Depois de anos a preparar a entrada em Portugal, foi em plena pandemia da Covid-19 que a espanhola Alquiler Seguro decidiu dar o salto internacional e arrancar com a atividade no mercado de arrendamento luso. "O muito forte interesse no país por parte dos investidores nacionais, espanhóis
ART MADRID cheira a primavera. A feira de arte contemporânea volta a brilhar na Galeria de Cristal do Palácio de Cibeles, onde comemora a 16ª edição cheia de tranquilidade, luz e cor.
O que esperar da mediação e do setor imobiliário em 2021? Que certezas há e que dúvidas persistem num cenário ainda de crise pandémica? Desafiámos Gonçalo Nascimento Rodrigues e Massimo Forte, especialistas em imobiliário, a responder a estas e outras perguntas, numa entrevista/conversa onde se abordaram vários temas relacionados com o setor, como por exemplo os preços das casas, o mercado de arrendamento, a construção nova e o investimento estrangeiro. “O que espero de 2021 para o mercado imobiliário em Portugal, com muita sinceridade, à partida não é muito diferente daquilo que ocorreu em 2020”, diz Gonçalo, salientando que os investidores estrangeiros não desapareceram nem fugiram do país.
Em algumas localidades de Ciudad Real (Espanha) é possível vislumbrar, no meio do campo, algumas pequenas saliências (quando olhadas à distância) que aparecem do nada.
O processo de compra dos ativos imobiliários da Herdade da Comporta foi atribulado, tendo o negócio ficado fechado, em novembro de 2019, por 157,526 milhões de euros. Trata-se de um megaprojeto do consórcio formado pela Vanguard Properties (VP) e pela Amorim Luxury (AL) que “vai ser um enorme sucesso”, diz ao idealista/news José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária. “Esperamos começar a ter no final do ano os primeiros produtos para anunciar a comercialização”, conta.
“No segmento onde a Vanguard Properties está inserida, tivemos um ano de 2020 bastante positivo”, começa por dizer ao idealista/news José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Segundo o responsável, apesar do contexto de pandemia da Covid-19, os resultados da promotora imobiliária “foram muito animadores”. “E o início de janeiro continua a ser muito positivo”, acrescenta, salientando que há muitos portugueses a investir no setor imobiliário e a comprar casa.
A atividade dos notários pode servir de espelho à realidade económica e social de um país. Por ali, passam todos os negócios jurídicos realizados a título individual ou por empresas.
A escritura de imóveis à distância chegou a fazer parte dos planos do Governo e dos notários, num quadro experimental.
Estava há dois anos de olhos postos em Portugal, à “caça” de oportunidades e a fechar negócios.
Portugal está “na primeira linha do relançamento” no pós-pandemia. As palavras são de Luís Gamboa, COO da promotora VIC Properties, que, em entrevista ao idealista/news, destaca como muito positiva a reação do país a esta crise sanitária e económica - algo que os investidores valorizam.
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