Comporta: “Esperamos ter no final do ano os primeiros produtos para anunciar a comercialização”
O processo de compra dos ativos imobiliários da Herdade da Comporta foi atribulado, tendo o negócio ficado fechado, em novembro de 2019, por 157,526 milhões de euros. Trata-se de um megaprojeto do consórcio formado pela Vanguard Properties (VP) e pela Amorim Luxury (AL) que “vai ser um enorme sucesso”, diz ao idealista/news José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária. “Esperamos começar a ter no final do ano os primeiros produtos para anunciar a comercialização”, conta.
Vanguard Properties: “Apesar da pandemia os resultados continuam a ser muito positivos”
“No segmento onde a Vanguard Properties está inserida, tivemos um ano de 2020 bastante positivo”, começa por dizer ao idealista/news José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Segundo o responsável, apesar do contexto de pandemia da Covid-19, os resultados da promotora imobiliária “foram muito animadores”. “E o início de janeiro continua a ser muito positivo”, acrescenta, salientando que há muitos portugueses a investir no setor imobiliário e a comprar casa.
"Pandemia tem levado a muitas partilhas de heranças; recentes mas também antigas"
A atividade dos notários pode servir de espelho à realidade económica e social de um país. Por ali, passam todos os negócios jurídicos realizados a título individual ou por empresas.
Visitas a imóveis: "Pode e deve ser criado um quadro jurídico para os mediadores"
A escritura de imóveis à distância chegou a fazer parte dos planos do Governo e dos notários, num quadro experimental.
"Procura internacional continuará a existir, não só em gamas altas, mas também médias"
Estava há dois anos de olhos postos em Portugal, à “caça” de oportunidades e a fechar negócios.
"Em localizações prime, não haverá ajustamentos de preços em baixa e poderá até haver em alta"
Portugal está “na primeira linha do relançamento” no pós-pandemia. As palavras são de Luís Gamboa, COO da promotora VIC Properties, que, em entrevista ao idealista/news, destaca como muito positiva a reação do país a esta crise sanitária e económica - algo que os investidores valorizam.
“Prevemos que muito mais gente vai viver para empreendimentos turísticos"
O setor do turismo residencial é um dos que mais tem sentido os efeitos da pandemia do novo coronavírus. Em entrevista ao idealista/news, Pedro Fontainhas, diretor executivo da Associação Portuguesa de Resorts (APR) antecipa que "a retoma vai demorar, mas vai voltar em força", argumentando que "Portugal tem uma quantidade de fatores diferenciadores únicos que não desaparecem". Aponta, por outro lado, que de futuro haverá mais pessoas a optar por viver em empreendimentos turísticos. “Uma das coisas muito curiosas que reparámos durante esta crise é que o número de residentes permanentes nos empreendimentos subiu bastante”, conta.
Qual o novo "Desafio" do imobiliário em tempos de pandemia? As palavras de ordem de quem sabe
Em tempos de incerteza e de (muitas) dúvidas, “O Desafio” regressa num formato diferente e inovador para debater o presente e o futuro do imobiliário.
Vanguard Properties: “Independentemente da pandemia, os nossos planos não se alteraram”
"Estamos muito felizes e vamos continuar a investir em Portugal”, dizia-nos em outubro do ano passado José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Na altura, há apenas seis meses, o cenário de pandemia de novo coronavírus estava longe de ser real. A verdade é que muita coisa mudou durante este período em Portugal e no mundo, nomeadamente no setor imobiliário. Mas a ambição e vontade da promotora de investir no país mantém-se intacta. “Não vemos nenhuma razão para deixar de continuar a investir em Portugal”, diz agora o responsável, em entrevista ao idealista/news.
"A prioridade é assegurar que as pessoas possam continuar a viver nas suas casas"
"A habitação está na linha da frente no combate a esta pandemia" em Portugal. A garantia foi dada, em entrevista ao idealista/news, pela secretária de Estado da Habitação. Assegurar que as pessoas possam continuar a viver nas suas casas, mesmo quem tem dificuldades em pagar o crédito à habitação ao banco ou a renda ao senhorio - sem comprometer a saúde financeira das famílias, agora e no pós estado de emergência - foi a grande prioridade do Governo, desde o rebentar da crise, com as várias medidas que têm vindo a ser implementadas, diz Ana Pinho.