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Os reguladores chineses desvalorizaram a crise imobiliária e a desaceleração do crescimento económico do país, pedindo aos investidores estrangeiros para “não apostarem contra a China”, numa cimeira financeira realizada em Hong Kong.
Tudo está a ser feito pelo BCE para baixar a inflação que se faz sentir na Europa. Na última reunião, o regulador voltou a subir as taxas de juro diretoras em 75 pontos, aumentando a taxa de refinanciamento para os 2%. Mas muitas foram as vozes que afirmaram que o caminho que a política monetária está a seguir poderá gerar uma recessão. Sobre este ponto, Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP) sublinha que se o BCE nada fizesse, a “alternativa seria manter taxas de inflação elevadas, o que teria um custo recessivo maior do que aquele que o aumento das taxas de juro provoca”.
O projeto residencial Gaia Hills, promovido pelos grupos belgas Promiris e Thomas & Piron, está a poucos meses de sair do papel. Serão 251 apartamentos – a versão inicial previa a construção de 270 fogos – que prometem dar nova vida a Vila Nova de Gaia. Um empreendimento dividido em quatro lotes residenciais (Parque, Ágora, Douro e Gaia) que se encontram junto ao rio Douro e com vista para o Porto. A este lote soma-se um quinto, na zona norte da arriba, denominado Floresta, que será um parque. A sintonia com a natureza e com as vinhas típicas da região está bem presente em todo o projeto residencial, que tem a assinatura do atelier Saraiva + Associados.
A Câmara Municipal do Porto decidiu que vai manter os valores das rendas apoiadas no próximo ano, sendo que a última vez que a empresa municipal atualizou as rendas apoiadas foi em abril de 2019. A autarquia estima que cerca 30 mil portuenses moram em habitação pública municipal em regime de ar
O primeiro-ministro português voltou a insistir na necessidade de o Banco Central Europeu (BCE) ser prudente na linha de “normalização da política monetária” (subida das taxas de juro) para combater a inflação, advertindo que uma recessão agravará a situação social na Europa.
Na quinta-feira, o con
O contexto atual de alta inflação e perda de poder de compra está a fazer com que a confiança dos portugueses esteja a cair a pique. Em setembro e outubro, o indicador de confiança dos consumidores voltou a recuar, atingindo um valor próximo do registado em abril de 2020, no início da pandemia da Covid-19, segundo os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira (28 de outubro de 2022).
O cenário é de crise, com a taxa de inflação a não dar tréguas e o Banco Central Europeu (BCE) a responder com a subida da taxa de juros. Uma das consequências deste cenário, além do aumento da prestação da casa a pagar ao banco pelo crédito habitação, é a perda de poder de compra, que segundo António Costa é “brutal”. Mas há formas de tentar “minimizar” os danos, nomeadamente fazendo uma gestão correta do salário.
Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, havia em Portugal 22,9% de crianças com menos de 18 anos em risco de pobreza ou exclusão social, um número inferior ao verificado na média dos países da União Europeia (UE): 24,4%. No caso dos adultos, pessoas com 18 anos ou mais, a percentagem é ligeiramente inferior em Portugal (22,4%), sendo, no entanto, superior à da média da UE (21,1%). Em causa estão dados divulgados esta quinta-feira (27 de outubro de 2022) pelo Eurostat.
A associação Deco defendeu esta terça-feira, no parlamento, que é preciso lançar uma linha de financiamento de crédito à habitação para famílias em vulnerabilidade económica, face à subida dos juros, e que a banca deve ser obrigada a renegociar créditos.
"O PARI [plano de ação para o risco de incum
Terão sido desperdiçados 184 quilogramas (kg) de alimentos por habitante em Portugal em 2020, ano marcado pelo inesperado aparecimento da pandemia da Covid-19. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (25 de outubro de 2022) pelo Eurostat, sendo que os números relativos a Portugal são estimativas.
“A mudança faz parte da nossa vida e é a razão pela qual existimos”. Esta foi uma das primeiras afirmações do economista e professor Nadim Habib, o primeiro orador do Imocionate 2022, que se realizou esta quinta-feira (20 de outubro), no Centro de Congressos do Estoril. Nadim Habib tem a particularidade de “beber” de várias culturas, visto que nasceu na Dinamarca e é filho de uma dinamarquesa e de um líbio, tendo casado com uma portuguesa há muitos anos. Conhece bem, portanto, a cultura dos portugueses. A isso junta a boa disposição e capacidade de comunicação, que arrancou vários aplausos da plateia durante a sua intervenção. As suas palavras terão ajudado os presentes a aprenderem, ou tentarem, pelo menos, a vencer em tempos de mudança.
Viver sobre rodas pode ser uma experiência fascinante. Claro, muitas pessoas gostariam de fazê-lo. Sim, pode ter vantagens, mas também desvantagens, e nem toda a geste está preparada para uma vida fora das convenções. No entanto, é possível viver outros tipos de experiências numa caravana, como cortar o cabelo e fazer a barba, algo que pode ser feito no The Barber Truck, que circula pelas ruas de Los Angeles, nos EUA.
Apesar do atual contexto macroeconómico, caracterizado pela subida dos juros e inflação alta, o mercado imobiliário português continua a dar sinais de resiliência – pelo menos, para já. Até ao final de agosto foram investidos 1.100 milhões de euros em imobiliário comercial, segundo o WMarket Review Mid-year 2022, uma publicação bianual da consultora imobiliária Worx.
Como é que está o setor da arquitetura em Portugal? Em resposta a esta pergunta, Hélder Pereira Coelho, CEO da TOTE SER, diz que à semelhança de outras áreas de atividade, “há de tudo”. “Há coisas muito boas, com muita qualidade, que oferecem outro nível tanto de estética como de funcionalidade aos utilizadores. Mas também há coisas que às vezes não se percebe bem qual é que é a intenção e o que é que está por detrás daquilo”, afirma, em entrevista ao idealista/news.
O setor da mediação imobiliária tem dado boa resposta às mais recentes crises económicas, empoladas pela pandemia da Covid-19 e, mais recentemente, pela guerra na Ucrânia, que tem ajudado a contribuir, entre outras coisas, para a escalada da inflação. Mas resiliência é palavra de ordem.
A idade média dos novos reformados de velhice na Segurança Social (SS) subiu em 2021 para 65 anos e meio, ficando mais perto da idade legalmente exigida (66 anos e meio). Em causa estão dados que constam do relatório sobre a sustentabilidade financeira da SS, que foi divulgado com a proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023).
O atual cenário macroeconómico é marcado pela incerteza da guerra na Ucrânia e ainda pelos riscos da pandemia (embora tenham diminuído, não desapareceram). A tudo isto acresce ainda “os riscos e as incertezas sobre a resiliência da economia chinesa e, em particular, do seu setor imobiliário que continuarão a pressionar o dinamismo da economia global”, explica o Governo na proposta OE2023. Isto quer dizer que o período de maior incerteza irá prolongar-se para 2023, tornando a “tomada de decisões mais complexa”, admite o Executivo de António Costa.
O setor imobiliário tem dado boa resposta às crises mais recentes, primeiro a pandemia da Covid-19 e agora o contexto económico marcado por altas taxas de inflação e perda de poder de compra. E se há segmento que tem mostrado resiliência a nível mundial é o de luxo. Disso mesmo dá conta Christy Budnick, CEO da Berkshire Hathaway HomeServices (BHHS), imobiliária do multimilionário Warren Buffett. “O setor imobiliário de luxo teve um desempenho record nos últimos dois anos”, referiu.
Há novidades para as empresas no Orçamento de Estado para 2023 (OE2023). A proposta inclui uma simplificação do reporte de prejuízos fiscais em sede de IRC, na qual deixa de estar previsto um período temporal para reportar os prejuízos fiscais. Além disso, o limite da dedução ao lucro tributável é reduzido dos atuais 70% para 65%. Explicamos o que muda na dedução de prejuízos fiscais para as empresas em 2023.
Os estudantes universitários sem bolsa, mas de famílias com baixos rendimentos, também vão receber apoio para o alojamento, que poderá chegar aos 288 euros por mês, de acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023). O Governo antecipa que a solução deverá beneficiar 15 mil estudantes, no total de 43 milhões de euros.