A habitação corporativa está a revolucionar o mundo das viagens de negócios. Se antes o hotel era a opção mais simples e imediata para um trabalhador deslocado, hoje há mais oferta (e personalizada) para estes casos. As empresas estão preocupadas em atrair e reter talento e querem que os seus colaboradores se sintam em casa quando viajam por motivos profissionais. ‘Hotelizar’ o setor do alojamento corporativo, na era digital, é o que faz a espanhola Apartool, com mais de 120.000 apartamentos em mais de 85 países. Chegou a Portugal em plena pandemia e quer tornar-se player líder neste setor, segundo explica Marc Vilar, CEO da empresa, em entrevista ao idealista/news.
Descobriu as maravilhas do centro de Portugal depois de décadas no Algarve, percebendo que as suas belas áreas rurais estão cada vez mais no radar daqueles que, por um motivo ou outro, preferem evitar os centros turísticos e cidades.
Exclusivas, extravagantes, teatrais e até inesperadas. Verdadeiras joias de design para as casas mais exclusivas do planeta, feitas à mão pelos melhores mestres artesãos portugueses.
Da juventude à velhice, a mudança é uma constante. Mas em cada etapa da vida, há um elemento comum: a casa. É nela que estudamos ou trabalhamos, desfrutamos sozinhos ou em família, e descansamos depois de um dia fácil ou difícil. É nela que podemos alimentar o sonho de construir e aumentar a família, mas também envelhecer e voltar a ter o ninho vazio. Seja em que momento for, a casa acompanha o ciclo da vida. E se antes a casa para a vida toda era a regra, hoje os novos contextos pedem alternativas, tal como contam os especialistas ouvidos pelo idealista/news.
Uma casa mobilada e decorada, pronta a habitar, é uma forma de valorizar um produto imobiliário, seja para comprar ou arrendar.
O aumento global da inflação e das taxas de juros nos últimos dois anos levou a um declínio acentuado nos desequilíbrios nos mercados imobiliários dos centros financeiros globais, de acordo com o UBS Global Real Estate Bubble Index 2023. Na edição deste ano, apenas duas cidades – Zurique e Tóquio – permanecem na categoria de risco de “bolha imobiliária". Portugal não foi analisado no estudo, mas vários players nacionais afastam este cenário para o país, uma vez que continua a haver uma escassa oferta de habitação.
Seja própria ou arrendada, nova ou velha, a casa é um espaço seguro e torná-la “nossa” é um grande desafio.
Muito se discute hoje em dia sobre o que é que as pessoas procuram numa casa. A pandemia trouxe mudanças que vieram para ficar e despertou até os mais desatentos, para o que lhes fazia falta. Com mais ou menos tendências à mistura, as casas vivem-se de forma diferente.
A crise climática é uma realidade. Em algumas regiões, os fenómenos meteorológicos extremos são cada vez mais comuns, desde vagas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, a episódios de grandes chuvas e tempestades.
A madeira poderá vir a tornar-se no “cimento” do futuro. Deixou de ser apenas tendência para afirmar-se como alternativa sólida aos métodos tradicionais – nas casas, mas também grandes infraestruturas e edifícios.
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