"Casa vermelha": diálogo sem ruído entre arquitetura, memória e natureza
Antes de ser tendência, o vermelho profundo das fachadas era uma solução prática: pigmentos de óxido de ferro baratos, resistentes à neve, à chuva e ao frio, acabaram por ganhar um estatuto de ícone cultural. Com o do tempo, esse tom passou a encarnar a imagem da clássica “casa no bosque”, perdida entre árvores e neblina. Agora, uma nova geração de arquitetos volta a pegar nesse imaginário e a atualizá‑lo com formas e materiais contemporâneos. É o caso de Chr Tomters Veg, em Rælingen, na Noruega.




















