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O impacto da inflação no mercado imobiliário europeu vai continuar a fazer-se sentir nos próximos quatro anos, aponta o relatório mais recente da S&P Global Ratings.
O mercado residencial ficou em suspenso durante vários meses com a chegada da pandemia da Covid-19, em 2020, mas este ano ganhou um “novo dinamismo”.
O imobiliário foi um dos setores que melhor resposta deu à pandemia da Covid-19. Resiliência e confiança são, por isso, palavras de ordem, apesar de haver alguns desafios no horizonte, como por exemplo a aposta na sustentabilidade e no aumento da oferta de casas construídas para o mercado de arrendamento, o chamado ‘Build to Rent’. Isso mesmo foi abordado na apresentação do estudo “Emerging Trends in Real Estate Europe 2022 - Road to Recovery”, realizado pela PwC e pelo Urban Land Institute (ULI) e apresentado em Lisboa esta terça-feira (9 de novembro de 2021). A capital portuguesa caiu, de resto, uma posição no ranking das melhores cidades europeias para investir em imobiliário, ocupando agora a 16ª posição.
“Os preços das casas cresceram mais rápido do que os salários em mais de metade dos 35 países” que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), destaca o Fundo Monetário Internacional (FMI). E nesta matéria, Portugal é mesmo o país onde a diferença é mai
Em 2021, os mercados de Natal por toda a Europa (assim como em Portugal) vão encher as ruas com o espírito natalício. Vinho quente, aroma de canela e canções de Natal vão trazer este espiríto até às famílias depois de mais um ano marcado pela pandemia da Covid-19.
O setor da construção e do imobiliário foi um dos que melhor resposta conseguiu – e tem conseguido – dar à pandemia da Covid-19, mostrando-se resiliente e dando sinais de confiança. Isso mesmo mostram os dados mais recentes da Iberinform, filial da Crédito y Caución que oferece soluções de gestão de clientes para as áreas financeiras, de marketing e internacional, e do Instituto Nacional de Estatística (INE).
O Governo chinês apelou, no início desta semana, às famílias que criem reservas de alimentos e outros bens básicos, face ao clima extremo, escassez de energia e medidas de prevenção contra a Covid-19, que ameaçam interromper as cadeias de abastecimento.
As duas centenas de painéis fotovoltaicos instalados para produzirem eletricidade na ilha das Berlengas, ao largo de Peniche, a partir de fontes de energia renováveis, melhoraram o dia a dia dos habitantes e evitaram o consumo de 31 mil litros de diesel usado no gerador.“Foi um passo gigante que se
O grupo Bondstone tem vários projetos imobiliários residenciais em carteira, como o Greenstone, no Porto, e o The Coral, em Lisboa. Mas há novidades na calha. Sem entrar em grandes detalhes, por questões de confidencialidade, António Pereira Dias, Chief Financial Officer (CFO) do grupo Bondstone, revela ao idealista/news que serão lançados em breve quatro projetos novos. “Grande parte deles são residenciais, mas também há algumas soluções de logística, de parques logísticos. São processos que ainda estão numa fase confidencial, por isso não podemos falar com grande detalhe. Mas queremos até ao final do ano fechar este 'pipeline'”.
Todas as quartas-feiras abrimos as portas de um hotel com encanto. E desta vez viajamos até às Maurícias que, depois da abertura das fronteiras, no rescaldo da pandemia da Covid-19, voltou reabrir os seus complexos hoteleiros.
Está consumada a chegada do grupo eDreams Odigeo, um dos maiores do mundo no setor das viagens online, a Portugal. O grupo de origem espanhola inaugurou, em outubro, o seu primeiro centro tecnológico no país. O hub em causa encontra-se num espaço com 845 metros quadrados (m2) situado no quarto piso do Trindade Domus, no Porto.
A economia mundial está, passo a passo, a recuperar-se depois de ter sido fortemente golpeada pela pandemia da Covid-19. Os especialistas da Economist Intelligence Unit afirmam que o PIB mundial vai crescer 4,1% em 2022.
Pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa é a solução mais habitual em Portugal, nos últimos anos. Os bancos têm mostrado disponibilidade para conceder crédito habitação, além de que a procura por financiamentos bancários está ao rubro, devido ao nível baixo das taxas de juro. Afinal, comprar casa sem poupanças, para a entrada e gastos inerentes à transação, é uma missão quase impossível. No entanto, há cinco formas de comprar casa sem ter dinheiro amealhado. Explicamos quais são, com a ajuda de especialistas.
No Dia Mundial da Poupança – celebrou-se este domingo, dia 31 de outubro –, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, dirigiu um pedido aos portugueses.
Valorizar o espaço e os diferentes ambientes da nossa casa foi uma lição que a pandemia da Covid-19 nos deixou. Mas será que hoje os europeus vivem em casas com várias divisões e boas áreas?
Portugal vai mudar a hora já na madrugada de domingo, dia 31 de outubro de 2021. Portanto, toma nota: às 2 horas os relógios devem ser atrasados 60 minutos, passando para a 1 hora da manhã – isto em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira.
Os investidores estrangeiros estão a animar o mercado residencial de arrendamento de luxo em Lisboa, dando sinais que Portugal, e em concreto a capital, continua na mira. Os dados mais recentes da Athena Advisers comprovam-no: 70% dos arrendamentos no segmento residencial premium realizados pela consultora imobiliária nos últimos 15 meses foram feitos por famílias maioritariamente de origem francesa, inglesa e americana, que escolhem zonas de Lisboa com oferta de escolas e equipamentos. Os imóveis em causa têm de ter – este é um dos requisitos obrigatórios – áreas exteriores.
O Conselho de Ministros prorrogou esta quinta-feira (28 de outubro de 2021) o prazo, "até dezembro de 2022", do Programa da Habitação ao Habitat, que prevê intervenções-piloto em quatro bairros públicos, nos concelhos de Loures, Vila Nova de Gaia, Elvas e Ponte de Lima.
Onde escolher uma casa para viver? Um dos fatores a ter em conta é o preço das casas, que, por sinal, tem vindo a aumentar em território nacional. O preço mediano das habitações está a subir de tal forma que já superou os valores registados em 2019, antes da pandemia da Covid-19.
No segundo trimestre de 2021, os residentes em Portugal realizaram 3,6 milhões de viagens, mais 83,9% que no mesmo período do ano passado. Trata-se de um número que ainda é, no entanto, bem inferior (-35,4%) face ao registado no segundo trimestre de 2019, ou seja, na pré-pandemia da Covid-19. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (27 de outubro) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).