Taxa de esforço no crédito habitação

Mais de 40% do salário usado para pagar a prestação da casa em 2023?

A subida da Euribor para todos os prazos afeta particularmente os portugueses, já que cerca de 90% dos contratos de crédito habitação são de taxa variável. E o próprio Banco de Portugal (BdP) alerta que, com a subida das taxas de juro, a prestação da casa, em termos médios, poderá aumentar 92 euros até ao final de 2023. O que o regulador português também diz é que haverá uma em cada dez famílias que vão ter taxas de esforço superiores a 40% já no próximo ano.
Financiamento do crédito habitação

Crédito habitação financiado a 90% do valor da avaliação no EuroBIC

Quem quiser comprar casa com financiamento bancário terá vários desafios pela frente. O atual contexto de incerteza e de alta inflação está a reduzir o rendimento disponível das famílias. E as taxas de juro nos créditos habitação estão a aumentar, à medida que a Euribor sobe, reduzindo o montante que os bancos estão autorizados a emprestar. É por isso que, hoje, conseguir um financiamento bancário de 90% do valor de aquisição ou da avaliação da casa é importante. E esta é uma solução disponível no EuroBIC. Explicamos tudo na rubrica do crédito habitação do mês de novembro.
Renegociar crédito habitação

Novas regras do crédito habitação aprovadas: o que muda

É oficial: o Conselho de Ministros já aprovou o decreto-lei que vem apoiar as famílias que estão a pagar prestações da casa mais caras por via da subida de juros. O diploma que estabelece medidas de mitigação da subida da taxa de esforço no crédito habitação destinado à compra de uma casa própria permanente obteve luz verde esta quinta-feira, dia 3 de novembro. E permite que os empréstimos habitação com taxas de esforço acima de 36% possam ser renegociados sem penalizações. Explicamos tudo o que tens de saber antes de renegociar o crédito habitação.
Taxa de esforço para arrendar casa

Arrendar casa em Portugal: taxa de esforço sobe para 54%

O custo de vida das famílias está a ficar mais caro à boleia da inflação. E as rendas das casas também estão a encarecer, tendo aumentado 4,5% no terceiro trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado, segundo o idealista. Em resultado, a taxa de esforço das famílias para pagar a renda da casa subiu no último ano. A percentagem do rendimento familiar necessário para pagar o arrendamento de uma habitação em Portugal passou de 48% no terceiro trimestre de 2021 para os 54% no verão de 2022 (+ 7 pontos percentuais), mostra estudo do idealista.
taxa de esforço

Crédito habitação: o que é e como se calcula a taxa de esforço?

Nas famílias em que o rendimento é relativamente baixo ou com uma taxa de esforço elevada, o aumento do custo de vida já está a pressionar os orçamentos, e a provocar uma subida do sobreendividamento. Daí que seja tão importante conhecer a taxa de esforço, para evitar cenários de incumprimento e maiores dificuldades financeiras. No artigo da Deco Alerta desta semana, explicamos tudo sobre este assunto. Toma nota. 
Crédito recusado pelo banco

Banco pode recusar conceder crédito habitação? Sim, nestes 5 cenários

Comprar a casa é, por si só, um processo moroso. Primeiro, há que escolher a casa certa para a família e, depois, comparar uma série de créditos habitação para perceber qual é a solução mais ajustada ao orçamento familiar, num momento em que os juros estão a subir à boleia da Euribor. Mas mesmo depois de selecionada a solução de empréstimo habitação, a família pode ver o seu crédito rejeitado pelo banco. Porquê? Há, pelo menos, cinco situações em que o banco pode recusar-se a conceder crédito habitação. Explicamos quais são neste artigo.
Comprar casa

Comprar casa em Portugal: risco de sobre-endividamento é o maior de toda a OCDE

Os preços de casas estão a aumentar rapidamente. E as despesas com a casa são, em média, as que mais pesam nos orçamentos familiares - uma média de 31%. Este é um cenário que se regista na maioria dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), mas é em Portugal onde as famílias sentem mais o peso dos créditos à habitação e correm o risco de sobre-endividamento.
Quais as cidades do sul da Europa onde é maior o esforço para pagar a renda da casa?

Quais as cidades do sul da Europa onde é maior o esforço para pagar a renda da casa?

Milão é a cidade do sul da Europa onde a taxa de esforço das famílias para o pagamento da renda de uma casa é maior: 42,6%. Um valor superior ao registado, por exemplo, em Madrid/Espanha (36,3%) e Lisboa (35,8%). Destaque para outra cidade portuguesa, Setúbal, que se encontra no segundo lugar do ranking (40,6%). Em causa está um estudo do idealista, que cruzou os preços de arrendamento de março de 2021, nas metrópoles de Itália, Espanha e Portugal, com a estimativa de rendimentos líquidos familiares nesse mesmo período de tempo.
Qual o esforço a fazer para pagar a renda da casa em Portugal?

Qual o esforço a fazer para pagar a renda da casa em Portugal?

A taxa de esforço das famílias para o pagamento da renda de uma casa em Portugal pode ir até aos 41%, segundo um estudo publicado pelo idealista, que cruzou os preços de arrendamento de março de 2021, com a estimativa de rendimentos líquidos familiares nesse mesmo período de tempo.
Que poupanças é preciso ter para comprar uma casa em Portugal? (dados por capital de distrito)

Que poupanças é preciso ter para comprar uma casa em Portugal? (dados por capital de distrito)

Mesmo em tempos de pandemia, muitos portugueses querem comprar casa e, para isso, precisam de um crédito à habitação. E se os bancos, apesar da crise gerada pela Covid-19, têm-se mantido disponíveis para emprestar dinheiro para esta finalidade, ao contrário de outros tempos, já não dão financiamentos a 100%. Assim, para se conseguir a casa que se quer, é preciso ter um pé-de-meia, ou seja, dinheiro de parte para se dar de entrada -e para suportar os outros gastos associados à aquisição, nomeadamente impostos. O nível de poupanças necessário varia consoante a zona do país onde se quer comprar casa, atendendo aos preços médios dos imóveis. Uma análise do idealista - realizada em plena crise pandémica - mostra a taxa de esforço nas capitais de distrito de Portugal Continental e Ilhas.
A taxa de esforço para arrendar e comprar uma casa no centro das grandes cidades mundiais

A taxa de esforço para arrendar e comprar uma casa no centro das grandes cidades mundiais

Em 17 das 25 principais cidades do mundo, analisadas pelo banco suíço UBS (não há portuguesas contempladas no estudo), são necessários mais de 25 anos a arrendar uma casa para rentabilizar a sua compra - um apartamento com 60 metros quadrados (m2) localizado no centro dessas mesmas metrópoles. Em Hong Kong, a taxa de esforço para comprar uma casa com 60 m2 no centro da cidade é 20 anos, ou seja, é preciso trabalhar duas décadas para se conseguir comprar o imóvel em causa. Já Munique (Alemanha) lidera o ranking das cidades onde é necessário arrendar a casa mais tempo, 39 anos, para que seja rentável comprá-la.