Arrendar casa em Portugal

Arrendar casas baratas? Renda ronda os 300 euros nestes 10 municípios

Arrendar casa em Portugal continua a ser desafiante num contexto de baixa oferta e altos preços. Esta é a realidade sentida, sobretudo, nos municípios mais populosos do país, situados na Grande Lisboa, mas também no Porto e no Algarve. Já o interior revela o outro lado da moeda. É ali que se situam os 10 municípios mais baratos para arrendar casa, onde uma renda ronda os 300 euros mensais, pesando bem menos no orçamento familiar.
Arrendar casa em Portugal

Rendas das casas aceleram ritmo de aumento para 6,1% em setembro

Arrendar casa em Portugal continua a ser um desafio para as famílias, devido não só à falta de oferta, mas também aos altos preços praticados. E, apesar dos esforços do Governo e dos municípios para aumentar a oferta pública e privada neste mercado, o que se verifica é que as casas para arrendar continuam a não satisfazer as necessidades da procura. Os resultados desse desequilíbrio estão à vista: as rendas das casas no país subiram 6,1% em setembro face ao mesmo mês do ano anterior, sendo este o terceiro mês consecutivo de subidas (cada vez mais aceleradas, tendo o crescimento anual sido de 4,9% em agosto), segundo o índice de preços do idealista (editor deste boletim).
Reforma ao arrendamento

Acordo Chega-PSD: Governo ganha margem de manobra na lei das rendas

Uma reviravolta política com impacto na área da habitação veio marcar o final do mês de setembro no Parlamento português. A proposta de lei do Governo da AD para reformar o mercado de arrendamento foi inesperadamente aprovada, esta quarta-feira, na generalidade na Assembleia da República. O desfecho surpreendeu quem acompanhava o debate visto que o Chega, que tinha anunciado voto contra, acabou por se abster — viabilizando o diploma, poucos minutos depois de André Ventura e o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, assinarem um acordo que garante alterações concretas deste processo legislativo na especialidade.

Cost-rental chega a Portugal para mudar a lógica das rendas

Chama-se cost-rental e é um modelo de habitação de longo prazo prestes a chegar a Portugal, pelas mãos da Stravillia e da MOME, empresas que estão a trabalhar no seu desenvolvimento e aplicação no país. Através desta solução, a renda é calculada a partir dos custos reais do edifício e não do valor praticado no mercado.
Arrendar quarto, estúdio ou T1

Viver num T1 arrendado em Portugal custa mais do dobro de um quarto

Viver sozinho em Portugal tem-se tornado um verdadeiro desafio perante a subida dos preços das casas a um ritmo muito superior ao crescimento dos salários. Quem está à procura de uma casa para viver sozinho – seja solteiro, divorciado, trabalhador ou estudante deslocado – vai deparar-se com um mercado em que arrendar um T1 custa mais do dobro de um quarto. Arrendar um estúdio é apenas 20% mais barato do que um T1, mas continua a ser 80% mais caro do que arrendar um quarto numa casa partilhada, mostra o idealista (editor desta newsletter).
Vista da cidade de Lisboa

Lisboa sobe aos primeiros lugares das rendas de imóveis prime

O primeiro semestre de 2026 voltou a trazer uma subida das rendas dos imóveis residenciais prime em Lisboa, subida essa, de 7,6%, que deu à cidade a “medalha de prata” em termos de crescimento entre as 30 cidades analisadas pelo Savills World Cities Prime Residential Index.
Habitação em Lisboa

Quando a ciência e o imobiliário andam de mãos dadas

Rodrigo Martins, de 75 anos, foi responsável por colocar Portugal na linha da frente da investigação em materiais avançados, sendo uma das figuras mais influentes da ciência portuguesa contemporânea. E será que há algo em comum entre a ciência e o imobiliário, nomeadamente numa fase em que o país está mergulhado numa crise de habitação, ou de acesso a habitação? “Não se pode fazer ciência se se tem de estar a pensar na renda da casa”, diz o professor catedrático no Departamento de Ciência dos Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
Quartos para arrendar em Portugal

Arrendar quarto mais caro: pressão da procura absorve oferta em 11%

Num mercado habitacional marcado pela dificuldade de acesso à compra de casa e por rendas elevadas, arrendar um quarto continua a ser a alternativa mais acessível para muitas pessoas em Portugal. Hoje, a procura é sustentada por estudantes, jovens profissionais e trabalhadores deslocados, acabando por absorver a oferta existente. Os dados do idealista (editor deste boletim) revelam que, no segundo trimestre de 2026, a procura por quartos para arrendar cresceu 27% a nível nacional, enquanto a oferta recuou 11%. Já o preço dos quartos em casas partilhadas subiu apenas 1% no segundo trimestre de 2026 face ao mesmo período de 2025.
Casas em Portugal

Inquilinos só podem comprar uma casa arrendada há pelo menos três anos

O Governo quer tornar mais restrito o direito dos inquilinos a comprar a casa onde vivem quando o proprietário decide vendê-la e, em paralelo, limitar as situações em que um contrato de arrendamento pode passar para outra pessoa após a morte do titular. As duas mudanças fazem parte da proposta de reforma do arrendamento entregue no Parlamento e procuram, segundo o Executivo, reduzir entraves à gestão dos imóveis e incentivar o investimento, mas ainda dependem da aprovação dos deputados.
Taxa de esforço em comprar e arrendar casa

Casas mais caras: arrendar exige esforço de 82% e comprar de 76%

Num contexto de crescimento de preços, arrendar ou comprar casa em Portugal pesa cada vez mais nos rendimentos familiares, refletindo as dificuldades que muitas famílias enfrentam para aceder a uma habitação adequada. Os dados mais recentes do idealista (editor deste boletim) revelam que arrendar casa continua a ser mais difícil, com as famílias a gastar 82% do seu salário para pagar a renda no segundo trimestre de 2026. Já na compra de casa, a taxa de esforço fixou-se nos 76% a nível nacional. Apenas algumas cidades apresentam condições menos pressionadas, mostrando que o mercado imobiliário nacional permanece desafiante.
Arrendamento em Portugal

Rendas: Governo quer fim dos limites mínimos nas renovações de contrato

A proposta de lei que revê a legislação do arrendamento, entregue no Parlamento dia 12 de agosto de 2026, prevê que um contrato de arrendamento a termo certo, quando termina, se renove de forma automática pelo mesmo período. Ou seja, a renovação deixa de ser sempre de pelo menos três anos, como acontece atualmente. Sobre a duração dos contratos, devem vigorar no mínimo por um ano, mas no caso de casas arrendadas para motivos turísticos o prazo passa a estar limitado a 90 dias por ano.