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Arrendar casa em Portugal está a ficar mais caro, tal como comprar casa. Mas, ainda assim, muitas das pessoas a viver em Portugal optam pelo mercado de arrendamento, de tal forma que a procura continua a ser muito superior ao stock de casas para arrendar. Os dados mais recentes do idealista mostram isso mesmo: a oferta de casas para arrendar em Portugal desceu 53% no terceiro trimestre de 2022, face ao stock que estava disponível no mesmo período de 2021, mostra o estudo do principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, defendeu esta sexta-feira (21 de outubro de 2022) a necessidade de o Estado aprovar uma lei relativamente à habitação e arrendamento que se mantenha “durante 20 anos”, para garantir a "confiança” dos investidores privados.
Depois de os novos registos de Alojamento Local (AL) no Porto terem sido suspensos no centro histórico e no Bonfim, a Câmara Municipal do Porto está a preparar-se para dar início à criação do regulamento municipal para o crescimento sustentável do AL na cidade.
A Câmara Municipal do Porto está a estudar os investimentos previstos no orçamento municipal para 2023. E para cobrir estes projetos no concelho da Invicta, a autarquia quer contratar um empréstimo de 50 milhões de euros. Entre estes investimentos está a construção de casas de renda acessível na freguesia de Lordelo do Ouro, por um montante de 15 milhões de euros.
A “feroz competição” no que respeita aos escritórios “verdes” e energeticamente eficientes começa a evidenciar-se, segundo a Savills. A consultora verificou que, em 20 cidades no mundo, os escritórios com certificações sustentáveis representam atualmente uma média de 22% do stock total. A análise mostra que a oferta não dá resposta à procura, e revela um interesse crescente por este tipo de espaços nos mercados de Lisboa e Porto.
Os donos da Quinta da Pacheca continuam a avançar com a sua estratégia de expansão em Portugal. Acabaram de adquirir mais uma propriedade no Alentejo dedicada ao enoturismo, a Herdade da Rocha. Com este negócio, o Grupo Terras & Terroir pretende continuar a “valorizar o potencial de todas as regiões portuguesas que se dedicam à produção de vinho”.
Ter uma obra de arte em casa é o sonho de muitas pessoas. Mas, por vezes, é difícil imaginá-la numa parede, por exemplo, se se tratar de um quadro ou de uma pintura. Para facilitar esta tarefa, a RedCollectors, plataforma digital para a compra de arte online, desenvolveu uma nova funcionalidade: a 'Art on a Wall'. Através dela, e graças à tecnologia, é possível ver como uma obra de arte fica numa parede ou mesmo na tua própria casa, graças à realidade aumentada.
O contexto económico atual está repleto de desafios e incertezas, mas se há setor que tem dados boa resposta em momentos de crise é o imobiliário. E há alguns indicadores que mostram que o negócio imobiliário, nomeadamente o da promoção, está de boa saúde. Na Área Metropolitana do Porto (AMP), por exemplo, foram vendidos dois edifícios, o Via Gaia e o Júlio Dinis, que passaram a estar nas mãos do grupo israelita Fortera e da Horizonte Urbano Group. Serão os dois renovados, sendo que o primeiro será de escritórios e o segundo residencial.
O empresário português Mário Ferreira vendeu um hotel de luxo em Vila Nova de Gaia a um fundo espanhol gerido pela Azora Capital. Trata-se do The Lodge Hotel, que se situa junto ao rio Douro. O negócio deverá ter sido fechado por cerca de 40 milhões de euros, o mesmo valor que o empresário iria receber do empréstimo ao Banco de Fomento, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), se o crédito não tivesse sido cancelado.
Vivem-se tempos conturbados e de incerteza um pouco por todo o mundo. Um cenário – de inflação alta, taxas de juro a crescer e custos de construção a aumentar, entre outros fatores – que também terá impacto na mediação imobiliária. Estes são temas que serão, seguramente, abordados esta quinta-feira (20 de outubro) no Imocionate 2022, que se realiza no Centro de Congressos do Estoril. “O imobiliário continua a ser um bom sítio para proteger o valor das poupanças”, diz ao idealista/news o economista Nadim Habib, um dos oradores do evento.
“É um ano muito estranho este que estamos a viver. A nós corre bem. É um sentimento um pouco esquizofrénico”. É desta forma que Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, inicia a apresentação da 39ª edição do Marketbeat Portugal. Segundo a consultora, 2022 pode ser um ano de recordes em termos de investimento em imobiliário comercial, com vários negócios em pipeline e em vias de “sair do papel” até final do ano, o que permite concluir que Portugal continua no radar dos investidores estrangeiros. Não há, no entanto, como fugir ao contexto atual, marcado por alta inflação, taxas de juro a subir e elevados custos de construção, por exemplo, pelo que se antevê que haja um travão no investimento em 2023.
A Adidas vai dispensar cerca de 300 colaboradores na Maia devido a “mudanças na estrutura organizacional” da empresa, que vai deslocar serviços para fora de Portugal, segundo informação avançada pela multinacional. A Adidas esclarece que as mudanças anunciadas vão ocorrer até ao verão de 2023 mas salienta que “o Porto vai continuar a ter um papel importante na companhia”.
A obrigatoriedade de instalação de painéis solares nos novos edifícios e nos renovados para ajudar a baixar os preços da energia, deve ser uma realidade até ao verão de 2023, segundo um relatório do Oeko-Institut e da Rede de Ação Climática.
Em comunicado, a Zero, que cita um relatório do Oeko-Inst
Até há bem pouco tempo existia na cidade Invicta um vazio urbano. O antigo Matadouro do Porto, localizado em Campanhã, esteve desativado durante 20 anos. E, agora, está a ser transformado num novo centro empresarial, cultural e social da cidade. A primeira fase dos trabalhos no local já está concluída seguindo-se uma nova fase das obras levada a cabo pela EMERGE, uma empresa subsidiária do grupo Mota-Engil, que vai investir 40 milhões de euros nesta reabilitação. Está, portanto, tudo encaminhado para que esta nova centralidade da cidade do Porto abra portas ao público em outubro de 2024.
A procura de casas para comprar continua em alta em Portugal, mesmo num contexto de alta inflação e subida de juros no crédito habitação, que tem encolhido o poder de compra das famílias. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) espelham isso mesmo: só entre abril e junho deste ano foram transacionadas 43.607 habitações, traduzindo-se num crescimento de 4,5% face ao mesmo período 2021. E este aumento da venda de casas explica, em parte, a descida da oferta de habitações no mercado, bem como a continuada subida de preços. O stock de casas à venda no país caiu 23% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2021, aponta um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
A fileira do imobiliário e da construção vive, hoje, vários desafios. E um deles passa por tornar a construção mais sustentável, contribuindo para a economia circular. Esta é uma questão que vai estar no centro de debate da Concreta - Feira de Arquitetura, Construção, Design e Engenharia, que arranca esta quinta-feira, dia 13 de outubro, no Porto. Até porque, hoje, “os arquitetos e engenheiros (…) têm cada vez mais atenção à origem e aos impactos, por exemplo, dos materiais utilizados na construção, contribuindo para uma menor pegada ecológica, maior durabilidade dos projetos”, explica Amélia Estêvão, diretora de marketing da Exponor, em entrevista ao idealista/news.
Mais de 940 novos pedidos de Alojamento Local (AL) foram submetidos desde que a Câmara do Porto anunciou que pretendia avançar com a suspensão nas freguesias do centro histórico e do Bonfim, revelou esta terça-feira (11 de outubro de 2022) a autarquia.
A Assembleia Municipal do Porto (AMP) aprovou esta segunda-feira (10 de outubro de 2022) a suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) nas freguesias do centro histórico e do Bonfim, com a oposição a considerar que a decisão “peca por tardia”. Proprietários e a ALEP – Associação do Alojamento Local em Portugal lamentam decisão.
Portugal introduziu critérios mais rigorosos para a obtenção dos chamados vistos gold, mas mantiveram-se inalterados os montantes limite para o investimento imobiliário, enquanto foram aumentados para outras área de investimentos, refere a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) no seu relatório sobre migrações.
Comprar uma casa para colocá-la a arrendar é opção para muitas pessoas que pretendem ganhar um rendimento extra ao final do mês. Mas, afinal, qual é a rentabilidade bruta do negócio do arrendamento em Portugal? Um estudo do idealista mostra que a rentabilidade bruta da compra de uma casa em Portugal para arrendar foi de 5,9% no terceiro trimestre de 2022, menos que em plena pandemia (6,5%).