Lei dos solos possibilita preços acima do mercado em 95% dos municípios
O novo Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), alterado pelo Governo, tem gerado polémica por permitir a reclassificação de solos rústicos em urbanos com critérios que abrem espaço à especulação imobiliária.
Nova lei dos solos baixará em 20% o preço das casas, garante o Governo
O Governo garante que a nova lei dos solos fará baixar em 20% o preço das novas casas nas áreas metropolitanas e capitais de distrito, fixando valores abaixo dos registados em Portugal em 2024.
Preços das casas sobem na UE: Portugal tem 2º maior aumento
Os preços homólogos das casas aumentaram, no terceiro trimestre de 2024, 2,6% na zona euro e 3,8% na União Europeia (UE), com Portugal a registar a segunda maior subida trimestral (3,7%), revela o Eurostat.
Lei dos solos “vai baixar o preço das casas”, garante ministro
O ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, veio defender que a recente alteração à lei dos solos reduzirá o preço das habitações, classificando-a como "absolutamente anti-especulativa".
Venda de casas e preços vão abrandar subida em 2025, dizem mediadores
As descidas dos juros e a isenção de IMT para jovens ajudaram a animar a compra de casas em Portugal durante o ano passado – e espera-se que assim continue. Mas, ao contrário do que se possa pensar, a venda de casas não vai aumentar exponencialmente em 2025, porque há um fator estrutural que deverá limitar estes negócios: a falta de habitação no mercado. É isso mesmo que antecipam os mediadores imobiliários ouvidos pelo idealista/news, prevendo que a venda de casas deverá abrandar o crescimento ao longo deste ano e, consequentemente, também se sentirá uma desaceleração da subida do preço da habitação.
Comissária sugere que investimento na UE pode reduzir preços das casas
Maria Luís Albuquerque disse que no seu mandato como comissária quer reforçar o investimento privado na União Europeia e defendeu que mais investimento nas empresas, em vez de em ativos imobiliários, permitirá baixar os preços das casas.
Habitação e imobiliário em 2025: como ficam os preços e as tendências?
Está traçado um cenário otimista para o mercado imobiliário em Portugal e na Europa em 2025, tendo em conta as perspetivas de crescimento económico, recuperação de poder de compra e de queda dos juros. Todos estes fatores vão continuar a dar ânimo à compra de casas e ao investimento em escritórios, logística e retalho, que iniciaram a rota de recuperação no ano passado. E também deverão incentivar a construção de casas e de outros projetos imobiliários. Mas será na medida certa? Não há dúvidas entre especialistas de que a oferta de casas a preços acessíveis vai continuar a ficar aquém das necessidades da procura, antecipando-se um agravamento da crise na habitação em 2025 no país.
Comprar casa em Portugal: há mais de 2.500 imóveis à venda com desconto
As casas para comprar continuam a ficar cada vez mais caras em Portugal. Mas também é possível encontrar imóveis no mercado com desconto. É neste contexto que quem quer adquirir habitação deve estar atento a oportunidades, como é o caso da campanha da Remax que colocou à venda 2.795 imóveis com preços reduzidos até 28 de fevereiro. A grande maioria destes imóveis são habitações.
Comprar casa em Portugal: preço sobe 10,4% em 2024 (e atinge recorde)
Os preços das casas à venda em Portugal, por várias circunstâncias, mantiveram em 2024 a tendência de subida dos últimos anos. Foram vários os incentivos que surgiram no mercado para estimular a procura e compra de casas, desde a descida dos juros à isenção de IMT para jovens. Mas, embora o problema de acesso à habitação já esteja bem identificado, o ano termina com poucas iniciativas legislativas que valham, realmente, para promover a oferta de casas à venda no curto e médio prazo (como a nova lei dos solos). É neste contexto que comprar casa continua a ficar mais caro no país, com os preços das casas a subir 10,4% em dezembro de 2024 face ao mesmo mês de 2023 (+3,4% em termos trimestrais). Assim, comprar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 2.827 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de dezembro de 2024, um novo máximo histórico na série do índice de preços do idealista, editor desta newsletter.
Portugal tem sido incapaz de pôr um travão à subida dos preços das casas
Os preços das casas em Portugal subiram muito nos últimos anos, sendo esta uma tendência que tende a manter-se caso a oferta de habitação no mercado não aumente, conforme sustentam vários especialistas. Os indicadores que vêm do exterior apontam para outro dado revelador: Portugal integra um pequeno conjunto de países da OCDE – composto por Luxemburgo, Países Baixos e Alemanha – que no pós-pandemia viu os preços das casas disparar e não está a conseguir por um travão ao fenómeno.
Portugal é o 7º país europeu com maior aumento nos preços das casas
Portugal destacou-se como o 7.º país europeu onde os preços das casas mais cresceram em 2024, de acordo com o European Residential Report, divulgado pelo BNP Paribas Real Estate em parceria com a Worx Real Estate Consultants.
Compra de casas retoma em 2024 e dá gás ao preço da habitação
A compra de casas em Portugal retomou em 2024 à medida que os juros no crédito habitação foram caindo e a poupança das famílias foi aumentando, uma tendência que ganhou ainda mais força com a isenção de IMT para os jovens. Esta dinâmica no mercado habitacional português acabou por estimular a subida dos preços das casas, que voltou a acelerar. Até porque a oferta de habitação continuou a não acompanhar a evolução da procura, num ano em que as medidas do Governo da AD para incentivar a construção e reabilitação de casas chegaram a conta gotas e sem reflexo no curto prazo. É por tudo isto que são esperados novos aumentos dos preços das casas para comprar em 2025.
Estrangeiros compram menos casas em Portugal – mas bem mais caras
Embora Portugal continue a ser um destino de investimento atrativo, os estrangeiros têm comprado menos casas no nosso país, uma redução que começou a ser sentida no país com o fim dos vistos gold para investimento imobiliário e o término do antigo regime de Residentes Não Habituais (RNH). Ainda assim, os cidadãos internacionais estão a comprar casas cada vez mais caras, uma tendência sentida sobretudo por quem vive fora das fronteiras europeias.
Alentejo e Centro: onde comprar casa custa menos de 150 mil euros
As famílias têm comprado casas em Portugal por preços cada vez mais elevados, com o custo médio a chegar a 221.272 euros no verão de 2024. Mas as regiões escondem grandes diferenças nos preços das casas vendidas, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE): enquanto na Grande Lisboa e no Algarve adquirir habitação é 50% mais caro do que a nível nacional, no Alentejo e no Centro comprar casa tem um custo médio inferior a 150 mil euros, sendo as regiões mais baratas do país.
Comprar casa nova em Portugal? Custa mais 50% do que casa usada
Em Portugal, a grande maioria das casas vendidas são usadas. Não é de estranhar tendo em conta que a construção de habitação leva vários anos e está aquém das necessidades da procura. A esta equação junta-se ainda o fator preço: as casas novas são vendidas por um valor médio 50% superior ao das casas usadas.
Venda de casas dá salto de 19% - e preços têm maior subida em 2 anos
A redução dos juros no crédito habitação a par da isenção do IMT para jovens estão a incentivar a compra de casas em Portugal. É isso que mostram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE): no verão de 2024 foram vendidas um total de 40.909 habitações, mais 19,4% face há um ano. E esta dinâmica deu ainda mais gás à subida dos preços das casas, tendo registado um aumento anual de 9,8%, o maior em dois anos.
Porto e Lisboa no top 15 mundial com maior valorização das casas
Ao analisar a valorização do mercado imobiliário em vários centros urbanos do mundo, a eXp Realty Portugal concluiu que Porto e Lisboa encontram-se entre as 15 cidades globais onde os imóveis mais valorizaram no último ano. No Porto, o preço médio de uma casa subiu 8,6%, enquanto em Lisboa aumentou 4,7%.
Lei dos solos tem riscos e poderá favorecer a “especulação imobiliária”
A revisão à lei dos solos, que passou a permitir a construção de casas em terrenos rústicos, foi alvo de críticas por parte de especialistas em Urbanismo e Ordenamento do Território do Instituto Superior Técnico de Lisboa.
Portugal tem das maiores subidas do custo da habitação na OCDE
Entre as várias economias avançadas do mundo, Portugal registou um dos piores agravamentos do custo da habitação no último ano. Por detrás deste aumento, está a falta de oferta de habitação que não acompanhou o crescimento populacional do país muito motivado pela imigração, conclui a OCDE. Se a construção de casas não ganhar gás no país, tudo indica que os preços das casas vão continuar a subir, até porque agora há um fator extra que estimula a procura: a descida dos juros nos créditos habitação.
Casas acessíveis? Nova lei dos solos tem impacto limitado sem IVA a 6%
A construção de habitação acessível poderá ganhar um novo ânimo com a nova lei dos solos, que vem facilitar a conversão de terrenos rústicos em urbanos, permitindo que se construa onde antes não se podia. Apesar de ser considerada uma medida "positiva" para combater a crise da habitação em Portugal, os especialistas em imobiliário ouvidos pelo idealista/news dizem que o seu impacto pode ser limitado se não forem criados incentivos fiscais, como a redução do IVA para 6% na construção nova. E há ainda o risco de criar áreas urbanas isoladas. É por isso que deixam um alerta: esta nova lei dos solos só irá aumentar a oferta de habitação acessível se houver articulação com municípios, desburocratização de processos e incentivos fiscais para atrair promotores e investidores imobiliários.
Comprar casa: os municípios onde o preço mais subiu e desceu num ano
Os preços das casas à venda variam, nomeadamente, em função da flutuação entre a procura de habitação e a oferta existente. Atualmente, em Portugal assiste-se a uma maior procura de casas, fomentada pela descida dos juros no crédito habitação, a par da isenção de IMT para jovens. Por outro lado, a recente alteração à lei dos solos abre novas oportunidades no stock de casas para vender no médio prazo, uma vez que permitirá construir habitação acessível em terrenos rústicos. Todos estes e outros fatores influenciam os preços das casas a nível nacional e também em cada região do país. Enquanto em alguns territórios se sentiu um aumento expressivo dos preços das casas no último ano (como Alcoutim), outras zonas enfrentaram quedas significativas (o município de Borba, por exemplo), tal como revela a mais recente análise do idealista, o principal marketplace imobiliário do sul da Europa e editor desta newsletter.
Construção de casas em solos rústicos terá regras e preços moderados
Já foi publicado o diploma que vem simplificar o uso dos solos rústicos para construir casas a preços acessíveis.
Comprar casa em Portugal ficou 10% mais caro num ano
A compra de casas em Portugal está a ganhar novo dinamismo por vários fatores. Os juros nos créditos habitação estão a cair, o poder de compra está a ganhar fôlego com a estabilização da inflação e há ainda novos apoios aos jovens para comprar casa, como a isenção do IMT e Imposto de Selo. Mas a oferta de habitação no mercado continua a ser escassa, estando aquém das necessidades da procura. É por isso que os preços das casas à venda continuam a subir no país, tendo crescido 10% em novembro face ao mesmo mês do ano anterior e 2,3% em termos de variação trimestral. Assim, comprar casa passou a ter um custo mediano de 2.783 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de novembro, segundo o índice de preços do idealista, editor desta newsletter.
Como definir o "preço certo" na venda de casas? Guia de um especialista
Vender casa pelo melhor valor. Este é o cenário ideal, mas num mercado imperfeito, como é o imobiliário, definir o "preço certo" para promover um imóvel e o profissional ideal para fazê-lo, pode ser por vezes uma tarefa mais complexa do que parece.
Imobiliário está em mínimos desde a crise financeira, alerta BCE
O Banco Central Europeu (BCE) mostra-se preocupado com a estabilidade financeira da zona euro, perante a incerteza económica, geopolítica e comercial. E o imobiliário não está nos seus melhores dias, uma vez que está num “mínimo desde a crise financeira global”, admite o regulador europeu.