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A 11ª edição do Traveler Review Award, publicado pelo Booking, elaborou, entre outros, o ranking dos destinos turísticos mais acolhedores do mundo. O top 10 é liderado por uma localização no sul da Itália – uma zona perfeita para umas férias, por exemplo. Se estiveres a planear o que fazer em 2023, fica atento a esta lista de vilas e cidades.
A Galp diz que era “expectável” que os terrenos onde funcionou a refinaria em Matosinhos tenham de ser “objeto de remediação”, depois da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) revelar que os solos e as águas subterrâneas estão contaminados. A APA revelou esta quinta-feira, dia 2 de fevereiro de 2
A carteira das famílias tem vindo a ser pressionada pela alta inflação e pela subida a pique das prestações da casa. Isto porque as taxas Euribor continuam a aumentar de braço dado com as taxas de juro diretoras do BCE, as quais voltaram, aliás, a subir em 50 pontos na quinta-feira. Este cenário tem vindo mesmo a sufocar muitos agregados, que na dificuldade de pagar a prestação, escolhem mudar para casas mais baratas, tal como explicam especialistas de mercado ao idealista/news. Mas esta tendência não se sente, de momento, em todos os negócios imobiliários, nomeadamente no segmento de luxo.
Na hora de encontrar uma nova casa para morar há, sobretudo, dois fatores que têm maior peso: a localização e o preço. A verdade é que ambos andam de dão dadas: é no litoral que há maior procura de casas para comprar e é também aqui que os preços das habitações são mais altos. Já no interior do país, onde há uma menor procura, as casas à venda apresentam valores bem mais baixos. É isso mesmo que confirmam os dados do INE esta quinta-feira divulgados. Fica a conhecer quais são os preços das casas de cada município de Portugal neste mapa preparado pelo idealista/news.
“Portugal está no radar do investimento imobiliário”. “Portugal é um refúgio para os investidores imobiliários”. Estas são algumas das ideias que vários players do setor, entre eles mediadores, consultores e promotores, têm vincado ao longo dos últimos anos. E a verdade é que o país parece continuar a ser um destino apetecível, quer numa ótica de investimento particular, através da compra de casas, por exemplo, quer numa perspetiva institucional, com fundos que estão particularmente atentos a negócios imobiliários em solo nacional. Continuará a ser esta uma tendência, em tempos conturbados como os que se vivem, marcados por inflação alta e taxa de juros a subir? A resposta a esta e outras perguntas é dada por quem anda no terreno, os promotores imobiliários.
Quem procura uma nova casa para morar vai deparar-se com os altos preços das habitações à venda. E vai ainda encontrar ofertas de crédito habitação bem mais caras, dada a subida dos juros. Mas há boas notícias para quem está disposto a mudar de localização ou regressar às origens: contam-se 254 municípios portugueses onde os preços das casas à venda são inferiores à mediana nacional, de 1.446 euros/m2, apurada entre outubro de 2021 e setembro de 2022 pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Estes são os 10 municípios mais baratos comprar casa em Portugal.
Entre 2019 e 2022, verificou-se um agravamento do acesso dos portugueses à habitação. O problema passa pela perda de poder de compra da população, com os preços das casas a atingirem uma subida média de 38%, a nível nacional, enquanto o aumento do rendimento disponível das famílias, no mesmo intervalo de tempo, se fixou apenas nos 9%, na média das capitais de distrito. Em causa estão dados da nova edição do estudo “Acessibilidade à Habitação em Portugal”, realizado pela Century 21 Portugal.
Arrendar uma casa de 90 metros quadrados (m2) em Lisboa custa o triplo do que se paga, por exemplo, em Beja, a cidade com arrendamento mais barato do país. A capital apresenta um preço médio de 1.161 euros, um valor que não dista muito da média dos 1.017 euros cobrados na área metropolitana. As cidades do interior continuam a ser as mais acessíveis, mantendo uma tendência registada desde 2018, indica o mais recente estudo "Acessibilidade à Habitação em Portugal” da Century 21 Portugal.
O sonho de ser propietário de uma casa em Portugal está cada vez mais difícil de concretizar. Quer pela subida dos preços da habitação ao longo dos últimos anos, quer pelo agravamento das condições macroeconómicas: perda de rendimentos e consequente poder de compra, elevada inflação e subida dos juros. Um estudo divulgado pela Century 21 Portugal, sobre a "Acessibilidade à Habitação em Portugal”, revela que comprar uma casa de 90 metros quadrados (m2) no país custa mais 25.000 euros que há três anos.
O atual contexto económico está a mudar o mercado residencial em Portugal. A subida dos juros no crédito habitação, a alta inflação e a perda de confiança dos consumidores estão a arrefecer a compra de casas no país, muito embora a procura de casas continue a ser superior à oferta existente. Esta atual dinâmica está a refletir-se nos preços das casas: segundo o INE, observou-se uma desaceleração dos preços em 12 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes no terceiro trimestre de 2022. E foi em Guimarães e no Porto onde este abrandamento dos preços das casas foi maior.
O número médio de filhos por núcleo familiar está cada vez mais baixo em Portugal. O aumento do custo de vida e as dificuldades económicas continuam a ser apontadas como principais razões para esta diminuição.
Encontrar uma casa para arrendar em Portugal continua a não ser tarefa fácil em 2023. Há pouca oferta de habitação para a procura existente. E as rendas das casas colocadas no mercado estão cada vez mais altas, tornando-se menos acessíveis aos bolsos dos portugueses, que já têm vindo a ser pressionados pela inflação. O índice de preços do idealista revela que as casas para arrendar no nosso país ficaram 1,6% mais caras em janeiro de 2023 face ao mês anterior. Isto quer dizer que arrendar casa tinha um custo mediano de 13,1 euros/m2 no final de janeiro deste ano.
Os senhorios que não estão obrigados a emitir recibos eletrónicos de renda têm até esta terça-feira (31 de janeiro de 2023) para entregar a declaração anual com o valor que receberam em 2022, sendo que desta vez têm obrigatoriamente de a submeter pela internet.
Lá de vez em quando a chuva em Portugal parece não dar tréguas.
Em 2022, nasceram em Portugal 48.404 empresas, mais 14,3% que em 2021. Trata-se, ainda assim, de um número ligeiramente inferior ao registado em 2019, ou seja, na pré-pandemia Covid-19. Os setores do imobiliário e da construção contribuíram de forma decisiva para este acréscimo, tendo registado aumentos de 7,1% e 5,9%, respetivamente.
Um milhão de euros. Este foi o valor pago no início do ano por um investidor privado de origem brasileira por uma loja na Baixa do Porto, num edifício reabilitado na Rua Mouzinho da Silveira. Em causa está um espaço comercial que ocupa uma área de 171 metros quadrados (m2) que está arrendado – desde 2018 e com um contrato de longo-termo – à Luzzo Pizzaria, uma cadeia nacional de restauração que opera em regime de franchising e conta já com 27 restaurantes em todo o país.
Ao longo de 2022, as casas à venda ficaram bem mais caras no nosso país, devido sobretudo, à falta de oferta de casas para a alta procura, a par da alta inflação, subida dos custos de construção e juros. Mas janeiro de 2023 arranca com uma tendência de estabilização dos preços das casas face ao mês anterior. No entanto, este não é um cenário visível em todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 12 capitais de distrito, entre dezembro e janeiro, com Santarém a liderar as subidas (6,2%). Os preços das casas subiram 1,2% no Porto, sendo que em Lisboa registaram uma quebra de 0,6% neste período, aponta o índice de preços do idealista.
Foi mesmo a fechar o ano que a venda do “enguiçado” Projeto Crown ficou consumada. Aquele que foi o maior negócio imobiliário de 2022 ficou selado por 850 milhões de euros, tendo a Davidson Kempner European Partners comprado um vasto portfólio de ativos que era detido, entre outros, pela ECS. Outros ativos foram, no entanto, retirados da carteira transacionada, tendo ficado nas mãos das entidades vendedoras. Um deles, o empreendimento do Morgado do Reguengo, no Algarve, foi repartido pela CGD, BCP, Novo Banco e Santander, um ativo avaliado em 140 milhões de euros.
O centro comercial La Vie, que inicialmente se chamava Porto Grande Plaza, foi inaugurado em 2007 pelas mãos da Martifer, que nele investiu 65 milhões de euros. O shopping localizado na Baixa da Invicta – teve como inquilinos, entre outros, a Decathlon, a Rádio Popular e o Minipreço – acabou por não vingar e foi parar às mãos da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que o tentava vender há já algum tempo. Um processo que está prestes a chegar ao fim.
Depois do período pandémico voltado para o teletrabalho, as empresas e os trabalhadores estão a regressar aos escritórios em força. Este movimento leva mais empresas a arrendar espaços para instalarem os seus escritórios. É isso mesmo que se tem sentido em Lisboa e no Porto. A ocupação de escritórios na capital portuguesa somou 272 mil metros quadrados (m2) em 2022, um “valor histórico” para o setor em Lisboa. E no Porto o mercado de escritórios também esteve dinâmico durante o ano passado.