Arrendamento forçado de casas em risco de violar Constituição
O arrendamento coercivo de imóveis é uma das medidas mais polémicas do Mais Habitação. E, agora, os técnicos do Parlamento alertaram que o arrendamento forçado de casas “parece consubstanciar uma restrição ao direito à propriedade privada”, previsto na Constituição da República Portuguesa. Ainda assim, o diploma segue para discussão parlamentar e votação na generalidade no dia 19 de maio.
Arrendar casa: erros de senhorios nas Finanças prejudicam inquilinos
É caso para dizer atenção senhorios e inquilinos. Um erro do senhorio na comunicação de um contrato de arrendamento para habitação permanente às Finanças pode prejudicar o inquilino, que fica impedido de deduzir as rendas no IRS, quando decorre o prazo para a entrega da declaração, e de aceder ao subsídio mensal até 200 euros, que começa a ser pago em maio com retroativos a janeiro.
Arrendar casa em Portugal: preço subiu 4,2% num ano
Não é novidade que arrendar casa em Portugal está cada vez mais caro, uma evolução sobretudo gerada pelo desequilíbrio existente entre a falta de oferta para uma alta procura. Agora, o Instituto Nacional de Estatística (INE) concretiza que as rendas das casas por metro quadrado subiram 4,2% entre março de 2023 e o mesmo mês do ano anterior. E é na Região Autónoma da Madeira onde as habitações para arrendar estão a ficar mais caras.
Alfaiates da construção: "Valoriza-se mais conforto que área da casa"
A tecnologia, a pandemia, a inflação, a subida dos juros, a instabilidade legislativa. Todos os ventos que sopram no panorama económico e social vão tocando no imobiliário, ditando tendências. Hoje, a procura de casas já não é igual a antes: as atenções estão voltadas para casas com menores áreas, mais modernas e eficientes, com maior luminosidade e espaços exteriores. E já não se procuram casas para a vida. Agora, Severino Ponte, CEO do grupo Construções Vila Maior (CVM), não tem dúvidas que a evolução da construção passará por "casas mais standard, menos personalizadas", que permite "um custo de construção mais acessível". E ainda que “o mercado de arrendamento é o grande mercado do futuro”. E, por isso mesmo, este grupo, que reúne uma equipa de "alfaiates da construção" bem a norte do país, já está a desenhar aquele que será o seu primeiro projeto build to rent em Espinho.
Casas em Portugal atraem cada vez mais americanos – e depois da crise?
A qualidade de vida, o sol, o mar e a segurança têm atraído cada vez mais famílias dos EUA para viver em Portugal. Mas não só. A recente valorização do euro face ao dólar tornou as casas ainda mais acessíveis aos bolsos dos norte-americanos. Foi por tudo isso, a par da normalização do teletrabalho durante a pandemia, que nos últimos dois anos as famílias norte-americanas reforçaram – e muito - a procura de casas para comprar e arrendar no nosso país, tendo a mira apontada, sobretudo, aos municípios de Lisboa, Porto e Cascais, segundo mostram os dados do idealista/data. Agora, resta saber se a procura de casas por norte-americanos em Portugal continuará em alta depois da recente instabilidade financeira que eclodiu os EUA e rapidamente se fez sentir na Europa.
Arrendar casa em Portugal ficou 5,5% mais caro no início de 2023
Com a dificuldade acrescida em comprar casa, devido aos altos preços dos imóveis, à alta inflação e à subida a pique dos juros no crédito habitação, há cada vez mais famílias a procurar casa para arrendar como solução habitacional. Mas também este mercado está a ficar cada vez mais caro, devido à falta de oferta. Em concreto, os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 5,5% no primeiro trimestre de 2023 face ao trimestre anterior, fixando-se em 13,6 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de março (valor mediano), aponta o índice de preços do idealista. Já em relação à variação mensal, a subida das rendas da casa foi de 1,7%.
Famílias estão a arrendar mais casas apesar dos preços altos
Portugal tem um problema crónico (e antigo) de falta de oferta no mercado de arrendamento. Mas há cada vez mais famílias a procurar casas para arrendar, já que o número de novos contratos continua a crescer, tal como apontam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). É precisamente este desequilíbrio entre a falta de oferta e alta procura que tem estado por detrás da subida das rendas das casas ano após ano, tendo o valor mediano se fixado em 6,52 euros/m2 nos últimos 12 meses terminados em dezembro de 2022. Mas, agora, o Governo de António Costa quer mudar esta realidade intervindo no mercado de arrendamento com o programa Mais Habitação, que deverá ser aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros.
Viver no Grande Porto: imobiliário unido para aumentar oferta de casas
O mercado residencial do Grande Porto – tal como o do país - enfrenta hoje uma série de desafios desencadeados pela atual instabilidade económica e financeira. A alta inflação, a subida dos juros no crédito habitação e a recente crise financeira estão a gerar um clima de desconfiança, que ameaça arrefecer os negócios das casas (embora as transações tenham registado um recorde em 2022). Mas os profissionais do imobiliário estão unidos para assegurar que o mercado residencial continua a crescer e a dar provas de resiliência. Muitos vão estar reunidos no Imobinvest – Salão do Imobiliário que vai arrancar esta sexta-feira, dia 24 de março de 2022, na Alfândega do Porto, e que conta com o idealista enquanto portal oficial.
Arrendamento forçado de casas devolutas “é justo”, diz PS
O PS defendeu esta quarta-feira, dia 1 de março, que a proposta do Governo para o arrendamento forçado de casas devolutas é justa, reconhecendo que o Estado tem que “dar o exemplo”, com a oposição a criticar a falta de detalhes sobre as medidas.
Um ano de guerra: procura de casa em Portugal desde a Ucrânia dispara
Faz esta sexta-feira, dia 24 de fevereiro, um ano que a guerra na Ucrânia eclodiu em solo europeu. E tudo mudou. Instalou-se uma crise energética tal que fez disparar a inflação para máximos de 30 anos, um cenário que levou os bancos centrais a iniciar a subida dos juros de referência mais rápida de sempre. Os impactos do conflito também foram sentidos no imobiliário, refletindo-se na subida dos custos da construção, dos preços das casas à venda, assim como do crédito habitação. Mas quem sentiu mais os efeitos da guerra foram mesmo as famílias ucranianas, que viram os seus lares a serem destruídos. Muitas decidiram fazer-se à estrada para fugir do conflito e escolheram Portugal para se refugiar. Os dados do idealista espelham bem essa realidade: a procura de casa para arrendar desde a Ucrânia em setembro de 2022 foi seis vezes superior à registada no mesmo mês de 2021 (e desde a Rússia triplicou).
Rendas das casas voltaram a subir em dezembro em 3,3%
Uma das questões estruturais de Portugal é que há falta de casas no mercado de arrendamento. E é precisamente o desequilibro existente entre escassa oferta para uma alta procura que tem desencadeado a subida dos preços das casas para arrendar no país. Em dezembro de 2022, as rendas das casas voltaram a subir, em concreto, 3,3% face ao período homólogo, apontam os dados do Instituto Nacional de Estatística esta quarta-feira publicados.
Portugal é o país do mundo mais barato (e melhor) para viver
Com o arranque do novo ano, há quem planeie mudar de vida por completo. Ao avaliar o custo e a qualidade de vida dos países do mundo , a Forbes concluiu que Portugal é o país mais barato do mundo para viver – e também o melhor -, sobretudo para os cidadãos norte-americanos.
2023 arranca com atualização das rendas limitada a 2%
O ano de 2023 já arrancou e traz consigo um conjunto de novidades no que diz respeito à atualização das rendas das casas. No âmbito das medidas de mitigação do impacto da subida dos preços, o Governo socialista colocou um limite à subida de rendas de 2% que entra em vigor já a partir de janeiro de 2023. E, para compensar os senhorios desta limitação, o Executivo também desenhou benefícios fiscais, que vão isentar de impostos entre 9% e 30% dos rendimentos prediais em sede de IRS e em 13% os rendimentos em sede de IRC. Explicamos o que muda na atualização das rendas em 2023.
Porta 65 vai mudar: teto das rendas atualizado a partir de janeiro
O programa de apoio ao arrendamento jovem Porta 65 vai mudar. O Governo vai atualizar os montantes máximos de renda dos imóveis apoiados, “para se adequar mais realisticamente aquilo que são os valores de mercado”. O anúncio foi feito por António Costa, no encerramento do congresso da Juventude Socialista em Braga, no passado fim de semana. Novos limites entram em vigor a 1 de janeiro de 2023.
Rendas: Governo admite travar aumentos em novos contratos
O Governo vai avaliar a possibilidade de alargar o limite de 2% à atualização das rendas aos valores estipulados em novos contratos de arrendamento, uma medida que para já se aplica apenas aos contratos celebrados até ao final de 2021. A garantia foi dada pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, esta segunda-feira (7 de novembro de 2022).
Rendas das casas em Portugal subiram 42% desde 2017
Arrendar casa está a ficar mais caro em Portugal desde, pelo menos, 2017. O valor das rendas não parou de subir nos últimos cinco anos e atingiu os 6,25 euros por metro quadrado (euros/m2) nos últimos 12 meses terminados em julho.
Os 10 municípios onde é mais barato arrendar casa (e os 10 mais caros)
No atual contexto económico marcado pela inflação, há cada vez mais famílias a arrendar casa. E embora as casas para arrendar estejam a ficar mais caras, há pelo menos 166 municípios onde a renda da casa é inferior à mediana nacional, que atingiu os 6,25 euros/m2 nos últimos 12 meses terminados em julho, impulsionada pelos grandes centros urbanos. Mergulhando nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicados esta quinta-feira, dia 29 de setembro, mostramos quais são os municípios onde arrendar casa é mais barato em Portugal, sem perder de vista também onde as rendas são mais caras.
Arrendar casa em 2021: número de contratos sobe 9,4% e rendas 7,7%
Há cada vez mais famílias a recorrer ao mercado de arrendamento em Portugal. O número de novos contratos de arrendamento celebrados em 2021 foi de 87.349, tendo-se verificado um aumento de 9,4% face ao ano anterior. E em consequência do desequilíbrio existente entre a alta procura para uma escassa oferta neste mercado, as rendas das casas também estão mais caras. Quem o diz é o Instituto Nacional de Estatística (INE): “A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 euros/m2, aumentando 7,7% face a 2020”.
Arrendar casa está mais caro: rendas sobem 2,7% em junho
Arrendar casa é a solução para muitas famílias portuguesas, num contexto de subida de inflação (situa-se nos 8,7% em junho) e de aumento das taxas de juros nos créditos habitação à boleia da Euribor. Mas também as casas para arrendar estão a ficar mais caras no país.
Rendas da casa vão subir entre 10 e 32,5 euros em 60% dos contratos
A inflação está a disparar em Portugal, tendo atingido os 8,7% em junho, de acordo com a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Casas para arrendar estão 1,2% mais caras em maio
Num momento em que comprar casa com recurso a crédito habitação está cada vez menos apetecível dada a subida das taxas Euribor, as mudanças nos limites de prazos consoante a idade e a queda do poder de compra devido à inflação, o mercado de arrendamento torna-se ainda mais uma opção para as famílias portuguesas. Mas à semelhança das casas à venda, o preço das casas para arrendar continua a subir, tendo dado o salto de 1,2% em maio face ao mês anterior, mostram os dados do índice de preços do idealista. Arrendar casa tinha um custo mediano de 11,2 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de maio. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 2,6% e à anual de 1,7%.
Arrendar casa está mais caro: subiu 0,9% em janeiro
Arrendar casa em Portugal está a ficar mais caro no arranque do novo ano. Os preços das casas para arrendar apresentaram uma subida de 0,9% em janeiro de 2022 face ao mês anterior.
Casas para arrendar: preço desceu 4,2% num ano
As casas para arrendar em Portugal estão mais baratas que há um ano. Isto porque o preço das casas colocadas no mercado de arrendamento desceu 4,2% entre novembro de 2021 e o mesmo mês do ano passado.
Rendas das casas continuam a subir em Lisboa e Porto, mas a um ritmo menor
Os valores das rendas nas duas principais cidades do país começam a dar sinais de abrandamento. O segundo trimestre do ano veio confirmar essa tendência. Depois das fortes subidas ao longo dos últimos anos, Lisboa e Porto registaram aumentos abaixo da média nacional,.
Casas para arrendar até 500 euros em Portugal? Não há (quase nada)
A maioria dos portugueses que está à procura de casa para arrendar quer pagar o máximo de 500 euros por mês. Mas não há oferta que dê resposta a tanta procura. Por valores até 500 euros mensais a oferta é de 61,4%, menos 12,7% do que seria necessário, uma vez que a procura está fixada nos 74,1%, segundo os dados I Observatório do Mercado da Habitação em Portugal da Century 21.