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Ronaldo já destruiu marquise na casa de luxo em Lisboa

Futebolista já havia decidido demolir a estrutura situada na sua penthouse de luxo, em Lisboa, em agosto de 2021.

LinkedIn de José Cardoso Botelho (edifício) | Gtres (Cristiano Ronaldo)
Marquise de Ronaldo
Autor: Redação

A marquise que Cristiano Ronaldo construiu na sua penthouse de luxo situada no topo do edifício Castilho 203, em Lisboa, foi destruída esta terça-feira, dia 7 de setembro de 2021. A decisão foi tomada depois do craque do futebol ter sido notificado pela Câmara Municipal de Lisboa para “proceder à reposição da legalidade urbanística”, no final de julho de 2021.

A notícia da demolição do acrescento no seu apartamento de luxo foi avançada pela TVI e a decisão já havia sido comunicada em agosto à autarquia da capital pelo craque do futebol. No documento entregue pelo seu representante, Cristiano Ronaldo manifestou “a intenção de repor o imóvel de acordo com o projeto aprovado” e pediu ainda “a prorrogação de prazo para o fazer”, já que o mesmo havia terminado a 11 de agosto de 2021 (15 dias depois da notificação da autarquia).

Depois de correr muita tinta, a polémica sobre a marquise de Ronaldo chega ao fim e o edifício Castilho 203 promovido pela Vanguard Properties – que foi visitado pelo idealista/news  - volta a ter a sua arquitetura original.

Marquise de Ronaldo
Vanguard Properties

Caso surgiu há 4 meses...

Foi no final de maio de 2021 que tudo começou, depois do Correio da Manhã ter noticiado a existência de um acrescento ilegal no topo do edifício Castilho 203, isto é, no terraço da famosa penthouse de Ronaldo. A Câmara Municipal de Lisboa (CML) confirmou na altura “não existir qualquer pedido ou autorização posterior a 2020 solicitando alterações ao projeto desenhado pelo arquiteto José Mateus”, segundo noticiou a SIC Notícias, pelo que procedeu à respetiva avaliação do imóvel. 

A vistoria à obra por parte dos técnicos da CML acabou por ser realizada a 1 de julho de 2021 e contou com a presença do arquiteto que assinou o projeto do prédio, José Mateus, segundou contou a TVI, lembrando que foi o arquiteto que denunciou a construção ilegal.

Feita a avaliação, a autarquia considerou que o "acrescento na cobertura estava em desconformidade com as telas finais do projeto aprovado" e deu duas opções ao craque do futebol: ou autorizava a demolição da marquise ou submetia um procedimento de legalização à câmara segundo as normas legais e regulamentares aplicáveis. Perante este cenário, Ronaldo optou por demolir a estrutura.