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Resultados da pesquisa

Tarifas aplicadas pelos EUA aos vários países

Que tarifas impôs Trump a cada país? O atlas da guerra comercial

A estratégia de Donald Trump de aplicar tarifas sobre importações em todo o mundo está a fazer correr muita tinta. A China, por exemplo, aplica tarifas de 67% sobre produtos norte-americanos, pelo que os seus produtos passam agora a pagar 34% para entrar nos EUA, segundo as contas (e as tabelas) do presidente dos EUA. Já os países da União Europeia (UE), entre eles Portugal, passam a pagar 20% de tarifas.
Tarifas dos EUA

Países da UE preocupados com tarifas impostas pelos EUA

Países da União Europeia demonstraram esta quinta-feira (3 de abril de 2025) preocupação face às tarifas impostas pelos EUA sobre todas as importações e sobretaxas para os países considerados particularmente hostis ao comércio. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse, no entanto, que o bloco está "pronto para responder", estando a trabalhar em novas medidas de retaliação.
As dez pessoas mais ricas do mundo

As 10 pessoas mais ricas do mundo - Musk lidera lista com uma portuguesa

Elon Musk, bilionário e braço direito do Presidente norte-americano Donald Trump, recuperou o título de pessoa mais rica do planeta, três anos depois de o ter perdido, segundo a lista Forbes 2025, que tem um recorde de russos. Portugal conta apenas com um nome na tabela: Maria Fernanda Amorim e a sua família, que ocupam a 597ª posição.
Christine Lagarde e Piero Cipollone (BCE)

Representante do BCE vê motivos para voltar a baixar as taxas de juro

Piero Cipollone, membro da Comissão Executiva do Banco Central Europeu (BCE), acredita que o guardião do euro tem agora mais motivos para continuar a baixar o preço do dinheiro do que a 6 de março, quando cortou as taxas de juros em 25 pontos-base para 2,5%."Na nossa reunião de março, os mercados es
Para onde se mudaram os multimilionários na última década?

Para onde se mudaram os multimilionários na última década?

Desde 2015, a China recebeu a maior quantidade de multimilionários a nível mundial, apesar das dificuldades económicas. Segue-se a Europa Ocidental, com fortes fluxos de entrada na Suíça. Por outro lado, a Europa de Leste teve a maior diminuição, com uma saída líquida de 29 multimilionários, provavelmente influenciada pela guerra na Ucrânia e pela pandemia da Covid-19, segundo a análise do UBS.
Juros na China

Banco da China mantém juros em 3,1% pelo 6º mês consecutivo

O Banco Popular da China (banco central) anunciou esta quinta-feira (dia 20 de março) que vai manter a taxa de juro de referência em 3,1%, pelo sexto mês consecutivo, indo assim ao encontro das expectativas dos analistas.Na sua atualização mensal, a instituição indicou que a taxa de juro de referênc
PIB da Ucrânia e da Rússia

Guerra: evolução (e previsões) do PIB da Ucrânia e da Rússia

Desde a invasão da Rússia à Ucrânia, no dia 24 de fevereiro de 2022, os dois países já gastaram – na guerra – cerca de 760 mil milhões de dólares (710 mil milhões de euros). Trata-se de um valor superior ao PIB da Bélgica, a sétima economia da União Europeia (UE), por exemplo, sendo três vezes ao PIB português.
Casas de luxo em Portugal

Casas de luxo: “Qualidade dos acabamentos não acompanha preço de venda”

“O nosso portfólio, praticamente desde 2015 a 2023, são edifícios históricos, edifícios reabilitados. É algo que sempre gostámos”. Em entrevista ao idealista/news, João Pagani Toscano, CEO da promotora imobiliária Livingroup, vai ao baú revisitar memórias para falar sobre como a empresa que fundou iniciou atividade em Portugal, há já mais de uma década. E reconhece que “há um certo romantismo em trabalhar com reabilitação urbana, sobretudo com este tipo de edifícios”. Mas há uma coisa que o deixa preocupado neste segmento do mercado imobiliário, o de luxo: a falta de qualidade dos acabamentos, que na sua perspetiva não acompanha os preços de venda praticados.
Rueda de prensa del BCE de enero de 2025

Analistas esperam novo corte nas taxas de juro do BCE esta semana

O Banco Central Europeu (BCE) reúne-se na próxima quinta-feira, 6 de março, e o mercado dá como certo que do encontro sairá uma nova redução das taxas de juros de 25 pontos base. Este seria o sexto corte no custo do dinheiro desde junho passado e o quinto consecutivo, o que deixaria a taxa de referência em 2,50%, justificado pela fraqueza económica da zona do euro, uma inflação persistente e os riscos decorrentes das políticas tarifárias dos EUA. Entretanto, cresce o debate entre os membros da cúpula do guardião do euro sobre quando deveria ocorrer uma pausa nas reduções.