A gigante francesa GiFi abriu duas lojas de decoração e mobiliário “low-cost” em Portugal há três anos, uma em Matosinhos e outra em Aveiro. Mas um ano após a sua chegada ao país, a empresa francesa entrou numa profunda crise, ficando perto da falência, o que a levou a fechar as duas lojas em Portugal no início de 2026 e a colocar o seu recheio em leilão.
Quanto chegou a Portugal em 2023, a GiFi tinha mais de 600 lojas espalhadas por 17 países e ambiciosos planos de expansão. Mas em 2024 a gigante francesa começou a entrar em declínio e a registar prejuízos, o que a levou a avançar com uma reestruturação financeira e com a venda de lojas. Na Suíça, já vendeu 30 lojas à Maxi Bazar e deverá vender ainda mais 32 espaços comerciais em França à Grand Frais, escreve o Jornal de Negócios.
As duas lojas que a GiFi tinha em Portugal, em Matosinhos e em Aveiro, também fecharam no início de 2026. E o seu recheio repleto de artigos para a casa – utensílios de cozinha, artigos de decoração, mobiliário, produtos de limpeza, entre outros acessórios – foram colocados em leilão online que terminou na sexta-feira, dia 6 de março.
Estes artigos para a casa (e não só) da GiFi foram a leilão eletrónico valores base de 41.860 euros (ativos da loja de Matosinhos) e 26.950 euros (Aveiro), refere o mesmo jornal, com a indicação de que “o pagamento terá de ser feito três dias após a adjudicação” e “a retirada dos bens terá de ser concluída impreterivelmente até dia 27 de março”.
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