Residência de estudantes MILESTONE em Carcavelos com novo dono

Residência de estudantes em Carcavelos comprada por fundo por 15,5 milhões

O negócio das residências de estudantes está ao rubro em Portugal, estando a despertar o interesse de vários investidores, nomeadamente internacionais. E há novos players a chegar ao mercado, como por exemplo o fundo alemão Catella European Residential Fund (CER), que comprou uma residência universitária em Carcavelos, no concelho de Cascais, arredores de Lisboa, por 15,5 milhões de euros. A MILESTONE Carcavelos Lombos, como se chama, ficará sob sua concessão durante 99 anos.
Investimento imobiliário em 2021

Investimento imobiliário continua “robusto” - mas derrapa 30% em 2021

Há um ano arrancava 2021, assolado pelos efeitos da pandemia da Covid-19. As restrições à circulação voltaram e os negócios imobiliários abrandaram no primeiro semestre do ano. Pouco a pouco, as medidas de desconfinamento foram vendo a luz do dia e a segunda metade do ano foi mesmo marcada por uma retoma acelerada do investimento imobiliário comercial no país. E, no final, quanto conseguiu atrair Portugal? Várias consultoras presentes no país estimam que, no final de 2021, o volume de transações de investimento em imobiliário de rendimento se situe perto dos 2.000 milhões de euros. Este é um valor 30% inferior ao apurado em 2020, ano em que se atingiu cerca de 2.800 milhões, o terceiro máximo histórico alguma vez registado. E o que se espera em 2022? Que o investimento supere os valores pré-pandemia, atingindo os 3.000 milhões de euros.
Residências de estudantes em alta

Residências de estudantes em alta: procura cresce e Lisboa está no radar

A procura por soluções residenciais orientadas para o segmento estudantil deverá aumentar significativamente na Europa nos próximos cinco anos. Um crescimento que também se fará sentir em Portugal, nomeadamente em Lisboa e Porto. “Portugal apresenta-se como um dos mercados com maior potencial de desenvolvimento de projetos Purpose-Built Student Accomodation (PBSA)", refere Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal.
Residência de estudantes Studyou, no Porto

Luxemburgueses investem na residência de estudantes Studyou – preços desde 339 euros

A CRM Students – principal operador de residências no Reino Unido –,   que pertence à Corestate Capital Group, com sede no Luxemburgo, é o mais recente investidor internacional a apostar no mercado de residências universitárias no Porto. A Studyou, como se chama a nova residência de estudantes, foi inaugurada recentemente no polo universitário da Asprela, em Paranhos, e tem 220 suites.
Santa Apolónia terá uma residência universitária com pelo menos 173 camas

Santa Apolónia terá uma residência universitária com pelo menos 173 camas

Vai nascer na Ala Poente do edifício de passageiros de Santa Apolónia, em Lisboa, uma residência universitária com pelo menos 173 camas. A mesma será construída num espaço que terá uma área total de 4.840 metros quadrados m2, revelou a Infraestruturas de Portugal (IP), adiantando que os interessados em participar no concurso para a subconcessão da residência universitária têm de apresentar as respetivas propostas até às 17h do dia 29 de outubro.
My Home In The City, um local “onde estudantes, trabalhadores e turistas podem conviver e coexistir”

My Home In The City, um local “onde estudantes, trabalhadores e turistas podem conviver e coexistir”

A pandemia da Covid-19 parece estar cada vez mais a mudar os hábitos de consumo e vivência dos portugueses. Um cenário que se verifica também no negócio das residências de estudantes. “Devido à situação da pandemia, verificámos um aumento gradual de procura de jovens trabalhadores e um decréscimo por parte de estudantes. De momento podemos dizer que temos cerca de 50% de estudantes e 50% de jovens trabalhadores, que muitas vezes são mais novos que os estudantes”, diz ao idealista/news o gerente da residência My Home In The City, situada em Lisboa. “Gostamos de dizer que somos pioneiros e peritos neste conceito de ‘co-living e ‘blended living, onde estudantes, trabalhadores e turistas possam conviver e coexistir”, conta Francisco Catalão.