Naves industriais no Grande Porto mudam de mãos

M7 compra 2 naves no Grande Porto por 8 milhões

A Santander Asset Management (SAM) vendeu duas naves industriais na zona da Folgosa, no Grande Porto, à gestora de fundos M7, em representação de um fundo da Blackstone. Em causa está um negócio avaliado em cerca de 8 milhões de euros, sendo que as naves contam com uma superfície total de 11.500 metros quadrados (m2).
Casas para viver no Porto

Viver no Grande Porto: imobiliário unido para aumentar oferta de casas

O mercado residencial do Grande Porto – tal como o do país - enfrenta hoje uma série de desafios desencadeados pela atual instabilidade económica e financeira. A alta inflação, a subida dos juros no crédito habitação e a recente crise financeira estão a gerar um clima de desconfiança, que ameaça arrefecer os negócios das casas (embora as transações tenham registado um recorde em 2022). Mas os profissionais do imobiliário estão unidos para assegurar que o mercado residencial continua a crescer e a dar provas de resiliência. Muitos vão estar reunidos no Imobinvest – Salão do Imobiliário que vai arrancar esta sexta-feira, dia 24 de março de 2022, na Alfândega do Porto, e que conta com o idealista enquanto portal oficial.
Estas são as 10 cidades mais caras do mundo para fazer viagens de negócios

As 10 cidades mais caras do mundo para fazer viagens de negócios são…

A cidade mais cara do mundo para fazer viagens de negócios continua a ser Nova Iorque (EUA), onde os custos/despesas rondam 796 dólares (742 euros) por dia. Seguem-se na lista Genebra, na Suíça (700 dólares/653 euros), e Washington, também nos EUA (658 dólares/614 euros), que ocupam o segundo e terceiro lugares do ranking, respetivamente.  
Venda de casas em Portugal

Venda de casas em Portugal atinge recorde em 2022 apesar da inflação

Nada parece travar o negócio das casas em Portugal. Mesmo num contexto de instabilidade económica, alta inflação e de subida dos juros no crédito habitação, o mercado residencial somou recordes em 2022. Quem o diz é o próprio Instituto Nacional de Estatística (INE) revelando que foram transacionadas 167.900 habitações em Portugal durante o ano passado, o que constitui o registo mais elevado de sempre. E também os preços das casas subiram 12,6% em 2022, “a taxa de variação anual mais elevada na série disponível”.

Promotora imobiliária VIC Properties vendida por mais de 670 milhões

A promotora imobiliária VIC Properties mudou de mãos, passando a ter novos acionistas. A empresa revela, em comunicado, que a alemã Aggregate vendeu a totalidade das ações que detinha a um grupo liderado por investidores institucionais e pela própria equipa de gestão da empresa, liderada por João Cabaça. Em causa está um negócio avaliado em mais de 670 milhões de euros, devendo a operação estar concluída no segundo semestre de 2023.
Terrenos à venda para construção

Novo Banco coloca 5 terrenos à venda por 400 milhões de euros

Num momento em há falta de terrenos para construção junto aos grandes centros urbanos e turísticos, o Novo Banco decidiu colocar no mercado o portfólio Land Bank por 400 milhões de euros. Trata-se de uma carteira de 5 terrenos, situados em Lisboa e no Algarve, que estão disponíveis para ali construir habitações, escritórios, retalho e edifícios turísticos. A ideia do Novo Banco é vender este conjunto de imóveis destinado a promoção imobiliária ainda em 2023.
Portugal terá a maior participação de sempre no MIPIM

MIPIM 2023: Portugal abre portas ao investimento imobiliário

Portugal volta a marcar presença em força naquela que é considerada a maior e mais importante feira do setor imobiliário do mundo, o MIPIM, que “abre portas” esta terça-feira e termina sexta-feira (17 de março de 2023), realizando-se como sempre em Cannes (França). “Esta será sem dúvida a maior participação de sempre de Portugal no MIPIM e isso deve-se ao reconhecimento pelo setor da importância da feira. Quem vai uma vez continua a ir e espalha a palavra, pelo que o evento vai crescendo”, diz ao idealista/news Rui Coelho, representante do MIPIM em Portugal. 
Comprar casa para arrendar em Portugal

Comprar casa para arrendar é mais rentável no interior de Portugal

O mercado de arrendamento em Portugal está, hoje, no olho do furacão. Controlar as rendas nos novos contratos, forçar o arrendamento de casas vazias e reduzir as taxas de IRS sobre os rendimentos prediais fazem parte do pacote de medidas "Mais Habitação" colocadas em cima da mesa pelo Governo socialista de maioria absoluta, com o objetivo de aumentar a oferta habitacional neste mercado (que é estruturalmente escassa). Mas, afinal, quão rentável é comprar casa em Portugal para colocar a arrendar? Os dados do idealista/data indicam que a rentabilidade bruta da habitação em Portugal subiu ao longo de 2022, tendo-se fixado em 6,27% no final do ano. E mostram ainda que arrendar casa no interior do país é mais lucrativo do que no litoral (mas os riscos também são maiores). Acontece que, quando são considerados todos os encargos fiscais, este negócio imobiliário torna-se menos atrativo aos olhos dos investidores.
antiga sede da Ageas

Antiga sede da Ageas no Porto foi vendida à Osborne

O edifício Campo Alegre, antiga sede da Ageas, no Porto, foi vendido à Osborne, promotora especializada no desenvolvimento de escritórios. A operação marca a conclusão da venda do portefólio Invictus – que incluía três ativos na cidade  –  que pertencia à seguradora. O valor do negócio não foi revelado.
As diferenças da mediação imobiliária em Portugal e nos EUA

Mediação imobiliária em Portugal e nos EUA: as diferenças na 1ª pessoa

O setor da mediação imobiliária dos EUA é muito diferente do de Portugal, desde logo pela dimensão geográfica dos dois países. Mas são muitas as diferenças existentes entre os dois mercados e as formas de vender e comprar casa em vigor nos mesmos. Massimo Forte, consultor, formador e coach especializado no setor imobiliário, aceitou o desafio do idealista/news de ser jornalista por um dia e esteve à conversa com Andreia Cordeiro, que trabalha no setor há 19 anos. “Tirei a licença de consultora imobiliária em Nova Iorque e em Connecticut e neste momento estou a trabalhar como agente”, começa por contar. 
Edifício de escritórios Gago Coutinho 26, em Lisboa, muda de mãos

Fundo do Crédito Agrícola compra edifício arrendado ao BNP Paribas

O edifício de escritórios Gago Coutinho 26, localizado na Avenida Almirante Gago Coutinho, em Lisboa, mudou de mãos no final do ano passado, tendo sido vendido pela GamaLife, antiga seguradora do Novobanco, ao fundo imobiliário do Crédito Agrícola Património Crescente, um fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela Square Asset Management. Trata-se de um imóvel que está totalmente ocupado, desde 2015, pelo BNP Paribas.
Lisboa é uma das melhores cidades para se investir em imobiliário

Lisboa é a 11ª melhor cidade europeia para investir em imobiliário

Os vários players do setor imobiliário perspetivam que 2023 seja um ano de incertezas, marcado pelos efeitos da alta inflação, da subida das taxas de juro, da eventual desaceleração económica ou da crise energética. Há, no entanto, sinais de otimismo, nomeadamente no que diz respeito à promoção imobiliária em Portugal, com os investidores a manterem o país no radar. Os dados mais recentes de um relatório elaborado pela consultora PwC e pelo Urban Land Institute (ULI) mostram isso mesmo: Lisboa é a 11º cidade europeia mais atrativa para investir em imobiliário, tendo recuperado face aos dois anos anteriores (16ª em 2022 e 15ª em 2021). 
Vista aérea do empreendimento Prata Riverside Village, em Lisboa

Prata, Matinha e Pinheirinho vão continuar nas mãos da VIC Properties

A promotora imobiliária VIC Properties já não vai, afinal, vender os três ativos que tinha no mercado: o Prata Riverside Village e a Herdade da Matinha, em Lisboa, e a Herdade do Pinheirinho, em Grândola. Em causa está a transação do Project Rise, como foi designado. Significa que caiu por terra aquela que seria um dos maiores negócios imobiliários de sempre do país, senão o maior.

Olhos postos em Portugal – investidores mantêm aposta no imobiliário

“Portugal está no radar do investimento imobiliário”. “Portugal é um refúgio para os investidores imobiliários”. Estas são algumas das ideias que vários players do setor, entre eles mediadores, consultores e promotores, têm vincado ao longo dos últimos anos. E a verdade é que o país parece continuar a ser um destino apetecível, quer numa ótica de investimento particular, através da compra de casas, por exemplo, quer numa perspetiva institucional, com fundos que estão particularmente atentos a negócios imobiliários em solo nacional. Continuará a ser esta uma tendência, em tempos conturbados como os que se vivem, marcados por inflação alta e taxa de juros a subir? A resposta a esta e outras perguntas é dada por quem anda no terreno, os promotores imobiliários. 

Habitação em Portugal: são precisas mais casas, avisam promotoras

Agilizar os processos de licenciamento, aumentar a oferta de habitação, nomeadamente a destinada à classe média, e dinamizar o mercado de arrendamento. Estas têm sido algumas das medidas revindicadas pelos vários players do setor imobiliário em Portugal nos últimos anos. O que tem sido feito e o que ainda é preciso fazer no setor da promoção imobiliária? O idealista/news faz um raio-x ao mercado e dá voz a quem investe e tem a responsabilidade de desenvolver os projetos residenciais que, mesmo com atrasos, saem do papel. Eis os resultados. 
Vale do Lobo Golf & Beach Resort passa a ser gerido pela Kronos Homes

Kronos Homes assume gestão de ativos imobiliários do Projeto Crow

O grupo de promoção imobiliária espanhol Kronos Real Estate Group, que está presente em Portugal desde 2017 através da Kronos Homes, anunciou que aumentou de forma significativa o portefólio que tem sob gestão a nível nacional, passando a desenvolver 10 resorts e quatro projetos residenciais, que se encontram sobretudo no Algarve. Uma expansão que se deve à participação no consórcio que comprou a carteira de ativos imobiliários que estava nas mãos dos bancos, conhecida como Projeto Crow. O portefólio em causa foi comprado pela norte-americana Davidson Kempner European Partners à portuguesa ECS Capital por 850 milhões de euros.
Ativos imobiliários de bancos vendidos

Bancos Santander, Novo Banco, CGD e BCP herdam ativo de 140 milhões

Foi mesmo a fechar o ano que a venda do “enguiçado” Projeto Crown ficou consumada. Aquele que foi o maior negócio imobiliário de 2022 ficou selado por 850 milhões de euros, tendo a Davidson Kempner European Partners comprado um vasto portfólio de ativos que era detido, entre outros, pela ECS. Outros ativos foram, no entanto, retirados da carteira transacionada, tendo ficado nas mãos das entidades vendedoras. Um deles, o empreendimento do Morgado do Reguengo, no Algarve, foi repartido pela CGD, BCP, Novo Banco e Santander, um ativo avaliado em 140 milhões de euros. 
Loja no Porto comprada por um milhão de euros por investidor brasileiro

Loja no Porto (com 171 m2) muda de mãos por um milhão de euros

Um milhão de euros. Este foi o valor pago no início do ano por um investidor privado de origem brasileira por uma loja na Baixa do Porto, num edifício reabilitado na Rua Mouzinho da Silveira. Em causa está um espaço comercial que ocupa uma área de 171 metros quadrados (m2) que está arrendado – desde 2018 e com um contrato de longo-termo – à Luzzo Pizzaria, uma cadeia nacional de restauração que opera em regime de franchising e conta já com 27 restaurantes em todo o país. 
OE2023

Cara ou coroa: OE2023 entrou em vigor com surpresas para o imobiliário

Ano novo, novas regras no mercado imobiliário. No passado dia 1 de janeiro, entrou em vigor o Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), que introduz várias medidas e alterações com impacto direto no imobiliário. O idealista/news pediu a fiscalistas e juristas que olhassem para este documento e identificassem algumas das novidades que consideram ser um benefício ou uma penalização para o setor.
permutas de imóveis

Permutas técnicas: novas regras travam negócio da troca de casas

A permuta de casas é uma alternativa à compra e venda de imóveis tradicional. Trata-se de uma solução que permite a troca de uma casa por outra, e que apresenta vantagens fiscais, nomeadamente através da redução de impostos a pagar, de que é exemplo o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT). Mas o Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) trouxe novidades nesta matéria, aprovando novas regras que colocam um travão às conhecidas “permutas técnicas”. Especialistas do setor consideram que esta alteração é (mais) um obstáculo aos negócios imobiliários e ao investimento.
escritórios Alcântara

Galp muda sede para Alcântara no final de 2023

A Galp vai deixar as Torres de Lisboa, em Benfica, e mudar-se no final de 2023 para a zona de Alcântara, mais precisamente para o ALLO - Alcântara Lisbon Offices. A empresa vai pagar uma renda de cinco milhões de euros por ano pela nova sede, cerca de 415 mil euros por mês.