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Resultados da pesquisa
A Brico Depôt Iberia, especializada em construção, renovação do lar e 'bricolage', registou em 2020 um lucro de retalho de quatro milhões de euros, um aumento de 62,7% face ao período homólogo.
O regime excecional e temporário relativo aos contratos de seguro, no âmbito da pandemia da Covid-19, foi prolongado até 30 de setembro de 2021.
Se dúvidas houvesse obre como o conforto da nossa casa é tão importante para o nosso bem-estar, o ano passado veio eliminá-las por completo.
O turismo foi um dos setores mais afetados pela pandemia e a atividade de Alojamento Local (AL) uma das que mais sofreu com a paralisação da economia e restrições às viagens.
A construção de uma casa ou a realização de obras num imóvel pode ser um processo desafiante, complexo e, por vezes, frustrante quando a execução dos trabalhos não decorre conforme o previsto.
O valor mediano pelo qual os bancos avaliam as casas para efeitos de concessão de crédito à habitação mantém-se em alta em 2021, uma tendência mensal que se verifica desde abril de 2020, ou seja, está a aumentar em plena pandemia da Covid-19. Em fevereiro, fixou-se em 1.174 euros por metro quadrado (€/m2), mais que em janeiro (1.170 €/m2) e no período homólogo (1.111 €/m2), revelou esta quinta-feira (25 de março de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), indicando que foram consideradas 23.087 avaliações bancárias, menos 7,1% que em janeiro e menos 4,1% que no mesmo mês do ano passado.
Lisboa foi eleita, entre mais de 150 cidades, a nível mundial, como um dos 21 lugares de futuro, destacando-se pela qualidade das universidades, infraestruturas e segurança, segundo um estudo da norte-americana Cognizant. A avaliação concluiu que a capital portuguesa é uma "cidade sofisticada", ganhando protagonismo por "ser um lugar onde é fácil trabalhar", pela oferta cultural e de entretenimento e por ser um 'pool' de talentos, bem como por apresentar um bom nível/custo de vida.
O diploma que estabelece o alargamento do lay-off simplificado e o prolongamento do apoio à retoma, entre outras medidas para mitigar o impacto da pandemia, já foi publicado em Diário da República, entrando em vigor esta quinta-feira, 25 de março de 2021.
Fábricas, armazéns, ginásios, quartéis de bombeiros e até igrejas. São cada vez mais os projetos que dão uma segunda oportunidade a este tipo de edifícios, transformando-os em algo que não eram: casas. Ou se quisermos, autênticas obras de arte de design de interiores.
São já seis os empreendimentos residenciais desenvolvidos na cidade do Porto, resultado da parceria estratégica entre a Promotop e o grupo de construção Cobelba.
Os portugueses estão atentos ao segmento residencial de luxo, tendo comprado em 2020, ano marcado pelo surgimento da pandemia da Covid-19, mais de metade (54,3%) das 3.420 casas vendidas pela Remax Collection. A imobiliária vendeu no ano passado menos imóveis de luxo que em 2019, mas mais 9% que em 2018, tendo terminado o ano de 2020 com um total de volume de preços na ordem dos 1.152 milhões de euros, segundo revela em comunicado.
Os dados mais recentes relativos às transações de casas e respetivos preços de venda comprovam que o setor imobiliário está de boa saúde em Portugal, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19. E a verdade é que a mediação imobiliária tem um aliado poderoso na sua atividade, a internet. Sem ela, como encontrar uma casa para viver ou como mostrar/promover um imóvel, no caso das imobiliárias, em tempos de confinamento?
O setor imobiliário, nomeadamente o segmento residencial, parece estar a passar no teste da Covid-19, visto que apesar de se terem vendido menos casas em Portugal em 2020, os preços pelos quais as mesmas são transacionadas continuam a subir: 8,4%, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). Um crescimento bem superior (quase o dobro) face ao verificado no rendimento médio mensal da população empregada por conta de outrem no país – era de 951 euros em 2020, o que representa um aumento de 4,6% face a 2019.
Foram vendidas no ano passado 171.800 casas, menos 5,3% que no ano anterior, sendo este o primeiro recuo no número de transações desde 2012. Uma quebra que se deve à pandemia da Covid-19, isto apesar do valor dos negócios ter atingido os 26,2 mil milhões de euros, o que representa uma subida homóloga de 2,4%, que pode ser justificada com o facto do preço das casas continuar a aumentar. Para contrariar esta constante subida, que ainda assim tem vindo a desacelerar, é preciso aumentar a oferta existente no mercado, nomeadamente para a classe média portuguesa, avisam os mediadores imobiliários.
A Teixeira Duarte anunciou que João Afonso Calainho de Azevedo Teixeira Duarte comprou, no passado dia 17 de março, uma participação qualificada de 2,44% na construtora.
Farto de estar fechado em casa e com a possibilidade de teletrabalhar? Então esta pode ser uma solução interessante: o município de Bragança acaba de lançar um projeto-piloto, no âmbito do qual convida trabalhadores remotos a usufruirem da experiência de viver na cidade
As exceções para o resgate antecipado e sem penalizações de Planos de Poupança (PPR), planos de Poupança Educação (PPE) ou mistos, foram alargadas durante a pandemia da Covid-19 para cobrir situações de vulnerabilidade impulsionadas por este contexto, tais como situações de doença, redução de rendim
Mesmo em tempos de pandemia, muitos portugueses querem comprar casa e, para isso, precisam de um crédito à habitação. E se os bancos, apesar da crise gerada pela Covid-19, têm-se mantido disponíveis para emprestar dinheiro para esta finalidade, ao contrário de outros tempos, já não dão financiamentos a 100%. Assim, para se conseguir a casa que se quer, é preciso ter um pé-de-meia, ou seja, dinheiro de parte para se dar de entrada -e para suportar os outros gastos associados à aquisição, nomeadamente impostos. O nível de poupanças necessário varia consoante a zona do país onde se quer comprar casa, atendendo aos preços médios dos imóveis. Uma análise do idealista - realizada em plena crise pandémica - mostra a taxa de esforço nas capitais de distrito de Portugal Continental e Ilhas.
“Em 2020, apesar do contexto desfavorável decorrente das restrições impostas no âmbito da pandemia da Covid-19, continuou a observar-se uma dinâmica de crescimento dos preços das habitações transacionadas”, indicou esta terça-feira (23 de março de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), revelando que os preços médios anuais aumentaram 8,4% no ano passado, menos 1,2% que no ano anterior (9,6%).
Nunca se venderam tantas casas em Portugal num trimestre como no último de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19. Foram, ao todo, 49.734 alojamentos (42.372 existentes e 7.362 novos), mais que no trimestre anterior (45.136) e no homólogo (49.232), segundo dados divulgados esta terça-feira (23 de março de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em termos anuais, no entanto, verifica-se uma quebra, tendo sido transacionadas, em 2020, 171.800 habitações, menos 5,3% que no ano anterior, sendo este o primeiro recuo no número de vendas desde 2012.