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Depois de ter ameaçado em novembro, e apesar dos pedidos do setor imobiliário para que apenas fossem feitos ajustes ao programa, António Costa vai mesmo colocar um ponto final nos vistos gold em Portugal. O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira, dia 16 de fevereiro, que este regime de autorização de residência a estrangeiros (ARI) vai deixar de vigorar, nas suas palavras, com o "objetivo de acabar com a especulação imobiliária". Em declarações aos jornalistas no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, após um Conselho de Ministros exclusivamente dedicado à habitação, o líder do Governo socialista, de maioria absoluta, esclareceu que em causa está o fim da “concessão de novos vistos gold".
Hoje, a falta de oferta de casas é uma “preocupação central” do país. E foi por isso mesmo que o Governo de António Costa criou várias medidas no novo pacote legislativo “Mais Habitação”, que visam aumentar o número de imóveis afetos a uso habitacional. Uma delas vem mesmo permitir que os imóveis autorizados para comércio e serviços possam ser convertidos em habitação, sem que para isso seja necessária qualquer licença. Outra medida passa por disponibilizar terrenos e edifícios públicos aos privados para a construção de habitação acessível.
O pacote do Governo para combater a crise habitacional no país é apresentado esta quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023. Ainda assim, as autarquias tentam, com as suas próprias ferramentas e estratégias, enfrentar as dificuldades vividas nas suas cidades. É o caso da Câmara Municipal do Porto, focada em criar mais oportunidades no mercado de arrendamento acessível.
A dinâmica do arrendamento em Portugal tem espelhado bem a lei da oferta e da procura, que ajusta os preços das casas. A procura de casas para arrendar mais que duplicou em 2022, tendo absorvido a oferta disponível no mercado, de tal forma que, no final do ano passado, o stock de habitação atingiu o nível mais baixo desde 2019. Já os preços das casas para arrendar subiram a alta velocidade ao longo de 2022, tendo terminado o ano registando o valor médio recorde de quase 13 euros/m2, aponta relatório anual do idealista/data. O mesmo comportamento foi observado no mercado de Lisboa e do Porto.
A Câmara Municipal do Porto aprovou a proposta de nova regulamentação do Alojamento Local na cidade. A autarquia distingue as “áreas de contenção” das “áreas de crescimento sustentável” e garante que não pretende proibir a atividade, mas sim “valorizar projetos que acrescentem valor à cidade, do ponto de vista da sua reabilitação e regeneração urbana”.
As associações de proprietários duvidam da eficácia do novo pacote legislativo sobre habitação que o Governo vai aprovar esta semana e pedem estabilidade e reversão de medidas gravosas.
Escolher um imóvel não é uma tarefa simples, trata-se afinal de um compromisso económico que vai influenciar o teu estilo de vida, hábitos e relações familiares.
O panorama do mercado residencial português não é animador para quem pretende comprar casa. A oferta de casas no mercado é insuficiente e o parque habitacional está envelhecido. Além disso, os preços das casas não pararam de aumentar ao longo de 2022, mesmo com a alta inflação e a subida dos juros. Neste contexto, comprar uma casa nova tornou-se num desafio, já que a construção não acompanha as necessidades da procura, levando a que as habitações novas custem mais 32% que as casas usadas, revela relatório anual do idealista/data. Há ainda 6 cidades onde esta diferença é superior a 50%.
Vai nascer uma nova residência de estudantes no país vizinho, em Valência, no valor de 30 milhões de euros. O projeto resulta de uma parceria entre as gestoras de ativos Heed Capital (antiga Dunas Capital) e IP Investment Management e a promotora imobiliária Amro Partners.
Em Portugal, o mercado residencial manteve-se estável e resiliente durante vários meses, mesmo depois de ter eclodido a guerra da Ucrânia, que fez subir a inflação e os juros no crédito habitação. Foi só no último trimestre de 2022 que os efeitos deste novo cenário económico começaram a ser sentidos, refletindo-se num arrefecimento da procura nacional pelas casas à venda, que se espelhou num menor número de casas vendidas. Por outro lado, os estrangeiros estão cada vez mais interessados em comprar casa em Portugal, aponta relatório anual do idealista/data.
O ano de 2022 foi marcado pelo eclodir da guerra na Ucrânia, que estremeceu uma economia ainda fragilizada pela pandemia. A inflação e os juros no crédito habitação escalaram, enquanto o poder de compra caiu. E como é que este novo contexto impactou o mercado residencial em Portugal? O setor deu provas de resiliência. Mas no final de 2022 já se sentiu um abrandamento da procura de casas para comprar, bem como do montante total concedido em crédito habitação. Já o mercado de arrendamento esteve particularmente dinâmico ao longo do ano passado, mostra o relatório anual do idealista/data de 2022.
A Pepco, rival polaca da Primark e do Ikea, vai chegar a Portugal. A primeira loja abre portas em Coimbra, em maio, mas o objetivo é chegar às mais de 30 lojas no país este ano. Retalhista prevê contratar mais de 300 pessoas.
O panorama da habitação em Portugal foi traçado pelos dados dos Censos 2021, que revela mesmo um país de extremos. A falta de casas para comprar e arrendar – e a preços acessíveis aos bolsos das famílias – é uma questão que está na ordem do dia. Até porque, afinal, o número de alojamentos sobrelotados aumentou 17,11% na última década. Mas, mesmo assim, nunca se construiu tão pouco em dez anos como entre 2011 e 2021. Além disso, há ainda mais de 700 mil habitações vazias no país.
Mais de um terço (35,8%) dos edifícios em Portugal precisam de reparações, com 9,4% a necessitar de reparações médias e 4,6% de reparações profundas, revela um estudo apresentado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Qantara Capital, empresa privada suíça de investimento e consultoria, está a desenvolver um parque logístico em Grândola, que já conta com um investimento de 500 milhões de euros.
As casas em Portugal continuam a ficar mais caras, muito embora o ritmo de subida dos preços já esteja a abrandar em grandes cidades. A verdade é que os preços das casas têm evoluído a uma maior velocidade do que os rendimentos das famílias. E, por isso, muitas recorrem a financiamento bancário para comprar casa. Mas os dados do Censos 2021 revelam que, afinal, cerca de 62% das habitações ocupadas pelos próprios proprietários não têm encargos com a aquisição de habitação.
Para os estrangeiros, Portugal continua a ser um destino de eleição para comprar ou arrendar casa. O clima ameno, a qualidade de vida, a segurança e os regimes fiscais atraem cada vez mais estrangeiros e nómadas digitais para viver e investir no país. A verdade é que nem a pandemia, nem a guerra na Ucrânia arrefeceram o interesse internacional em comprar casa em Portugal. E no mercado de arrendamento, registou-se ainda uma subida da procura internacional entre o final de 2019 e o final de 2022, uma dinâmica gerada, sobretudo, pelos cidadãos brasileiros, apontam os dados do idealista/data.
A imobiliária americana de luxo The Agency, conhecida pela série da Netflix “Buying Beverly Hills”, chegou a Portugal e vai contratar 30 pessoas, tendo como objetivo no primeiro ano angariar 500 milhões de euros em imóveis.
A famosa cantora de Nova Iorque, de ascendência porto-riquenha, pendurou a placa "For Sale" nesta peculiar mansão com nove quartos e 13 casas de banho por 42,5 milhões de dólares, cerca de 38,7 milhões de euros à taxa de câmbio atual.
O edifício Golden Gate, no centro do Funchal (Madeira), foi vendido por sete milhões de euros a uma empresa do Porto do ramo da hotelaria e imobiliário. A venda decorrerá através da Direção Regional do Património.