Amarante foi a cidade escolhida pela International Workplace Group (IWG) para a abertura do seu primeiro centro Open Office em Portugal. A empresa detentora de marcas como a HQ, Spaces, OpenOffice e Regus reforça, assim, a sua presença no país com a abertura deste novo centro, situado na Rua Escritor Sequeira Amaral 21.
Disponibilizando espaços funcionais e flexíveis, este centro foi concebido, principalmente, para utilização independente por empresas de todas as dimensões, tendo estas a possibilidade de personalizar totalmente os seus escritórios de acordo com as suas necessidades, graças ao serviço Design Your Own Office, indica, em comunicado a IWG.
Com uma área total de 650 metros quadrados (m2) e 89 postos de trabalho, o Open Office da IWG integra escritórios privados e áreas de ‘coworking’, beneficiando de acesso às principais vias rodoviárias do centro do Porto.
A abertura deste novo centro surge numa altura em que a IWG atingiu os melhores resultados da sua história a nível global, tanto em termos de receitas, como de ‘casflow’ e de crescimento dos lucros. Só no ano passado, a empresa assinou e inaugurou mais novos espaços do que nas suas duas primeiras décadas de operação.
Citado na nota, Jorge Valdeira, Diretor Geral da IWG em Portugal, afirma que “a abertura do novo centro em Amarante, o primeiro da marca Open Office em Portugal, representa um passo relevante na estratégia de expansão da IWG no país, ao levar soluções de trabalho flexível a cidades com elevado potencial de crescimento”. O responsável destaca a localização estratégica do centro: “Localizado junto ao centro da cidade, este espaço foi pensado para oferecer maior proximidade, conveniência e qualidade de vida aos profissionais”.
Jorge Valdeira sublinha ainda que a cidade se tem vindo a afirmar “como um território cada vez mais dinâmico, com capacidade para atrair investimento, talento e novas empresas”, e garante que a empresa acredita que “este centro poderá contribuir para reforçar o tecido empresarial local, criando condições para que mais organizações possam crescer fora dos grandes centros urbanos”.
Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, reforça, também citado no comunicado, que “projetos como este demonstram que é possível transformar o território, criando novas oportunidades para as pessoas e para as empresas”.
“Amarante tem vindo a afirmar-se como um concelho preparado para o futuro, capaz de atrair investimento e de oferecer condições reais para quem quer viver, trabalhar e empreender. Este espaço vem reforçar o nosso compromisso de proximidade e de apoio a quem acrescenta valor ao território, contribuindo para dinamizar a economia local e criar novas oportunidades de emprego. Temos hoje um ecossistema cada vez mais competitivo, com talento, conhecimento, localização estratégica e qualidade de vida que nos permite continuar a construir um futuro mais coeso, sustentável e com mais oportunidades para todos”, indica Jorge Ricardo.
Vítor Briga Rei, da Traços Dinâmicos, refere que a “parceria com a IWG representa um passo estratégico na valorização deste projeto, permitindo introduzir em Amarante um conceito de espaço de trabalho alinhado com as exigências atuais do mercado”. E acrescenta: “Através desta colaboração, conseguimos potenciar o ativo, trazendo uma oferta diferenciadora e preparada para responder a empresas que procuram soluções flexíveis e de elevada qualidade”.
Um investimento, conclui, que se traduz "também numa mais-valia para a região, ao criar novas dinâmicas de utilização do espaço, atrair diferentes perfis de empresas e contribuir para uma maior diversidade e qualificação da oferta empresarial local”.
Trabalho flexível: estudos comprovam benefícios
Académicos de referência têm vindo a realizar estudos que demonstram inúmeros benefícios pessoais e profissionais da flexibilidade laboral, ou seja, a possibilidade de os colaboradores poderem escolher onde e como trabalham. Mas estes benefícios não são apenas para colaboradores, mas também para empregadores, que veem a produtividade a aumentar, os custos a reduzir e beneficiam de uma força de trabalho mais eficiente e envolvida.
De acordo com uma recente investigação da IWG e da consultora Arup, o trabalho híbrido pode aumentar a produtividade em 11%. Além disso, este modelo gera uma poupança média de cerca de 11.000 dólares (9.387 euros) por colaborador.
Até 2030, prevê-se que 30% de todo o imobiliário comercial seja dedicado a espaços de trabalho flexível.
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