Leonor Santos

Leonor Santos

A inquietude e o fascínio pela escrita levaram Leonor ao jornalismo e ao copywriting, que exerceu até entrar no idealista/news em 2017, onde se dedica à criação de conteúdos sobre o universo das casas, de A a Z. É a fazer perguntas e contar histórias que é mais feliz.

habitação corporativa

O negócio do ‘corporate housing’: “Ser tão fácil como reservar um hotel”

A habitação corporativa está a revolucionar o mundo das viagens de negócios. Se antes o hotel era a opção mais simples e imediata para um trabalhador deslocado, hoje há mais oferta (e personalizada) para estes casos. As empresas estão preocupadas em atrair e reter talento e querem que os seus colaboradores se sintam em casa quando viajam por motivos profissionais. ‘Hotelizar’ o setor do alojamento corporativo, na era digital, é o que faz a espanhola Apartool, com mais de 120.000 apartamentos em mais de 85 países. Chegou a Portugal em plena pandemia e quer tornar-se player líder neste setor, segundo explica Marc Vilar, CEO da empresa, em entrevista ao idealista/news.
Como escolher uma casa

Há uma casa para a vida? Ou para cada momento?

Da juventude à velhice, a mudança é uma constante. Mas em cada etapa da vida, há um elemento comum: a casa. É nela que estudamos ou trabalhamos, desfrutamos sozinhos ou em família, e descansamos depois de um dia fácil ou difícil. É nela que podemos alimentar o sonho de construir e aumentar a família, mas também envelhecer e voltar a ter o ninho vazio. Seja em que momento for, a casa acompanha o ciclo da vida. E se antes a casa para a vida toda era a regra, hoje os novos contextos pedem alternativas, tal como contam os especialistas ouvidos pelo idealista/news.
bolha imobiliária

Afinal, no mundo, onde é que há risco de bolha imobiliária?

O aumento global da inflação e das taxas de juros nos últimos dois anos levou a um declínio acentuado nos desequilíbrios nos mercados imobiliários dos centros financeiros globais, de acordo com o UBS Global Real Estate Bubble Index 2023. Na edição deste ano, apenas duas cidades – Zurique e Tóquio – permanecem na categoria de risco de “bolha imobiliária". Portugal não foi analisado no estudo, mas vários players nacionais afastam este cenário para o país, uma vez que continua a haver uma escassa oferta de habitação.