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Com pandemia, a casa passou a ser, literalmente, o centro de tudo. E por isso não é de estranhar o ‘boom’ sentido no segmento da remodelação e decoração de interiores e exteriores.
Com o novo ano à porta, surgem também os planos e ideias para tornarmos as nossas casas mais acolhedoras - desde grandes obras ou simplesmente a pequenas remodelações. Mas afinal, o que querem os portugueses para os seus lares em 2022?
Nos últimos dois anos, a pandemia mudou o mundo. Impactou tudo e todos, e o imobiliário não foi exceção.
Com a mudança de horário e a chegada do frio (e do quase inverno), os dias ficam mais pequenos e cinzentos. Mas, afinal, como ter mais luz natural em casa agora que os dias estão mais curtos? Com algumas pequenas mudanças, e sem gastar muito dinheiro, é fácil potenciar a luminosidade.
Em breve, vai aterrar em Portugal um novo operador especializado em remodelação de casas.
É possível remodelar uma casa já mobilada sem ter de comprar algo novo. Às vezes basta reorganizar, trocar as almofadas da sala de estar, mudar um tapete ou arrumar as prateleiras. Isto é, mudar os espaços com aquilo que tens disponível e muitas vezes não usas.
O gesso cartonado é um material que permite forrar tetos e paredes, fazer divisões e até construir mobiliário à medida. Está a ganhar popularidade, sobretudo entre quem está à procura de uma remodelação simples, rápida e económica.
Sentes o ambiente da tua casa pesado? Poderás ter levado para dentro de casa as más energias que foste absorvendo ao longo do dia. Mas não te preocupes, pois há várias soluções para tornar o ambiente mais agradável, leve e tranquilo.
A pandemia da Covid-19 não fez parar o setor da construção. Mas as atuais condições neste mercado, hoje, não são as melhores. Os atrasos de pagamentos a par da deterioração das margens de lucro estão a agravar o risco de incumprimento das empresas.
Via verde para que a edição deste ano do Salão Imobiliário de Portugal (SIL), a 24ª, seja um sucesso. A maior e mais importante feira do setor imobiliário do país abre portas esta quinta-feira e termina domingo (10 de outubro de 2021), realizando-se – como sempre na FIL, em Lisboa – num contexto bem mais favorável que no ano passado. Sandra Fragoso, gestora do SIL, diz ao idealista/news que “o salão está a regressar ao seu auge”. “Somos o ponto de encontro do setor”, atira, deixando claro que o "imobiliário tem potencial para continuar a crescer" no pós-pandemia.
Artigo escrito por Juan Carlos Fernández, arquiteto e sócio do Ventura EstudioNão há nada como um espaço iluminado. A luz natural é um elemento fundamental no design, pois determina as cores e os materiais de todas as divisões da casa.
Nos últimos meses, com a pandemia como pano de fundo, as compras de casas para reabilitar e melhorias nas casas já habitadas cresceram fortemente. Mas com eles surgem sempre alguns problemas relativos às obras, que podem mesmo fazer disparar os custos.
Com a chegada da pandemia e o crescimento do teletrabalho, aumentou o interesse por imóveis em zonas rurais ou nos arredores das grandes cidades. A verdade é que as casas de campo estão na moda e a procura é cada vez maior.
Os últimos 12 meses revolucionaram o mundo, a economia, os modos de vida e os mercados. A Covid-19 foi a grande protagonista de 2020, num ano marcado por grandes mudanças, a vários níveis, e que também impactaram o imobiliário. O país fechou-se em casa e muitos descobriram que o local onde viviam estava longe de ser o espaço ideal; outros decidiram ir viver para segundas residências, com a crescente afirmação do teletrabalho; e houve ainda quem decidisse pôr mãos à obra para remodelar a casa. Os negócios continuaram a fazer-se, mesmo que dentro de portas, e Portugal manteve-se atrativo para os investidores. Apesar da dificuldade de realizar qualquer tipo de previsão, num contexto de grande incerteza, o idealista compilou as análises de mercado da habitação até hoje para fazer um retrato de 2020, deixando pistas sobre o que esperar de 2021.
Mudar a aparência de uma casa sem ter que fazer grandes obras é possível. Existem diferentes tipos de trabalhos que podem ser realizados evitando-se a formação de detritos e poeira. A vantagem é que podes continuar a viver na casa durante a construção sem muitos inconvenientes.
Ter um espaço confortável que permita viver melhor dentro da própria casa tornou-se algo determinante na vida das pessoas, desde o confinamento por causa da pandemia da Covid-19. Muitos dias fechados em casa mostraram que é preciso cuidar dela e, principalmente, mantê-la em bom estado, fazendo disto mesmo uma resolução de ano novo.
A Covid-19 acelerou a procura por um lar saudável, "aquele espaço de convivência que promove a saúde", segundo a definição da OMS.
Nos últimos anos, a globalização também atingiu as nossas casas, e encontramos elementos decorativos semelhantes em qualquer lugar do mundo: desde o estilo minimalista aos sofás cinza, cantos repletos de plantas ou móveis brancos.
A pandemia mudou (e continua a mudar) a forma como vivemos, dentro e fora de portas.
Temperaturas altas em Portugal, por estes dias, é o que marcam os termómetros. E calor dentro de casa será o que a maioria dos portugueses estará a sentir. E, quando chegar o frio, será essa a sensação que terão também.