Banco de Portugal estima taxa de desemprego abaixo dos 6% em 2020

A taxa de desemprego deve continuar a descer nos próximos anos. O Banco de Portugal (BdP) prevê uma taxa de desemprego de 7,3% este ano, 6,3% em 2019 e 5,6% em 2020, um valor abaixo do registado em 2008, no início da crise económica, justificado com a criação de mais emprego e um ligeiro aumento da população ativa.
Ganhos de empresas de trabalho temporário crescem 6% em 2017

Ganhos de empresas de trabalho temporário crescem 6% em 2017

No último ano, a faturação agregada das empresas de trabalho temporário cresceu 6%, para 1.245 milhões de euros. Os dados são da consultora Informa D&B e mostram que no período compreendido entre 2013 e 2017 a faturação setorial aumentou perto de 365 milhões de euros, fixando-se a taxa de crescimento médio anual em 9%.
Rendimento das famílias portuguesas continua abaixo de 2008

Rendimento das famílias portuguesas continua abaixo de 2008

O rendimento disponível bruto das famílias portuguesas continua a ser inferior ao nível de 2008. O relatório da Comissão Europeia sobre a evolução do emprego e da situação social na Europa revelou que quase todos os Estados-membros continuaram a registar um crescimento do rendimento dos agregados, à exceção de alguns países, como Portugal.
Taxa de desemprego desceu 2,2% num ano, para 8,9% em 2017

Taxa de desemprego desceu 2,2% num ano, para 8,9% em 2017

A taxa de desemprego em Portugal tem vindo a recuar nos últimos tempos, tendo baixado 2,2% num ano: em 2016 era de 11,1% e no ano passado caiu para 8,9%, abaixo das estimativas mais recentes do Governo, que antecipava uma taxa de 9,2%. Em 2017, a população desempregada, estimada em 462,8 mil pessoas, diminuiu 19,2% face a 2016 (menos 110,2 mil).
Estás à procura de emprego? Perspetivas de recrutamento em 2018 são elevadas

Estás à procura de emprego? Perspetivas de recrutamento em 2018 são elevadas

Boas notícias para quem está desempregado ou para os jovens recém-licenciados. As perspetivas de recrutamento em Portugal estão num nível elevado, uma consequência do dinamismo do mercado de trabalho. Esta é uma das conclusões de um estudo da consultora em recrutamento especializado Hays, que considera que 2018 é “o verdadeiro ano da retoma do emprego em Portugal”.
Desemprego baixa para 8,8% e um quarto dos desempregados passam a ter trabalho

Desemprego baixa para 8,8% e um quarto dos desempregados passam a ter trabalho

A taxa de desemprego caiu para 8,8% no segundo trimestre de 2017, contra os 10,1% do primeiro trimestre, ficando assim ao nível do valor registado no primeiro trimestre de 2009. Na base desta recuperação, revelada pelos últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) está a criação expressiva de emprego entre abril e junho, período em que foram criados mais de 100 mil postos de trabalhos em termos líquidos. Nos últimos três meses, 25,6% dos desempregados passaram a empregados. Ou seja, cerca de uma em cada quatro pessoas que andavam à procura de trabalho, encontraram.

Apoios à contratação de jovens e desempregados de longa duração entram hoje em vigor

O novo regime de incentivos à contratação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração, que prevê a dispensa temporária parcial ou total do pagamento de contribuições, entra hoje, dia 01 de agosto de 2017, em vigor. As empresas beneficiadas podem acumulam o direito à dispensa parcial ou isenção total do pagamento de contribuições para a Segurança Social com outros apoios à contratação.

Vitalidade da economia leva desemprego a baixar para níveis de 2008

A taxa de desemprego de maio desceu para 9,2%, o valor mais baixo desde 2008 (8,9%), revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE), estimando para junho uma nova descida para 9%. O secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, citado pela Lusa, sublinha que este resultado é um sinal claro da vitalidade da economia portuguesa e garante que a ambição do Governo é elevada, sobretudo no combate ao desemprego jovem.

Emprego criado desde 2013 é mais instável e pior remunerado

Os empregos criados em Portugal desde 2013 são menos estáveis e pior remunerados do que antes da crise económica internacional de 2008. Em causa estão dados que constam num estudo estatístico do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra que foi apresentado esta terça-feira (dia 11).

Subsídio de desemprego chega hoje já sem corte de 10%

Pela primeira vez desde 2012, o subsídio de desemprego começa esta sexta-feira, dia 23 de junho de 2017, a ser pago sem o corte de 10% que estava a ser aplicado aos beneficiários que cumprissem mais seis meses de atribuição. O Governo diz que mais de metade dos 234 mil beneficiários que fo
Há menos 19,2% de desempregados inscritos nos centros de emprego que há um ano

Há menos 19,2% de desempregados inscritos nos centros de emprego que há um ano

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego desceu 19,2% num ano – em maio deste ano face a maio de 2016 –, havendo atualmente 432.274 pessoas desempregadas registadas, menos 102.684 que no período homólogo. Em relação a abril, há menos 4,1% de desempregos registados, o equivalente a 18.687 pessoas. Em causa estão dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
Programa Nacional de Reformas prevê mais limites nos contratos a prazo

Programa Nacional de Reformas prevê mais limites nos contratos a prazo

O Governo quer concluir este ano um acordo na Concertação Social que limite os contratos de trabalho a prazo. O acordo “deverá integrar medidas tendentes à limitação do regime dos contratos a termo, designadamente a revogação da norma do Código do Trabalho que justifica a contratação a prazo de jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração”, lê-se no Plano Nacional de Reformas (PNR), que será enviado para Bruxelas na próxima semana.
Mais de 2.600 desempregados usaram subsídio para criar emprego

Mais de 2.600 desempregados usaram subsídio para criar emprego

Ficar desempregado é seguramente um problema para muitas pessoas. Mas este momento teoricamente difícil de ultrapassar pode ser uma janela de oportunidade. Como? Através de um mecanismo que a Segurança Social (SS) tem de entregar o subsídio de uma só vez. Em 2015, a SS processou 2.740 entregas da prestação de desemprego de uma só vez e no ano passado houve 2.673 pessoas a recorrerem a este mecanismo para criar o seu próprio emprego. Esta é, aliás, a condição.