Arrendar casa: contratos caem em 17 dos 24 maiores municípios do país
Em Portugal, arrendar casa continua a ser uma opção para milhares de famílias. Até porque é um regime mais flexível e menos burocrático do que o mercado de compra e venda. Só entre janeiro e setembro de 2022 foram fechados 67.870 novos contratos de arrendamento no país, mais 6% do que em igual período de 2021. Mas o INE deu conta que no verão de 2022 arrendaram-se menos casas do que na mesma altura do ano passado: o número de contratos caiu 5,5%. E os dados mostram-nos que em 17 dos 24 municípios com 100 mil habitantes foi registada uma queda no número de novos contratos de arrendamento.
Imobiliário à prova em 2022: entrevistas que mostram a força do setor
2022 é um ano que entra para a história, desde logo pelo facto de ter ficado marcado pelo eclodir de uma guerra na Europa, que acontece depois do mundo ter sido obrigado a dar resposta a uma crise também inesperada, denominada pandemia. E a fatura acabou por ser também passada em nome do setor imobiliário. Mas resiliência parece continuar a ser palavra de ordem, mesmo num cenário de alta taxa de inflação, de custos de construção a subir e de taxas de juro a escalar. Os desafios persistem, bem como as incertezas, mas há vontade e força por parte dos vários palyers em manter vivo o setor.
Casas novas chegam ao mercado – mesmo com custos de construção a subir
O ano de 2022 arrancou repleto de saúde e confiança para a promoção imobiliária, depois de um 2021 marcado por uma chuva de empreendimentos e por uma aposta clara em projetos residenciais de obra nova. Mas ninguém contava que, após uma pandemia, o mundo tivesse de lidar com os danos colaterais de uma guerra. A invasão da Rússia à Ucrânia veio mudar um pouco as regras do jogo, tendo impacto direto no setor da construção. Problemas como os atrasos nos processos de licenciamento voltaram a dar que falar, mas o tema do aumento dos custos de construção e dos materiais e a falta de mão de obra ganharam expressão com o eclodir da guerra. A promoção imobiliária continua, ainda assim, a dar sinais de estar resiliente.
Teletrabalho: contrato vai passar a fixar valor de despesas adicionais
Os deputados aprovaram esta terça-feira, dia 20 de dezembro, na especialidade uma proposta de alteração do BE, no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, que prevê a fixação do valor das despesas adicionais nos contratos para prestação de teletrabalho.
Escritórios em alta em Lisboa e Porto no pós-pandemia
O mercado de escritórios está em alta em Lisboa e no Porto em 2022, dando boa resposta à pandemia da Covid-19, que paralisou um pouco este segmento do mercado imobiliário, com o teletrabalho a ganhar força. No caso da capital foi mesmo batido um “recorde histórico”, refere a consultora Savills, adiantando que se registou, entre janeiro e novembro, um volume de absorção acumulado de aproximadamente 260.000 metros quadrados (m2), num total de 186 operações.
Como sobreviver ao 'burnout' ou esgotamento do Natal
Todos temos uma data na cabeça para quando acaba o período das festas. Há quem considere que é quando o Pai Natal deixa as prendas debaixo da árvore, outros na passagem de ano ou no dia de Reis... E saberemos dizer quando começa exatamente a época do Natal?
Habitação social: Câmara de Lisboa quer regularizar ocupações ilegais
A Câmara de Lisboa aprovou esta segunda-feira, dia 19 de dezembro, a regularização das ocupações ilegais de habitações municipais ocorridas até 1 de outubro de 2021, inclusive durante o período excecional da pandemia de Covid-19, prevendo um levantamento da pobreza habitacional na cidade.
Banco do Japão mantém taxas de juro de referência inalteradas
O Banco do Japão (BoJ) decidiu esta terça-feira, dia 20 de dezembro, manter inalteradas as taxas de juros de referência, mas alargou ligeiramente o intervalo de negociação dos rendimentos dos títulos a dez anos, reduzindo a sua estratégia de flexibilidade.
Poder de compra em Portugal cai para 75,1% da média europeia
O poder de compra em Portugal caiu 1,1 pontos percentuais (p.p.) em 2021 face a 2020, situando-se em 75,1% da média europeia, ocupando a 16.ª posição entre os 19 países da Zona Euro, divulgou esta quinta-feira (15 de dezembro de 2022) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O idealista deseja-te um feliz 2023
Logo quando parecia que 2022 ia finalmente ser um ano calmo e que começava uma era pós-Covid despreocupada, de repente, tudo ficou de pernas para o ar e descobrimos que as coisas podiam tornar-se ainda mais complicadas. Mas terminamos o ano na esperança de que o próximo seja melhor.
Estas são as cidades mais (e menos) caras do mundo
Os preços nas grandes cidades mundiais subiram em média 8,1% na moeda local no ano passado, de acordo com a última Pesquisa Global de Custo de Vida da EIU, empresa parceira do The Economist. A guerra entre a Rússia e a Ucrânia é uma das causas. Os preços da energia subiram 29%, em média, na Europa Ocidental e 11% em todo o mundo desde o ano passado, exacerbados pelo conflito, que teve início em fevereiro.
Governo quer acabar com travão ao despejo de quem não tem para onde ir
O Governo quer acabar com o travão legal que, desde março de 2020, mês marcado pela chegada da pandemia da Covid-19 a Portugal, tem permitido a famílias com ordem de despejo permanecer excecionalmente na habitação onde moram. Em causa está uma proposta que já foi apresentada pelo Executivo à Assembleia da República, que visa revogar a medida.
Portugal é o quinto país da UE onde as famílias menos poupam
Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, as famílias portuguesas pouparam apenas 9,8% dos seus rendimentos. Portugal é, de resto, o quinto país da União Europeia (UE) onde as famílias menos pouparam no ano passado, encontrando-se apenas atrás de Dinamarca (9,3%), Lituânia (5,8%), Grécia (3,7%) e Polónia (2,8%). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Eurostat.
Acesso à habitação mais difícil desde a pandemia em Portugal - quanto?
Encontrar uma casa para comprar compatível com os orçamentos das famílias tornou-se mais difícil desde o início de 2020. Foi nessa altura que a pandemia da Covid-19 entrou nas nossas vidas e tudo mudou, criando a necessidade de mudar de casa. Desde então, a subida dos preços das casas à venda tem vindo a acelerar em vários países do mundo, Portugal incluído. Mas os rendimentos das famílias não têm acompanhado esta evolução - e agora estão pressionados pela alta inflação que se faz sentir. Em resultado, o acesso à habitação caiu depois da pandemia na maioria dos países europeus que pertencem à OCDE. E Portugal é o terceiro país onde está mais difícil comprar casa desde então.
Crédito malparado em Portugal: venda de carteiras cai 40% este ano
Travão a fundo na venda de carteiras de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL na sigla inglesa) em Portugal. O investimento neste tipo de ativos deverá cair 40% este ano, antevendo-se que a venda de portfólios ascenda a 1,7 mil milhões de euros – as estimativas consideram transações já concluídas, ativas ou anunciadas no mercado –, bem menos que o valor registado em 2021 (três mil milhões de euros), ano em que a atividade recuperou após a travagem de 2020, quando as transações não foram além dos mil milhões de euros, refletindo o impacto da pandemia. Em causa estão dados que constam no research “Investing in NPL in Iberia”, lançado recentemente pela Prime Yield.
Confiança dos consumidores cai “marginalmente” e clima económico sobe
A confiança dos consumidores diminuiu “marginalmente” em novembro, para um valor próximo do registado no início da pandemia da Covid-19. Já o indicador de clima económico aumentou, após ter recuado entre agosto e outubro. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (29 de novembro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O consultor imobiliário do futuro: das novas tecnologias aos negócios
O mundo está em constante mudança, e as novas tecnologias vieram acelerar tendências e provocar mudanças em vários setores, e o imobiliário não é exceção. Mas, afinal, como será o consultor imobiliário do futuro? E como é que o setor se pode adaptar e melhorar os seus modelos de negócio? Jeff D'Angelo, CEO e líder de equipa da Keller Williams Coastal and Lakes, & Mountains em Portsmouth, New Hampshire (EUA), deixa pistas para o futuro numa entrrevista ao idealista/news.
Dois em cada 10 portugueses perderam rendimentos no auge da pandemia
Em 2021, segundo ano da pandemia da Covid-19, 18% dos portugueses – dois em cada dez – viram o seu rendimento líquido descer face ao ano anterior. Portugal foi, de resto, o 11º país da União Europeia (UE), entre os 26 Estados-membros para os quais há dados (não há informação para a Hungria), onde mais pessoas viram o rendimento diminuir no período em causa, segundo dados divulgados recentemente pelo Eurostat.
Preço das casas e endividamento público em Portugal preocupam a CE
A Comissão Europeia destacou esta terça-feira, dia 22 de novembro, “preocupações” sobre Portugal relacionadas com o aumento dos preços das casas, com “sinais de sobrevalorização”, e os níveis de endividamento público e privado, apontando a “persistência de desequilíbrios” macroeconómicos.
OCDE pede mais subidas das taxas de juro e apoios direcionados
O crescimento económico global está a abrandar devido à inflação, constata a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) nas suas últimas previsões, pedindo mais aumentos das taxas de juro e a apoios governamentais mais direcionados. De acordo com o relatório com as previsões económicas mundiais, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global deverá atingir 3,1% este ano