Beverly Hills ou Malibu como o mercado imobiliá
Dubai

Dubai investe 33 mil milhões para ter maior aeroporto do mundo

O Dubai vai começar a construir novos terminais no Aeroporto Internacional Al Maktoum, para convertê-lo no maior do mundo, com capacidade para mais de 260 milhões de passageiros, um projeto avaliado em cerca de 33.000 milhões de euros. O anúncio foi feito pelo ‘sheik’ Mohammed Bin Rashid, que preci
Comprar casas no campo

Viver no campo: a moda da pandemia virou tendência no pós-covid?

O modo de vida dos portugueses foi – e muito – moldado pela pandemia da Covid-19. Os confinamentos mostraram a importância de viver em casas com áreas maiores e com espaços ao ar livre. E o teletrabalho, que se massificou em 2020, criou a possibilidade de trabalhar à distância. Tudo isto acabou por criar uma tendência em Portugal: viver no campo, em contacto com a natureza e longe dos grandes centros urbanos. Até porque aqui as casas para comprar tendem a ser mais baratas. Mas será que esta tendência veio para ficar? Ao que tudo indica, sim (e até está reforçada): os dados do idealista/data revelam que a procura de casas à venda disparou em 81% dos concelhos com menos de 10 mil habitantes entre o início de 2020 e o arranque de 2024. E contam-se mesmo 48 municípios menos populosos do interior e ilhas onde o interesse em adquirir casa mais que duplicou neste período.

Imobiliário precisa de “medidas de longo prazo” e de um “compromisso”

Estabilidade é palavra de ordem no setor imobiliário. Só assim, com “medidas de longo prazo” e com “compromisso” por parte do(s) Governo(s), será possível dar resposta à crise que existe na habitação ao mesmo tempo que o país se mantém como destino atrativo para os investidores imobiliários. Nacionais e internacionais. Quem o diz é José Covas, presidente do RICS Portugal desde 2020 – renovou este ano o mandato por mais três anos, até 2027. “São quase 30 anos de experiência [na área do imobiliário] e falo com muitas pessoas. O que ouço dos investidores, o foco deles, está na necessidade de acreditarem naquilo que é dito: a história do novo aeroporto, por exemplo, já virou piada internacional”, diz o especialista em entrevista ao idealista/news.
Dívida pública de Portugal

Dívida pública de Portugal deverá cair 58% desde o pico da pandemia

Portugal encontra-se no top dez dos países mundiais que conseguiram, nos últimos anos, mais reduzir a dívida pública: surge na 8ª posição na redução da dívida entre o pico da pandemia, em 2020, e 2029, o último ano das projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), com uma descida de 58 pontos percentuais (p.p.) do PIB.