Crédito habitação: intermediários pedem mudanças ao regime jurídico
A Associação Nacional Intermediários Crédito Autorizados (Anica) considerou esta quarta-feira, dia 18 de março de 2026 necessário rever o regime jurídico dos intermediários de crédito, mas apontou falhas à proposta do regulador.
Resultados positivos dos bancos ajudam a enfrentar a incerteza de 2026
Os grandes bancos portugueses "apresentaram resultados sólidos no ano fiscal de 2025", o que irá ajudar a atravessar a incerteza geopolítica e macroeconómica que se espera para este ano, salientou a DBRS, numa análise divulgada esta segunda-feira (16 de março de 2026).
Banca elogia garantia pública, mas pede reforço da oferta
Responsáveis da banca portuguesa, reunidos no Fórum Banca 2026, em Lisboa, destacaram a adesão à garantia pública no crédito habitação para os jovens, mas apelaram para medidas do lado da oferta. O presidente executivo (CEO) do Banco Montepio, Pedro Leitão, considerou que os resultados mostram
Tiago Vilaça reeleito presidente da associação dos intermediários de crédito
Tiago Vilaça foi reeleito presidente da Associação Nacional dos Intermediários de Crédito Autorizados (ANICA) para o triénio 2026-2029, tendo como prioridades o reforço da qualificação e a formação destes profissionais.
Crédito para construir: “Escolha de casas modulares cada vez mais comum”
Comprar terreno para construir casa continua a ser o projeto de vida de muitas famílias em Portugal. Sem que seja vista como uma solução para resolver a crise de acesso à habitação que se vive no país, por ser "um produto especializado", a procura de crédito para construção segue estável, sem que se notem alterações significativas. Mas há uma mudança evidente a acontecer neste mercado: "É cada vez mais comum a escolha de outros tipos de construção que não a alvenaria mais tradicional, destacando-se as casas modulares", segundo revela em entrevista ao idealista/news o CEO da UCI em Portugal, Greg Delloye.
Quatro dos principais bancos com lucros de quase 4,4 mil milhões em 2025
Quatro dos principais bancos a operar em Portugal - CGD, BCP, Santander e BPI - tiveram lucros agregados de 4.398 milhões de euros em 2025, mais 5% do que em 2024, segundo contas da agência Lusa. O aumento dos lucros é impulsionado sobretudo pelos resultados da Caixa Geral de Depósitos e do BCP, que registaram no ano passado os maiores lucros das suas histórias.
Euribor mexe com o crédito habitação existente? O que fazer e como agir
O mercado do crédito habitação em Portugal continua a navegar num cenário de estabilidade, mas com nuances importantes, dependendo do prazo do indexante (taxa Euribor a três, seis ou 12 meses) do contrato. O alerta é dado pela Deco, que aconselha os mutuários com contratos existentes a simular antecipadamente a prestação e a conhecer os prazos de revisão dos respetivos créditos. Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
Depósitos de particulares sobem 4,4% em termos homólogos
No final de janeiro de 2026, o stock de depósitos de particulares nos bancos residentes totalizava 200,7 mil milhões de euros, segundo dados divulgados esta quinta-feira (26 de fevereiro de 2026) pelo Banco de Portugal (BdP). Trata-se de um valor inferior ao verificado em dezembro, mas superior ao registado no período homólogo, ou seja, em janeiro do ano passado.
Moratória Kristin: como pedir suspensão dos créditos e quais os riscos
A tempestade Kristin causou prejuízos significativos em várias zonas do país, afetando habitações, empresas e o rendimento de muitas famílias.
Banco de Inglaterra opta por cautela e mantém taxa diretora em 3,75%
O Banco de Inglaterra manteve na passada quinta-feira, dia 5 de fevereiro de 2026, a taxa diretora em 3,75% e reviu em baixa a taxa de crescimento económico para 0,9% em 2026, contra 1,25%, e para 1,5% em 2027, contra 1,6%. Num contexto de maior incerteza económica depois da subida da inflação em dezembro, o Comité de Política Monetária da entidade decidiu, por cinco votos contra quatro, manter as taxas, o que revela uma maioria apertada favorável à cautela.
Mau tempo: Governo publica em Diário da República moratória de 90 dias
O decreto do Governo que fixa uma moratória de 90 dias no pagamento dos empréstimos das famílias e empresas afetadas pela depressão Kristin foi, na passada sexta-feira, dia 6 de fevereiro de 2026, publicado em Diário da República, produzindo efeitos desde 28 de janeiro.
Crédito habitação continuará "forte" apesar do alto preço das casas
Nos últimos meses, a crise na habitação em Portugal tem gerado preocupação e análise constante por parte do Governo e dos especialistas do setor. Apesar do elevado preço das casas e do acesso cada vez mais difícil para comprar casa, os principais bancos antecipam que o crédito habitação continuará “forte” ao longo de 2026, apoiado pela estabilidade das taxas de juro – reforçadas pela decisão recente do Banco Central Europeu (BCE) de manter inalteradas as suas taxas diretoras –, pelo elevado nível de emprego e pela persistente escassez de oferta no mercado imobiliário.
Mau tempo: banca já está a agilizar moratórias no crédito habitação
Uma das várias medidas lançadas pelo Governo para responder aos estragos provocados pela passagem da tempestade Kristin diz respeito às moratórias no crédito habitação e às empresas por 90 dias.
Prego a fundo no montante total de crédito habitação em Portugal
Prego a fundo na concessão de novos créditos habitação. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP), relativos a dezembro de 2025, confirmam este cenário: o montante total de empréstimos para a compra de casa voltou a aumentar em termos anuais (10,2%), uma tendência que se verifica há dois anos, desde novembro de 2023. Trata-se, de resto, da maior subida em final de ano desde 2005.
Crédito habitação: m2 valoriza 19,1% para banca e atinge novo recorde
Nos processos de crédito habitação em Portugal, tem-se sentido que a banca tem valorizado o valor mediano do metro quadrado (m2) dos imóveis residenciais mês a após mês, muito à boleia da rápida subida do preço das casas, tendo crescido 17,3% em 2025.
Banco do Japão mantém juros nos 0,75% e melhora previsões económicas
O banco central do Japão manteve esta sexta-feira, dia 23 de janeiro de 2026, a taxa de juro de referência em 0,75%, o nível mais elevado desde 1995, e reviu em alta as projeções económicas para o atual ano fiscal e para 2026.
Garantia pública: Bankinter usou 30% da quota – mas quer chegar aos 100%
O Bankinter utilizou 30% da sua quota para a garantia pública para crédito habitação de mutuários até aos 35 anos, admitindo que poderá pedir um reforço do valor alocado, disse esta quinta-feira (22 de janeiro de 2026) a direção do banco espanhol.
Garantia pública no crédito da casa: Santander pede reforço de 150 milhões
O Santander anunciou esta quarta-feira, dia 14 de janeiro de 2026, que pediu um reforço de 150 milhões de euros da sua quota da garantia pública para a compra de casa por jovens até aos 35 anos.Em comunicado, o banco disse que “solicitou às entidades competentes” este reforço de 150 milhões de euros
Garantia pública no crédito habitação: 94% do dinheiro já está com bancos
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, revelou recentemente que a garantia pública para a compra de casa por jovens até aos 35 anos abrangeu 23 mil pessoas, tendo o Governo, entretanto, aprovado o reforço da iniciativa à CGD e ao Banco CTT. Os números indicam, de resto, que quase todo o dinheiro disponibilizado para o efeito já está na posse dos bancos, faltando distribuir menos de 90 milhões de euros. E só há registo, até à data, de um caso de ativação da garantia pública, na CGD.
Crescimento dos depósitos de particulares mantém-se em 4,4%
No final de novembro, os depósitos de particulares nos bancos residentes totalizavam 199,9 mil milhões de euros, refletindo um ligeiro aumento face ao mês anterior, sobretudo nos depósitos à ordem. Já os depósitos a prazo também registaram crescimento, mas de menor expressão.
Garantia pública no crédito da casa: bancos utilizaram 52,8% do valor total
Os bancos portugueses utilizaram até novembro 52,8% do montante total atribuído pelo Estado no âmbito da garantia pública para compra de casa por jovens até aos 35 anos, segundo dados divulgados esta segunda-feira (5 de janeiro de 2026) pelo Banco de Portugal (BdP). No total, são 626 milhões de euros ao abrigo desta garantia num acumulado de 22.933 contratos com um valor de 4.544 milhões de euros desde o início do ano.
Valor das fusões e aquisições dispara com venda do Novo Banco
Portugal registou em 2025 o maior valor em fusões e aquisições dos últimos quatro anos, impulsionado por um grande negócio que dominou o mercado: a venda do Novo Banco ao grupo francês BPCE por 6,4 mil milhões de euros. Esta operação destacou-se de forma clara numa lista de grandes transações que, no conjunto, mostram um mercado mais contido em número de negócios, mas expressivo em valor, num contexto de incerteza económica e geopolítica.
Montante total de crédito habitação sempre a subir: acelera há 23 meses
O ano de 2025 confirmou algumas tendências já identificadas no universo do crédito habitação em Portugal, com a concessão de novos empréstimos a acelerar a bom ritmo, por exemplo, apesar dos preços das casas se manterem elevados. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP), relativos a novembro de 2025, confirmam isto mesmo, tendo o montante total de empréstimos para habitação voltado a aumentar em termos anuais (9,8%), algo que aconteceu pelo 23º mês consecutivo.
Dívida das famílias, Estado e empresas cai para 857,7 mil milhões
O endividamento do setor não financeiro, que reúne administrações públicas, empresas e particulares, recuou 8.700 milhões de euros em outubro face a setembro, para 857,7 mil milhões de euros, anunciou no dia 22 de dezembro de 2025, o Banco de Portugal (BdP). Deste total, 479,4 mil milhões de euros respeitavam ao setor privado (empresas privadas e particulares) e 378,3 mil milhões de euros ao setor público (administrações públicas e empresas públicas).
Novas regras sobre criptoativos preveem multas até cinco milhões
As novas regras sobre criptoativos foram esta segunda-feira (dia 22 de dezembro de 2025) publicadas em Diário da República e preveem multas de até cinco milhões de euros a empresas que não as cumpram. Em causa estão diplomas, aprovados recentemente no Parlamento, que reforçam a regulação sobre as transações com criptoativos a partir de julho de 2026 e atualizam as medidas de combate ao branqueamento de capitais para as adaptar à realidade das transferências com determinados criptoativos.