Se há setor que se manteve resiliente durante a pandemia foi o da promoção imobiliária. Manteve e mantém. A verdade é que a crise parece ter passado – ou estar a passar – ao lado do setor, visto que continuaram a comprar e vender-se muitas casas, apesar dos preços também acompanharem esta tendência de crescimento. Paralelamente, há novos projetos a serem lançados e a saírem do papel. Um negócio que continua a dar frutos e a despertar o interesse de estrangeiros, apesar de haver muitos portugueses a investir em imobiliário. Mas qual é a receita do sucesso? Que segredos há por desvendar? O que esperar da promoção imobiliária no futuro? Contamos tudo, com a ajuda de quem sabe e anda no terreno.
O impacto da inflação no mercado imobiliário europeu vai continuar a fazer-se sentir nos próximos quatro anos, aponta o relatório mais recente da S&P Global Ratings.
O mercado residencial ficou em suspenso durante vários meses com a chegada da pandemia da Covid-19, em 2020, mas este ano ganhou um “novo dinamismo”.
São pelo menos 100 milhões de pessoas que veem os seus rendimentos esmagados pelas despesas com a casa nos 56 estados-membros da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa – UNECE.
A vida e os negócios seguiam de vento em popa, até em que março de 2020 chegou a pandemia da Covid-19 que deixou centros e galerias comerciais quase desertos.
O acesso à habitação é um direito fundamental. Mas é no imobiliário residencial onde incide a maior fatia de impostos. E é precisamente a carga fiscal sobre o setor que tem impedido que haja mais investimento privado em habitação acessível e em casas para a classe média.
A construção tem sido coroada como um dos setores vencedores da pandemia da Covid-19. Mas são vários os desafios que enfrenta: desde o aumento dos preços dos materiais à falta de mão de obra especializada, passando pelo quadro normativo complexo e pelos históricos problemas de licenciamento.
Reerguer o turismo é a missão de Portugal nos próximos anos. Aquele que foi considerado o setor mais afetado pela pandemia da Covid-19 já dá sinais de recuperação e o Plano Reativar o Turismo (PRT), com os seus 6 mil milhões de euros, vem ajudar neste processo. Mas há ainda muito a fazer para em 2027 conseguir superar os 27 mil milhões de euros em receitas turísticas – o objetivo traçado. Aliar a sustentabilidade à criação de riqueza e bem-estar em todo o território, apostando na diversificação de mercados, é o caminho. O turismo residencial e o mercado de ‘branded residences’ (unidades residenciais pertencentes a uma marca de alojamento) podem ser a chave do futuro do setor.
Sustentabilidade é um dos grandes pilares do Fuse Valley, o empreendimento que vai criar uma nova centralidade em Matosinhos (Porto) e cuja primeira pedra vai ser lançada já no próximo ano. Contam-se mais de 8,6 mil hectares de espaços verdes deste ‘smart valley’, sendo que alguns situam-se mes
Novas linhas se escrevem sobre a história do Fuse Valley, o vale tecnológico que vai nascer em Matosinhos (Porto), pela mão da Farfetch e do Castro Group.
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