Belgas compram terreno com 8.373 m2 junto ao estádio do Sporting

Vai nascer pela mão da Atenor no Campo Grande, em Lisboa, um edifício com cerca de 14.000 m2 de escritórios e 450 m2 de retalho.
Belgas da Atenor compram terreno com 14.000 m2 junto ao estádio do Sporting
Cushman & Wakefield

A zona do Campo Grande, em Lisboa, junto ao estádio do Sporting, está prestes a ganhar nova vida. Um dos projetos imobiliários previstos para o local é, recorde-se, o Campo Novo, que contempla a construção de escritórios, comércio e mais de 200 apartamentos num total de 80.000 metros quadrados (m2) de construção. Sabe-se agora, no entanto, que vai nascer no local um outro empreendimento de escritórios, tendo o promotor imobiliário de origem belga Atenor comprado um terreno com mais de 8.000 metros quadrados (m2).

“O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício com cerca de 14.000 m2 de escritórios, 450 m2 de retalho e ainda estacionamento. Muito próximo do estádio Alvalade XXI e do campus universitário do Campo Grande, o terreno conta com excelentes acessibilidades e está integrado numa das áreas mais dinâmicas da cidade de Lisboa”, refere em comunicado a consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W), responsável pela comercialização do projeto – o valor da transação não é revelado, bem como a entidade vendedora.

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“No cerne da atuação da Atenor está a significativa qualidade técnica e a sustentabilidade de todos os seus projetos”, acrescenta a consultora, salientando que a Atenor está a desenvolver um outro projeto de referência de escritórios em Portugal, o WellBe, no Parque das Nações. O valor da quis

Citado na nota, Paulo Sarmento, Partner e Head of Transactional Services da C&W Portugal, considera que os mercados portugueses de ocupação e de investimento em escritórios continuam a dar sinais de grande resiliência, apesar do atual contexto internacional. “Promotores como a Atenor constituem uma garantia de qualidade, perenidade e sustentabilidade – e os principais beneficiários serão não só os futuros ocupantes, mas também a própria cidade de Lisboa”, comenta. 

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