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Resultados da pesquisa
Dinamismo e resiliência são termos que têm caracterizado o setor da construção e do imobiliário em Portugal nos últimos anos. Ultrapassada uma “tempestade” chamada pandemia, surgiram em 2023 novas “batalhas”: à guerra na Ucrânia juntou-se o conflito no Médio Oriente e o Banco Central Europeu (BCE) continuou a subir as taxas de juro diretoras para travar a escalada da inflação. E deu resultados, já que a subida dos preços desacelerou estimulando o regulador europeu a deixar os juros inalterados (mas altos) na reta final do ano. Internamente, o programa Mais Habitação do Governo – entretanto demissionário – foi apresentado e entrou em vigor, tendo causado muita polémica, devido a medidas que contemplam, por exemplo, o fim dos vistos gold, a suspensão de novas licenças de Alojamento Local (AL) e o arrendamento forçado de casas devolutas.
A Signa Holding, coproprietária do Chrysler Building, foi condenada por um tribunal austríaco a vender a sua participação no icónico arranha-céus da cidade de Nova Iorque.
Depois de uma forte subida dos preços das casas registada ao longo do ano passado, 2023 trouxe um crescimento mais moderado dos preços em vários países da União Europeia (UE), com alguns Estados-membros a apresentar mesmo quedas no custo da habitação. Isto deveu-se, sobretudo, ao aumento dos juros nos créditos habitação e a menor capacidade de endividamento das famílias. Mas em muitos países os mercados imobiliários continuam sobrevalorizados, como é o caso de Portugal, alerta a Comissão Europeia (CE). E aqui Bruxelas admite mesmo que há o risco de uma “futura correção mais acentuada” nos preços das casas, se as condições económicas se deteriorarem.
O solstício de inverno marca oficialmente a chegada da estação mais fria do ano: depois do outono, preparamo-nos para um período onde a temperatura baixa, podendo até chegar a nevar em alguns sítios. Mas quais são as características deste fenómeno astronómico, quando ocorrerá em 2023 e, sobretudo, como é celebrado em todo o mundo? Celebrado desde a Antiguidade, o solstício de inverno ocorre uma vez por ano, entre 21 e 22 de dezembro.
A turbulência geopolítica e económica foi-se acumulando desde o estalar da pandemia, e desafiou a dinâmica do setor imobiliário comercial em 2023. As correntes cruzadas criaram alguma volatilidade, mas não faltaram oportunidades de investimento.
Mais de 10.700 pessoas viviam na condição de sem-abrigo em 2022, segundo dados oficiais divulgados esta quarta-feira (20 de dezembro de 2023), em que pela primeira vez foi feito um levantamento em todos os municípios de Portugal continental. Segundo a síntese de resultados do Inquérito de Caracterização das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo para o ano de 2022, “foram sinalizadas 10.773 pessoas em situação de sem-abrigo”. Paralelamente, cerca de 2.500 pessoas deixaram de viver na condição de sem-abrigo nos últimos três anos, entre 2020 e 2022.
A incerteza permanecerá em 2024. E os bancos devem estar preparados para enfrentar uma série de desafios financeiros, inflacionistas, geopolíticos e de abrandamento económico. Por isso mesmo, o Banco Central Europeu (BCE) manterá inalterados os requisitos de capital, já que os bancos têm reservas e liquidez sólidas, embora exija que a banca fortaleça a resiliência a choques macrofinanceiros e geopolíticos imediatos.
Os chineses mais ricos há muito que decidiram procurar casas melhores em países como os Estados Unidos (EUA), Singapura ou Tailândia, mas agora estão a mudar de destinos e começam também a colocar a mira no Japão.
Rodeada pelo oceano Atlântico, a região da Madeira tem-se destacado como um local ideal para visitar e também para viver. A beleza natural, clima ameno, segurança e qualidade de vida que a Madeira oferece tem agarrado os madeirenses às suas origens e tem também encantado cada vez mais nómadas digitais e estrangeiros. Mas nem tudo corre bem nestas ilhas portuguesas: o acesso à habitação para os residentes locais tornou-se mais desafiante, devido à crescente procura por cidadãos internacionais, a par do elevado custo de vida e dos juros no crédito habitação. Como os estrangeiros têm maior poder de compra, acabam por impulsionar a procura, elevando os preços das casas, que ficam menos acessíveis aos bolsos dos madeirenses. É precisamente isto que dizem os especialistas ouvidos pelo idealista/news, nesta reportagem que aborda o estado da habitação na Madeira.
As famílias portuguesas preferem ser proprietárias da sua residência. Mas nem todas têm capacidade financeira para ter uma casa própria, sobretudo as mais jovens. Já em 2020, dois em cada três jovens arrendatários admitiram que preferiam comprar casa, mas não tinham condições financeiras para o fazer. E, hoje, tudo indica que o acesso à habitação para comprar por parte dos jovens terá piorado, um momento em que o poder de compra diminuiu, as casas à venda continuam caras e os juros no crédito habitação estão bem mais elevados.
Um ponto de viragem na economia portuguesa está a surgir no horizonte. Depois das famílias terem enfrentado uma elevada inflação, redução do poder de compra e altos juros, tudo indica que o próximo ano dará maior estabilidade aos orçamentos familiares. Isto porque a recente redução da inflação, a par da dinâmica do emprego e dos salários, vão contribuir para elevar o rendimento real das famílias. E também as taxas Euribor já estão a dar sinais de descida, embora que ligeiros, permanecendo, ainda assim, em níveis elevados. Por tudo isto, o Banco de Portugal (BdP) antecipa que as poupanças das famílias vão subir de 6,4% este ano para 8,4% já em 2024. Mas, com estas poupanças, as famílias endividadas deverão “reduzir mais expressivamente as suas despesas” com o crédito habitação.
Tal como antecipavam os mercados, a Reserva Federal norte-americana (Fed) anunciou esta quarta-feira, dia 13 de dezembro, que decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 5,25% e 5,50%. Mas o presidente da Fed, Jerome Powell, avisou que o controlo da inflação ainda não está garantido. De qualquer forma, a Fed dá sinais de que pode descer os juros para 4,6% até ao fim de 2024.
Sabemos que trabalhar em casa se tornou a realidade de muitas pessoas, principalmente depois da pandemia da Covid-19. Por isso mesmo, ter as condições adequadas de conforto, iluminação e espaço é fundamental para realizar as tarefas laborais.
“É necessário que sigamos a criar condições para que o investimento continue a entrar em Portugal para reforçar o mercado e o parque habitacional das cidades e responder à crise da habitação”. O alerta é dado por Elisa Navarro, Diretora Geral da MVGM Iberia, em entrevista ao idealista/news. Apesar do contexto nacional ser de incerteza, marcado por instabilidade governativa e por uma crise habitacional que parece ter vindo para ficar, há motivos para manter o otimismo, até “porque o setor imobiliário tem demonstrado até aqui enorme resiliência”, diz. Considera, no entanto, que “é urgente” continuar “a refletir sobre o estado da habitação” e a discutir de forma “ampla as melhores soluções”, envolvendo neste “debate todos os intervenientes, do setor público ao privado”.
O mercado de venda de crédito malparado (ou NPL, sigla para a expressão inglesa Non-Performing Loans) deve atingir este ano em Portugal os 1.400 milhões de euros, um valor que representa uma diminuição de 18% face a 2022, segundo o estudo da Prime Yield ”Investing in NPL in Iberia 2023”. O país continua, de resto, a fazer progressos na diminuição do crédito que está em incumprimento no sistema financeiro nacional, apesar do ritmo de redução deste tipo de empréstimos estar mais lento.
O transporte de passageiros em Portugal continuou a crescer no verão de 2023. Só os aeroportos nacionais movimentaram 20,9 milhões de passageiros entre julho e setembro deste ano, mais 13,1% face ao mesmo período do ano passado. E os utilizadores dos comboios subiram 19,1%, em termos homólogos, para 53,2 milhões de passageiros transportados.
O Governo quer saber onde começam e acabam as propriedades em Portugal, bem como quem são os respetivos donos. E, para isso, avançou com o processo simplificado de georreferenciação no Balcão Único do Prédio (BUPi), que já conta com 1,94 milhões de prédios rústicos, prevendo-se chegar ao fim do ano com dois milhões de registos. Isto quer dizer que serão conhecidos os donos de 30% da área geográfica dos 153 municípios do país que não dispõem de cadastro predial.
No terceiro trimestre de 2023, as despesas de consumo final das famílias residentes em Portugal cresceram, em volume, 0,9% face ao mesmo período do ano passado. Trata-se de uma subida homóloga inferior à verificada o segundo trimestre (1,3%) – e nos trimestres anteriores –, segundo dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se da subida mais lenta dos gastos familiares desde o pico da pandemia, no início de 2021.
O edifício Prisma, situado no cruzamento da Avenida da Boavista com a Rua de António Cardoso, no Porto, iniciou a sua comercialização no passado mês de outubro e é já um verdadeiro sucesso de vendas: foram transacionadas, ainda em planta, 84% das unidades.
Singapura foi mais uma vez classificada como a cidade mais cara para se viver, dividindo o primeiro lugar com Zurique este ano, segundo o Worldwide Cost of Living 2023 da Economist Intelligence Unit (EIU). Relatório adverte que a crise global do aumento custo de vida ainda não acabou.