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A partir de hoje (3 de outubro de 2018) e até ao próximo domingo, o idealista volta a estar presente em mais uma edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2018). A aposta do idealista na maior feira imobiliária do país continua a ser em stands conceituais, artísticos e relacionados com os seus valores fundamentais (otimismo, transparência, sentido prático e confiança). Este ano, e sobre o mote “Agora é o momento”, o idealista pretende passar a mensagem de que chegou a hora da construção nova regressar a Portugal.
Depois do AIMI ter incendiado os ânimos no ano passado, agora é a vez da chamada "taxa Robles" estar a aquecer o panorama político por causa da fiscalidade no setor imobiliário. Em causa está uma iniciativa do Bloco de Esquerda (BE), que visa travar a "especulação imobiliária". O primeiro-ministro, António Costa, diz que não entende a proposta, afirmando que ""repete o imposto de mais valias que já existe". A líder do Bloco, Catarina Martins, garante que continua a negociar com o Governo no âmbito do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019).
Fernando Medina prometeu mais habitação no anúncio à candidatura à Câmara Municipal de Lisboa (CML) nas próximas eleições autárquicas – realizam-se a 1 de outubro –, com propostas na área do arrendamento local. O atual presidente da autarquia defendeu que os transportes e as acessibilidades serão, a par da habitação, as áreas prioritárias para a cidade de Lisboa.
o candidato do bloco de esquerda (be) à câmara municipal de lisboa (cml), joão semedo, defendeu a criação de uma bolsa municipal de habitação que funcione como “resposta de emergência” aos inquilinos que sejam despejados.
antónio machado, secretário-geral da associação dos inquilinos lisbonenses (ail), olha com desconfiança para as mudanças impostas pela “troika” à lei do arrendamento e afirma que o verdadeiro problema da habitação está na justiça.