BCE volta a deixar taxas de juro inalteradas até abril
Tal como já antecipavam os mercados, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 7 de março. Por detrás desta decisão está a necessidade de o regulador europeu ter garantias de que a inflação na zona euro está mesmo a descer até aos 2%, para assegurar a estabilidade de preços. Assim, as taxas de juro voltam a ficar nos atuais níveis restritos, entre os 4% e 4,75%, até ao próximo dia 11 de abril, data da próxima reunião. Já os primeiros cortes dos juros do BCE só deverão avançar em junho.
BCE perde “almofada” e apresenta prejuízos superiores a mil milhões
É caso para dizer que o Banco Central Europeu (BCE) foi às “poupanças” e utilizou o dinheiro que estava a guardar para gastar em qualquer eventualidade. Esta chegou e trata-se das consequências da subida das taxas de juro, já que, como banco central, sofre o efeito contrário ao dos bancos comerciais. Apesar de ter utilizado toda essa provisão, a entidade liderada por Christine Lagarde não evitou os prejuízos, que há superam os mil milhões de euros. Ainda assim, assegura, não está preocupada, estando o foco no combate à inflação.
Bancos estão "muito expostos" ao imobiliário devido aos altos juros
O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, salientou esta quarta-feira, dia 14 de fevereiro, que algumas entidades não bancárias e bancos especializados "ainda estão muito expostos" a setores sensíveis às taxas de juro, como as empresas altamente endividadas e o setor imobili
Economias do Sul da Europa em risco de sofrer com altos juros do BCE
As economias do Sul da Europa têm estado resilientes face aos elevados juros diretores do Banco Central Europeu (BCE), estando a dar sinais de crescimento. Mas à medida que a política monetária restritiva é transmitida às economias, estes países poderão começar a sentir mais dificuldades.
Juros altos mudaram o mercado de crédito habitação - como? Explicamos
Hoje, quem tem um crédito habitação ou está a pensar pedir financiamento para comprar casa acordou com boas notícias no que diz respeito às taxas Euribor, que voltaram a cair e a ter efeitos em baixa nas prestações da casa pagas em fevereiro. E perspetiva-se que as taxas Euribor possam cair ainda mais assim que o Banco Central Europeu (BCE) começar a descer os juros diretores - o que está previsto para o verão, embora dependa da conjuntura internacional. Mas como se comportou o mercado do crédito habitação em Portugal em 2023? A verdade é que o contexto continuou a ser marcado pelos altos juros e baixo poder de compra, o que gerou mesmo uma descida de novos contratos de crédito habitação. E quem decidiu avançar empréstimos comprou casas mais baratas que há um ano, apresentou melhores salários, deu mais dinheiro de entrada e optou, sobretudo, pela taxa mista.
Banca da Zona Euro endurece condições de acesso ao crédito
Os bancos da Zona Euro endureceram as condições de acesso ao crédito no quarto trimestre e continuarão a fazê-lo nos primeiros meses de 2024, devido ao aumento da perceção de risco face às perspetivas económicas.
De acordo com o inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito publicado esta terça-f
Consumo já não impulsiona tanto o crescimento como antes, diz Lagarde
A presidente do Banco Central Europeu (BCE) disse na sexta-feira, dia 19 de janeiro, em Davos que o consumo já não impulsiona tanto o crescimento como "no passado" devido ao início da "normalização" das condições económicas a partir de 2023.
Juros da casa em Portugal mais altos que na zona euro desde outubro
Em Portugal, as taxas de juro médias nos novos créditos habitação estão a estabilizar nos 4,2% desde junho. E na área euro os juros médios continuam a subir, tendo chegado aos 4% em novembro pela primeira vez desde 2009.
Euribor e prestação da casa escalam em 2023 - e reta final traz alívio
O ano de 2023 trouxe tudo o que as famílias mais temiam: um maior aumento dos juros diretores por parte do Banco Central Europeu (BCE) para travar a alta inflação na Zona Euro. Logo, estas decisões voltaram a refletir-se no aumento das taxas Euribor e no agravamento das prestações da casa. E, por conseguinte, este contexto acabou por arrefecer e moldar a procura por novos créditos habitação em Portugal e ainda por estimular a adesão a apoios públicos. Mas a reta final de 2023 trouxe um novo alento aos portugueses e europeus: a inflação na Zona Euro caiu para níveis bem perto dos 2% (a meta do regulador) e os juros do BCE continuam fixos desde setembro, o que tem resultado em ligeiras descidas nas taxas Euribor e nas prestações da casa.
Mais Habitação tira interesse ao imobiliário - preço das casas desce 2%
O ciclo imobiliário pode estar prestes a mudar em 2024. Depois de os preços das casas em Portugal passarem anos a subir a grande velocidade, a sua evolução começou a abrandar ao longo deste ano, por via do arrefecimento da procura. E as expectativas para o próximo ano apontam mesmo para uma ligeira correção dos preços das casas em 2%. Quem o diz é o Bankinter, admitindo que com a entrada em vigor do Mais Habitação, o imobiliário vai “perder atratividade” aos olhos dos investidores. Por outro lado, prevê também que as taxas Euribor continuem elevadas (acima dos 3%) até ao final de 2024, continuando a retrair a compra de casa por via do financiamento bancário.
Inflação na Zona Euro desce para 2,4% em novembro, confirma Eurostat
A política monetária restritiva do Banco Central Europeu (BCE) para travar a subida de preços tem resultados à vista. Esta terça-feira, o Eurostat confirmou que a taxa de inflação na Zona Euro desceu mesmo para 2,4% em novembro, mantendo, assim, a tendência de descida verificada desde maio. E a inflação anual na União Europeia (UE) caiu para 3,1% em novembro.
Inflação na Zona Euro volta descer para 2,4% em novembro
A inflação na Zona Euro está cada vez mais perto do objetivo de 2% traçado pelo Banco Central Europeu (BCE). Segundo a estimativa do Eurostat, a taxa de inflação na área euro desceu de 2,9% em outubro para 2,4% em novembro. Isto quer dizer que a inflação está apenas a 0,4 pontos percentuais (p.p.) acima da meta do regulador europeu, sendo favorável à manutenção dos juros do BCE nos atuais patamares restritivos, ao invés de novos agravamentos, num momento em que descer as taxas é ainda "prematuro".
BCE abre a porta a nova subida dos juros para controlar inflação
Depois de ter decidido manter as taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de outubro, o Banco Central Europeu (BCE) está agora a refletir sobre qual vai ser o rumo da sua política monetária a partir de 14 de dezembro, data da sua próxima reunião. Há membros do Conselho do BCE que são favoráveis a deixar a porta aberta para novas subidas dos juros, apesar da inflação na Zona Euro ter descido para 2,9% em outubro (estando perto da meta dos 2%). Isto porque “ainda não podemos declarar vitória contra a inflação, mas estamos no caminho certo”, avisou Isabel Schnabel, membro da Comissão Executiva do BCE.
Imobiliário na Zona Euro já está em recessão, alerta BCE
Num contexto de fraco crescimento económico, inflação elevada e tensões geopolíticas, as elevadas taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE) estão a afetar cada vez a economia real. E todo este cenário já se está a fazer sentir no imobiliário da Zona Euro, nomeadamente no mercado residencial onde os altos juros estão a arrefecer a procura de casas para comprar provocando uma queda nos preços.
Inflação na Zona Euro desce mesmo para 2,9% - a menor taxa em 2 anos
A taxa de inflação na Zona Euro recuou mesmo para os 2,9% em outubro, o valor mais baixo dos últimos dois anos, confirmou o Eurostat esta sexta-feira, dia 17 de novembro. E a inflação anual na União Europeia (UE) fixou-se em 3,6%. Isto quer dizer que a política monetária restritiva do Banco Central Europeu (BCE) está a dar resultados, ajudando a trazer a inflação de volta ao patamar dos 2%, o nível em que é assegurada a estabilidade de preços na área euro.
Riscos para a estabilidade financeira: banca deve manter-se proativa
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, apelou na quinta-feira (dia 16 de novembro) aos países da zona euro para que "se mantenham proativos" face aos riscos para a estabilidade financeira, num contexto de taxas de juro elevadas devido à inflação.
Guardiões da economia internacional preocupados com guerra em Israel
A incerteza na economia mundial voltou a agravar-se desde o passado dia 7 de outubro, quando o grupo islamita palestiniano Hamas avançou com um ataque sem precedentes a Israel, que gerou uma reação israelita imediata, com o cerco da Faixa de Gaza. Os desenvolvimentos deste conflito no Médio Oriente têm sido acompanhados com olhar atento pelos organismos internacionais, desde o FMI à Comissão Europeia. O Banco Central Europeu (BCE) admite mesmo haver riscos sobre a evolução da inflação na Zona Euro, por via do potencial aumento dos custos da energia. E todo este cenário pode comprometer as metas do regulador europeu, que se pode ver obrigado a aumentar as taxas de juro diretoras, depois de ter feito uma pausa nas subidas em outubro. O idealista/news conta agora qual é o possível rumo da inflação, dos juros do BCE e do comportamento do PIB, a par de outras variáveis, com a ajuda de especialistas e dados oficiais.
“Famílias devem assumir cenário de juros altos por um longo período”
Hoje, as taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) estão no patamar dos 4%, depois de o regulador ter decidido mantê-las inalteradas na sua última reunião de política monetária. Embora a inflação na Zona Euro tenha descido até aos 2,9% em outubro, o futuro da evolução das taxas de juro continua incerto, sobretudo devido às incertezas geopolíticas, como a guerra na Ucrânia e o conflito no Médio Oriente, que podem alterar o rumo da inflação. Num momento em que é “difícil” fazer previsões quanto ao futuro da evolução dos juros do BCE, Juan Villén, responsável pelo idealista/créditohabitação, recomenda às famílias que tenham “cautela” e que “façam as suas contas assumindo um cenário de taxas de juro altas por um longo período”.
Banco central da China fixa a volatilidade do yuan em mínimos de 2010
O Banco do Povo da China (banco central) está a manter a volatilidade do yuan no seu nível mais baixo desde 2010, o que poderá exercer pressão sobre a moeda nacional, informou a agência de notícias Bloomberg.
O banco central manteve a taxa de câmbio de referência - o seu principal instrumento para
Banca europeia endurece acesso ao crédito habitação - e não só
O Banco Central Europeu (BCE) informou esta terça-feira (24 de outubro) que os bancos endureceram no terceiro trimestre, mais que o esperado, as condições de todas as categorias de crédito, às empresas e às famílias, tanto para comprar uma casa como para consumo.
Inflação na Zona Euro mais baixa? O que dizem os líderes e os dados
A inflação na Zona Euro voltou a descer em setembro, situando-se nos 4,3%, menos 0,9 pontos percentuais (p.p). face à registada em agosto e a mais baixa desde outubro de 2021, estima o Eurostat. E as boas notícias não ficam por aqui: a inflação subjacente no espaço europeu também caiu para 4,5%, a subida menos acentuada de 2023. Ao que tudo indica estes dados apoiam as expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) deverá manter as taxas de juro inalteradas na próxima reunião que se realizará no dia 26 de outubro.
BCE volta a subir juros em 25 pontos e coloca taxas acima de 4%
Apesar dos vários alertas para o risco da economia europeia entrar em recessão (ou até estagflação), o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a subir as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira, dia 14 de setembro. Assim, a principal taxa de refinanciamento – que tem efeitos sobre os créditos habitação - galopou para os 4,50%, o nível mais elevado desde maio de 2001. E a taxa dos depósitos fixou-se em 4,00%, o nível mais elevado de sempre.
Preços no imobiliário vão "desacelerar" em Portugal, prevê Novo Banco
As condições monetárias e financeiras estão mais restritivas. E o Novo Banco acredita que o cenário deverá piorar na reta final de 2023, esperando duas novas subidas dos juros de referência pelo Banco Central Europeu (BCE).
Portugal é o 5º país do Euro que pior remunera os depósitos a prazo
Portugal era o quinto país da Zona Euro que pior remunerava os novos depósitos a prazo em junho, com uma taxa de juro média de 1,58%, menos 70% do que a remuneração média praticada na Zona Euro. De acordo com o Banco Central Europeu (BCE), em junho, a taxa de juro média dos novos depósitos a prazo na Zona Euro foi de 2,70%, sendo o país que pior remunerava a Croácia (1,07%), seguida de Chipre (1,26%), Eslovénia (1,42%) e Grécia (1,52%).
BCE vai voltar a subir juros em julho – depois há pressões para parar
Estará o ciclo de aperto da política monetária o Banco Central Europeu (BCE) a acabar? Quantos aumentos das taxas de juros diretoras estão ainda por vir? Ainda não há respostas para estas questões.