BCE vai subir juros? “Sim, mas só quando for seguro”, defende Centeno
Os economistas estão de olhos postos num indicador: a inflação, que não para de subir em Portugal e na Zona Euro. E, para travá-la está em cima da mesa a subida da taxa de juro diretora pelo Banco Central Europeu (BCE) na segunda metade do ano. Mas, antes de tomar qualquer decisão, há outros dados e indicadores que o regulador europeu precisa de colocar na balança. E, na visão de Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP), a subida de juros deve ser levada com “ponderação”, defendendo que só deverá acontecer “quando for seguro fazê-lo".
Euribor e inflação a subir: menos poupança e dinheiro para gastar
A transformação da economia mundial está a acontecer a olhos vistos. A guerra da Ucrânia veio baralhar as contas e por um travão na recuperação das economias depois do trambolhão dado na pandemia. A inflação está a subir vertiginosamente e, para a travar, o Banco Central Europeu (BCE) terá mesmo de aumentar a taxa de juro diretora. Tudo isto já tem mexido com os mercados monetários e financeiros e os resultados estão à vista: as taxas Euribor estão a crescer rapidamente. E este cenário terá consequências paras as famílias, que perdem poder de compra e veem as prestações da casa subir.
Prestação da casa mais cara em maio com Euribor a subir: mas quanto?
O universo do crédito habitação está em constante mudança. As taxas Euribor estão a subir desde o início do ano, uma evolução que acelerou em março depois de eclodir a guerra na Ucrânia.
Prestação da casa vai aumentar em maio reflexo da subida da Euribor
A prestação da casa pega pelos clientes bancários pelo crédito habitação vai subir em maio nos contratos indexados à Euribor a três, seis e a 12 meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.
Crédito habitação: montante concedido deu o maior salto desde 2008
O clima macroeconómico é de pura incerteza. Depois da pandemia, chegou a guerra da Ucrânia que está a baralhar as contas das empresas e famílias, que veem a inflação a crescer mês após mês desde o início do ano.
Comprar casa: como escolher o crédito habitação mais barato?
A compra da casa é um dos momentos mais importantes na vida das famílias. E para o fazer, o mais comum mesmo é recorrer ao crédito habitação, cujo montante concedido pelos bancos tem dado sinais de subida a cada mês.
Euribor a 12 meses está positiva e afeta 25% dos créditos habitação
As taxas Euribor têm dado sinais de subida desde o início do ano, uma tendência que se agravou ainda mais com a guerra na Ucrânia e depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras já em 2022 para travar a inflação na Zona Euro. E a Euribor a 12 meses subiu tanto que já está em terrenos positivos, o que se vai refletir em, pelo menos, 1 em cada 4 créditos habitação de taxa variável.
IRS para investidores: englobamento obrigatório só avança em 2023
Englobar ou não os rendimentos obtidos em bolsa? Esta é uma questão hoje colocada pelos investidores, mas que a partir de 2024 deixará de ser.
BCE mantém juros e quer terminar compras de ativos no 3.º trimestre
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira (14 de abril) deixar as taxas de juro inalteradas, com a principal taxa de refinanciamento a manter-se em 0% e espera concluir as compras de ativos no terceiro trimestre.
Comprar casa em Portugal está 64% mais caro que em 2010
“O preço das casas está a subir”. “Casas estão a ficar mais caras em Portugal”. Títulos de notícias como estes invadem os ecrãs dos portugueses desde 2013. Foi no final desse ano que os preços das casas começaram a dar sinais de subida. E, desde então, não pararam de crescer, atingindo mesmo níveis preocupantes para as autoridades económicas e financeiras nos últimos anos. O resultado desta evolução está à vista: as casas para comprar ficaram 63,9% mais caras entre 2010 e o final de 2021, apontam os dados mais recentes do Eurostat. E esta evolução é mesmo a 11.ª mais acentuada dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE).
Subida dos juros no verão defendida por vários membros do BCE
Alguns membros do Banco Central Europeu (BCE) defendem o fim das compras de dívida no verão para abrir caminho a um aumento das taxas de juro no terceiro trimestre, devido à subida acentuada da inflação.De acordo com as atas da reunião de 10 de março - publicadas esta quinta-feira, d
Crédito habitação: Banco CTT com solução taxa fixa “simples”
Os bancos continuam a mostrar disponibilidade para conceder crédito habitação às famílias. Mas as regras do jogo estão a mudar e podemos mesmo estar a assistir ao fim da era dos empréstimos das casas mais baratos de sempre. As taxas Euribor deram o salto em março e os seus efeitos já estão a ser sentidos nas prestações da casa dos novos créditos de taxa variável. E dada a instabilidade económico financeira que já se faz sentir desde o início do ano e que, agora, se está a agravar com a guerra na Ucrânia, começa a surgiu uma dúvida: será melhor optar por uma taxa fixa ou variável? Não há uma resposta única para esta questão. Mas há, sim, várias soluções no mercado a avaliar. E uma delas é mesmo a solução de taxa fixa do Banco CTT que passamos a pente fino na rubrica “Crédito habitação do mês”.
Crédito habitação: para que serve a avaliação da solvabilidade?
Na hora de contratar um crédito habitação para comprar casa são vários os documentos que é necessário entregar à entidade bancária. E muitos deles são necessários para o banco conseguir calcular a capacidade de uma família pagar o crédito que pretende contratar.
Subida dos juros: “Todos devíamos estar precavidos”, diz Vítor Bento
A subida das taxas de juro está iminente – esta é de resto, uma das medidas que o Banco Central Europeu (BCE) tem em cima da mesa para travar a inflação, e que irá agravar-se com a guerra na Ucrânia.
Crédito habitação: como proteger a carteira se os juros subirem?
Vivem-se tempos de incerteza. A inflação está instalada na zona euro e está a escalar ainda mais com a guerra na Ucrânia, ameaçando o crescimento económico europeu. O risco de estagflação está iminente.
Prestação da casa está a subir, segundo dados do INE
Muito se tem falado sobre a possibilidade do Banco Central Europeu (BCE) decidir aumentar já em 2022 as taxas de juro de referência, o que teria impacto nas taxas Euribor e consequentemente no crédito habitação, mais concretamente na prestação da casa. A verdade é que as taxas de juro voltaram a descer em fevereiro de 2022. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação desceu para 0,793%, inferior à registada em janeiro (0,798%). Já a prestação média vencida subiu um euro, para 255 euros.
Conflito entre a Rússia e a Ucrânia: como afeta o crédito habitação?
A invasão da Ucrânia pelas tropas russas está a trazer consequências, a vários níveis, para as economias europeias e do mundo. E uma das já visíveis passa pela aceleração da inflação, que, aliás, tem estado em alta nos últimos meses, tendo mesmo atingido recordes na zona euro, em janeiro.
Guerra na Ucrânia: banco central da Rússia aumenta juros para 20%
O banco central da Rússia aumentou a taxa diretora em 10,5 pontos para 20% em resposta às sanções económicas impostas pelo Ocidente para punir Moscovo pela invasão da Ucrânia, anunciou esta segunda-feira (28 de fevereiro de 2022) a instituição.
Crédito habitação: esta é a hora de mudar da taxa variável para fixa?
A subida de juros já em 2022 pelo Banco Central Europeu (BCE) está à espreita. E esta decisão irá afetar os mercados financeiros e as taxas Euribor, cenário que irá mexer com as prestações da casa a pagar mensalmente aos bancos. Isto é especialmente verdade para quem escolheu a taxa variável no crédito habitação. Mas será a subida de juro significativa? E será que este é o momento de mudar de taxa variável para taxa fixa? Explicamos.
O custo total do crédito habitação tem um nome: MTIC
Na hora de procurar o melhor crédito habitação para comprar casa, importa pedir diferentes propostas de financiamento aos bancos - sozinho ou recorrendo a intermediário de crédito.
Juros a subir no crédito habitação? Vai custar 994 milhões às famílias
A subida dos juros no crédito habitação está à espreita. Os alarmes soaram depois do Banco Central Europeu (BCE) admitir uma subida da taxa de juro diretora já em 2022 para travar a inflação na Zona Euro. Os mercados antecipam que as taxas Euribor podem voltar a terrenos positivos já no final do ano, uma mudança que vai afetar as prestações das famílias. Mas quanto? Contas feitas, até 2024 os encargos com a casa podem subir 993,6 milhões de euros.
Qual o impacto da subida dos juros nas famílias, empresas e Estado?
Não se sabe quando ou quanto vão subir as taxas de juro, mas é certo que as famílias, empresas, e o próprio Estado sentirão os efeitos de um possível aumento.
Juros no crédito habitação voltam a descer e prestação sobe um euro
A eventual subida das taxas de juro de referência já em 2022 por parte do Banco Central Europeu (BCE) tem estado na ordem do dia. Um assunto muito importante para os consumidores, já que terá impacto, em última instância, na prestação paga ao banco pelo empréstimo da casa. Certo é que as taxas de juro voltaram a descer. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em janeiro de 2021, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação foi 0,798%, inferior à registada em dezembro (0,801%) e no período homólogo (0,873%). Já a prestação média vencida subiu um euro, para 254 euros.
Subida das taxas de juro iminente: porque se deve criar um colchão?
O Banco Central Europeu (BCE) abriu a porta à subida das taxas de juro ainda este ano, para travar a inflação – que deve continuar alta mais tempo que o previsto. Se este cenário se mantiver, as empresas e famílias portuguesas poderão ter de enfrentar novos desafios – o impacto será sentido, por exemplo, na hora de pagar a prestação da casa. E é por isso que ter uma “almofada” financeira é tão importante.
Novos desafios no crédito habitação: subida dos juros e limite de anos
Milhares de famílias portuguesas recorrem ao crédito habitação para comprar casa. E, agora, deparam-se com várias mudanças à espreita. As taxas Euribor – às quais estão indexados os créditos habitação com taxa variável - podem subir já na segunda metade do ano, à boleia de um eventual aumento da taxa de juro diretora pelo Banco Central Europeu (BCE). E, por outro lado, as idades limite para pagar o empréstimo da casa também vão mudar para quem tem mais de 30 anos, tal como anunciou o Banco de Portugal (BdP). Sabe como tudo isto vai influenciar a prestação da casa a pagar ao banco e como te podes acautelar.