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Resultados da pesquisa
O furacão da inflação chegou em 2022, mexendo - e muito - com a dinâmica do mercado imobiliário. Os dados do idealista mostram que as casas para comprar ficaram 6,4% mais caras em dezembro de 2022 face ao mesmo mês do ano anterior, dado o aumento dos custos da construção, mas sobretudo pela falta de oferta para a alta procura. Este salto foi inferior à subida da inflação registada nesse mês (9,6%). Mas os dados também revelam que 14 capitais de distrito viram os preços das casas à venda a subir mais do que a inflação. O mesmo se verificou em 20 das 24 cidades com mais de 100 mil habitantes.
Há momentos na vida em que sentimos que nos falta uma renovação de ares. Ambicionamos algo novo e diferente que traga cor à nossa vida. Há quem decida mudar de emprego, de carro ou até mesmo de casa.
Quem decide comprar um apartamento renovado sabe bem aquilo que está à procura.
Arcoverde – new urban living. Assim se chama o projeto residencial que vai nascer em Oeiras em 2024 pelas mãos das promotoras imobiliárias belgas Krest Real Estate investments (Krest) e a Revive. É, de resto, a primeira parceria entre as duas empresas. Em causa estão oito edifícios com 200 apartamentos de tipologias T1 a T4.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez trazemos uma bela penthouse com vista panorâmica de 360 graus da baía de Palma de Maiorca e a poucos metros da praia. Está à venda por 3,2 milhões de euros.
A inflação chegou em 2022 e fez subir ainda mais os preços das casas no nosso país. Além disso, construir uma habitação ficou mais caro e o acesso ao crédito habitação mais difícil, uma vez que os juros deram o salto. Neste contexto, importa saber quais são os 25 municípios mais baratos para comprar casa em Portugal. Segundo o estudo do idealista é mesmo Nisa, no distrito de Portalegre, que ocupa o primeiro lugar. Em dezembro de 2022, os proprietários pediram, em média, 420 euros/m2, o preço mais barato de todo o país, aponta o estudo do idealista, o Marketplace imobiliário de Portugal.
O Programa Nacional de Habitação (PNH) proposto pelo Governo socialista de maioria absoluta obteve luz verde no Parlamento. O programa inclui um conjunto de 22 medidas para “salvaguardar o direito à habitação” e “garantir o acesso de todos a uma habitação adequada”. E, para que isso seja possível, está previsto investir um total de 2.377 milhões de euros só para reforçar o parque público habitacional. O idealista/news analisou à lupa a proposta de lei aprovada e explica quais são as 22 medidas previstas no Programa Nacional de Habitação que vão ser colocadas em prática até 2026.
Quantas vezes já te deparaste com dezenas e dezenas de talões na carteira que um dia vão todos diretamente para o caixote do lixo? E quantas vezes te deste conta que um talão de troca foi no meio dos outros talões?
São responsáveis pela assessoria e divulgação de negócios imobiliários de milhões de euros. Estão em contacto direto com proprietários e investidores. Sabem, melhor que ninguém, que transações podem estar na calha e que imóveis ou carteiras imobiliárias vão chegar ao mercado. Falamos das consultoras imobiliárias, que têm uma visão geral do setor. O que esperar, então, do ano de 2023? Portugal continuará no radar dos investidores? Athena Advisers, B. Prime, CBRE, C&W, JLL, Savills e Worx revelam ao idealista/news quais as suas perspetivas, dando resposta a estas e outras perguntas.
A Câmara de Vila Nova de Gaia quer suspender por seis meses os novos registos de alojamento local e criar um regulamento municipal para tentar “regular melhor” o mercado e contribuir para a redução de preços no arrendamento
O diagnóstico está feito: continua a faltar habitação em Portugal. Quer para comprar, quer para arrendar. E há um segmento com potencial para dar resposta a uma parte do problema no país, mas que não está a conseguir “deslocar”. Trata-se do multifamily (ou Build to Rent), um segmento alternativo focado na habitação construída de raiz destinada ao mercado de arrendamento, que em Portugal continua a “esbarrar” na elevada carga fiscal e nos atrasos dos processos de licenciamentos.
Os nómadas digitais de todo o mundo estão de olhos postos em Portugal. Em outubro de 2022 entrou em vigor a nova lei que permite aos estrangeiros trabalhar remotamente a partir do nosso país durante um ano. Os chamados vistos para nómadas digitais têm vindo a atrair trabalhadores de todo mundo de tal forma que, de lá para cá já, foram emitidos cerca de 200 vistos em Portugal.
Vai chama-se Domaine de Vilamoura e será um empreendimento com 159 apartamentos direcionados para o turismo sénior. A primeira pedra do projeto foi lançada esta quinta-feira (19 de janeiro de 2023), estando em causa um investimento de 47 milhões de euros que resulta de uma parceria entre a Nexity Portugal, o Grupo Aegide e a Perial Asset Management. A exploração do projeto, localizado em Vilamoura (Algarve), estará a cargo da Domitys e serão criados mais de 50 postos de trabalho.
A estação ferroviária Coimbra-B terá uma nova cara. O plano urbanístico para a nova estação já foi apresentado esta quarta-feira, dia 18 de janeiro, pela Câmara Municipal de Coimbra e pela Infraestruturas de Portugal (IP). A ideia passa não só por modernizar a atual infraestrutura, como também por prepará-la para receber a linha de alta velocidade. Em concreto, a nova estação será um edifício ponte construído sobre as linhas ferroviárias, onde irão confluir os vários modos de transporte. À sua volta há espaço para construir um bairro composto por habitações e serviços.
Os preços das casas para comprar estão a subir a alta velocidade em vários países do mundo. E para travar este aumento, há países proibir os estrangeiros não residentes de comprar casas, como é o caso do Canadá e da Nova Zelândia. Mas será esta uma estratégia a adotar em Portugal, onde os preços das casas também estão em alta? Os especialistas de mercado consideram que não e defendem outras alternativas.
O emblemático e histórico Edifício Monumental, localizado em Lisboa e propriedade da Merlin Properties, é a nova “casa” da Comissão Executiva do Conselho de Administração do BPI e de cerca de 1.000 colaboradores das empresas do Grupo CaixaBank em Portugal. São ao todo 14.000 metros quadrados (m2) de escritórios, num total de 11 pisos.
Os norte-americanos da Värde Partners estão empenhados em vender a portuguesa Imopólis, que gere um conjunto de edifícios de escritórios em Portugal. Mesmo depois de ter falhado a sua venda em 2022, os norte-americanos continuam à procura de um potencial comprador para a sociedade portuguesa que esteja disposto a pagar cerca de 250 milhões de euros.
A falta de habitação digna é uma questão urgente em Portugal. Há várias políticas de habitação em marcha, como é o caso do Programa 1º Direito, que vai contar com um reforço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Mas não chega para dar casas dignas e a preços acessíveis a todas as famílias que delas precisam. “Com a carga fiscal e todos os custos de contexto, é quase impossível construir habitação acessível, tanto pela via privada como pela pública”, partilham com o idealista/news os autores do livro “Políticas Locais de Habitação” Álvaro Santos, Miguel Branco-Teixeira e Paulo Valença.
Tens procurado um terreno com licença de construção aprovada para construir a casa com a qual sempre sonhaste?
O imobiliário continua a ser visto como “um porto seguro” em momentos de incerteza, e Portugal um país atrativo para quem quer investir. Apesar da pressão sentida sobre o setor, devido ao aumento das taxas de juro, abriu-se uma janela para o capital privado, à procura de oportunidades num cenário “particularmente atraente face à escassez de propriedades prime nos mercados residencial e comercial”, segundo diz Marta Espírito Santo, Head of International Relations da Quintela e Penalva | Knight Frank em entrevista ao idealista/news. Para a responsável, imobiliário é visto como uma "proteção contra a inflação" e uma vantagem "devido aos benefícios de diversificação de portfólio que oferece".
As alterações climáticas são uma realidade, e os eventos extremos cada vez mais frequentes. Desde períodos de seca prolongada a mau tempo e inundações, como as que atingiram as regiões de Lisboa e Porto nas últimas semanas, e que provocaram grandes estragos. A frequência destes fenómenos poderá vir a agravar os seguros das casas, especialmente em zonas de risco.