Uma combinação de arte e arquitetura. Assim é a Casa Terracota, uma cabana diferente e com um aspeto bastante peculiar que permite aos visitantes imaginar como seria viver dentro de uma peça gigante de cerâmica artesanal.
Adeus estábulo. Olá escritório. Foi mais ou menos isto que aconteceu a este espaço em São Francisco. Sabe-se que foi utilizado como estábulo de cavalos, mas como os registos anteriores a 1906 são irregulares, graças ao lendário terramoto que atingiu a cidade naquele ano, ninguém sabe ao certo quando foi construído. Entretanto foi transformado num escritório, bem diferente do habitual.
Apresentamos-te aquela que será, muito provavelmente, a maior estufa tropical do mundo. Foi desenhada pelo estúdio francês Coldefy & Associates e quer revolucionar a relação que o Homem estabelece com a natureza. O objetivo é simples: levar os visitantes a experimentar um “refúgio harmonioso” num mundo verdadeiramente natural e exótico. Serão 20.000 metros quadrados (m2) de fauna e flora, um “lugar de descoberta e consciência ecológica”.
Durante a 4ª edição do Open House Porto – realiza-se de 30 de junho a 1 de julho, nas cidades do Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos – será possível visitar 65 espaços, mais cinco que em 2017. Segundo a Casa da Arquitetura (CA) – Centro Português de Arquitetura, responsável pela organização e produção da iniciativa, 70% dos 65 espaços são inéditos.
A casa de banho é, habitualmente, o espaço da casa ao qual damos menos atenção. É um espaço que, na maioria das vezes, carece de criatividade. Ou porque são pequenas, ou porque queremos perder pouco tempo com elas. Mas a verdade é que nem todas as casas de banho são chatas, sobretudo as públicas... Mostramos-te algumas realmente únicas. Quer dizer, realmente estranhas. O melhor é veres as imagens.
Casa amarela, casa de praia, ou ainda casa tetris. Porquê? Porque é amarela, porque é possível avistar o mar – ainda que à distância – e porque se parece com uma peça de tetris, que se integra perfeitamente na paisagem. Foi construída acima do limite urbano e responde a diferentes requisitos de acessibilidade: daí as diferentes rampas, nos diferentes andares. O melhor será mesmo espreitar este exemplar curioso.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez para te mostrar os projetos da arquiteta peruana Sandra Barclay, do estúdio Barclay & Crousseve, vencedora do prémio Women in Architecture 2018, organizado pelas publicações britânicas The Architectural Review e The Architects' Journal.
O “Planeta Vermelho”, um parque de diversões ao ar livre, foi projetado pela 100architects. Trata-se de uma intervenção pública – localizada num dos maiores centros comerciais de Xangai (China) –, cujo objetivo é o de atrair clientes para uma experiência diferente: um campo de jogos que quer desafiar a imaginação de miúdos e graúdos.
Arquiteto, urbanista e professor. Balkrishna Doshi, com mais de 70 anos de carreira, foi galardoado com o prémio Pritzker 2018. O júri reconheceu a sua "excecional arquitetura" e "compromisso e dedicação ao país de origem e comunidades". Influenciado pelos mestres da arquitetura do século XX, como Le Corbusier e Louis Khan, Doshi interpretou a arquitetura, tranformando-a em obras que respeitam a cultura oriental e que foram colocadas ao serviço da humanidade. Eis algumas das suas obras mais singulares.
O arquiteto indiano Balkrishna Doshi, autor de mais de uma centena de projetos em 70 anos de carreira, foi distinguido com o Prémio Pritzker 2018. Doshi foi escolhido por saber "interpretar a arquitetura e transformá-la em construções que respeitam a cultura oriental, melhorando a qualidade de vida na Índia".
É no centro agitado da cidade de São Paulo (Brasil) que este edifício pode ser encontrado. Podia ser apenas mais um prédio ou uma espécie de arranha-céus, mas não é. Trata-se de um gigante centro cultural, desportivo e de lazer, projetado por Paulo Mendes da Rocha em parceria com o escritório MMBB Arquitetos. O Sesc 24 de Maio oferece várias atividades culturais e de lazer espalhadas por nada mais nada menos que 14 andares. No último andar há uma piscina, que oferece uma vista de 360º sobre a cidade.
Às vezes parece que as cidades estão condenadas a uma arquitetura monótona, onde apenas os arranha-céus e outras estruturas megalómanas se podem destacar do resto. Mas algumas cidades, povos e bairros decidiram romper com o tédio, fazendo com que as fachadas das suas casas liderassem uma verdadeira explosão de cores.
O fotógrafo italiano Roberto Conte visitou recentemente a cidade russa de Nizhny Novgorod, onde capturou imagens (incríveis) de vários monumentos ameaçados pelo Mundial de Futebol de 2018. Este enorme palácio de congressos construído no final do século XIX, que agora te apresentamos, corre mesmo o risco de ser demolido.
A galeria que te trazemos hoje foca-se numa das invenções mais antigas da humanidade: a ponte. Graças a ela ficou mais fácil passar de um lugar, para outro. Atravessar rios, vales, ou até mesmo chegar a sítios imprevisíveis. A verdade é que há construções verdadeiramente incríveis, como aquelas que te vamos mostrar. Para aqueles que sofrem de vertigens, um alerta: algumas destas pontes podem tornar-se aterradoras. Outras, nem tanto. Não têm nada de perigoso, apenas beleza ou peculiaridade.
Falar do Habitat 67 é falar de um dos mais emblemáticos edifícios brutalistas do mundo. Trata-se de um complexo residencial localizado em Montreal, Canadá, embora tenha sido projetado como um pavilhão para a Expo 67. O Habitat 67 é composto por 354 “caixas” de betão empilhadas e é tido como um projeto vanguardista em todo o mundo.
À primeira vista esta casa parece sofrer de magreza extrema. Mas claro, as aparências enganam. Estamos a falar da mundialmente famosa “Slim House”. Esta casa em Clapham, no sul de Londres, tem 2,3 metros de largura e 14 metros de comprimento. É pequena? Sim e não. Na verdade até é bem maior do que parece, e custa 1,4 milhões de euros. O melhor mesmo é espreitar.
As questões do meio ambiente deveriam preocupar-nos a todos. Especialmente a todas as empresas e setores que têm a real capacidade de equilibrar a balança. Dois dos setores que estão a tentar remediar os ditos problemas (ou pelo menos reduzi-los) são a arquitetura e a construção. Ambas estão a apostar em modelos mais eficientes e sustentáveis e nas energias renováveis.
Pontes, torres, casas e escadas que se torcem sobre si próprias criando efeitos hipnóticos.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma nova casa de sonho. Desta vez não te damos a conhecer uma incrível mansão de design projetada por um arquiteto. Mostramos-te, sim, a casa de um arquiteto. Falamos da “Casa na Duna”, na pequena ilha Harbour, em pleno arquipélago das Bahamas, que tem como proprietário Chad Oppenheim.
Tempo e preço. Estes são dois fatores importantes, pelo menos no que toca à construção de uma casa. Mas graças às novas técnicas e tecnologias, estes fatores tornaram-se menos importantes, ou talvez tão importantes como outros aspetos que não merecem ser negligenciados, de que são exemplo a segurança e a durabilidade.
O arranha-céus do Commerzbank em Frankfurt, as estações de metro de Bilbao e Londres, a Millennium Bridge em Londres... Estas são apenas algumas das obras pelas quais Norman Foster é conhecido em todo o mundo. Agora, o arquiteto britânico terá protagonismo em Madrid, onde foi inaugurada a exposição “Norman Foster: Common Futures”, organizada pela Fundación Telefónica. O objetivo é o de aproximar o trabalho do arquiteto e a sua visão de futuro ao público, criando um diálogo entre os seus projetos passados e presentes.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma nova casa de sonho. Desta vez mostramos-te algo diferente do habitual. O lugar ideal para criativos, músicos e artistas existe. E está na Noruega. A verdade é que muitos talentos fantasiam sobre a possibilidade de encontrarem um retiro onde serão capazes de canalizar a sua criatividade. “O homem sonha e a obra nasce”? Sim...
A mobilidade urbana seria significativamente diferente hoje em dia, e bem mais complicada, se não tivesse existido um homem que, ao tentar construir o primeiro metro de dois andares, tivesse criado algo ainda mais importante: as escadas rolantes. Sim, é verdade, as primeiras escadas mecânicas foram instaladas no dia 16 de janeiro de 1893 em Nova Iorque (EUA) e foram designadas por “elevador inclinado”.
Construir arranha-céus futuristas que conquistem as nuvens e utilizar tecnologia de ponta na construção. Estas já não são as únicas preocupações dos arquitetos. As casas são cada vez mais pensadas para respeitar o meio ambiente, de tal forma que a arquitetura também pode e deve estar ao serviço daqueles que têm menos recursos.
Os arranha-céus já não têm apenas a forma de cilindros ou retângulos absurdamente gigantes. A verdade é que hoje em dia qualquer figura geométrica pode incorporar a linguagem de futuras construções. Bastará olhar para estes edifícios impressionantes que te apresentamos.
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