Longe da ideia de um espaço fechado sobre si próprio, o Muzeu foi desenhado para ser percorrido, habitado e descoberto, convidando quem o visita a entrar sem cerimónias e a construir a sua própria experiência. “Não procura reproduzir o passado nem competir com ele”, segundo explica o arquiteto responsável pelo projeto, José Carvalho Araújo, ao idealista/news. Neste quarteirão do centro histórico de Braga, tal como diz, a “arquitetura trabalha a “convivência entre permanência e transformação”.