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Comprar casa perto da praia

Viver perto do mar em Portugal: quanto custa comprar e arrendar casa?

Os portugueses têm uma ligação histórica com os oceanos e valorizam ter uma casa junto à costa, seja para viver perto do mar todo o ano, seja para ter onde escapar nas férias ou fins de semana, muitas vezes conseguindo ainda um rendimento extra ao arrendar casas de férias a turistas. E, desde fora, também chegam muitos estrangeiros à procura de casa no litoral de Portugal. Mas comprar casa junto à costa lusa está a ficar cada vez mais caro, tendo os preços subido na maioria dos concelhos no segundo trimestre de 2023. 
Crédito habitação de taxa variável

Euribor volta a subir e agrava prestações da casa em agosto: quanto?

Uma vez mais, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu subir as taxas de juro diretoras em 25 pontos base na semana passada, elevando a taxa de refinanciamento para os 4,25%, o maior valor registado desde o verão de 2008. Este novo aperto da política monetária voltou a dar gás às taxas Euribor, que atingiram médias em julho entre 3,672% a 3 meses e 4,149% a 12 meses. Isto quer dizer que as famílias que decidirem avançar com a contratação de um crédito habitação este mês de agosto vão pagar prestações da casa mais elevadas, revelam as simulações do idealista/créditohabitação.
Ha terrenos à venda na Lua

Terrenos baratos? Estão à venda na Lua por 34 euros

Chegar à Lua parece ser tarefa impossível, mas comprar um pedaço de terra no único satélite natural da Terra nem por isso. Este não é o slogan da Moon States, mas podia muito bem ser: a empresa norte-americana, liderada por Dennis M. Hope, vende parcelas de terreno na Lua por 34 euros – cada 0,4 hectares (4.000 metros quadrados). Tom Cruise, Nicole Kidman ou John Travolta, bem como dois ex-presidentes dos EUA, já investiram neste negócio e são coproprietários da Lua. A verdade é que o preço está ao alcance do comum dos mortais.
Crédito habitação de taxa variável

"Não há um problema" no crédito habitação, há em casos concretos

A subida das taxas de juro afeta todos os empréstimos da casa de taxa variável e mista (em período variável). Mas nem todas as famílias sentem o mesmo grau de dificuldade em pagar as prestações da casa. O presidente executivo do BCP disse esta quinta-feira, dia 27 de julho, que não há um problema generalizado no crédito habitação em Portugal, mas problemas específicos para os quais é preciso soluções. Uma delas tem passado pelas renegociações de créditos, que somaram 9.600 operações só no primeiro semestre do ano, das quais 1.885 foram ao abrigo do decreto-lei do Governo.
Controlo das rendas em Portugal

Controlo de rendas deve ser “temporário” – e com proteção de senhorios

No arranque de 2023, Portugal foi confrontado com um mecanismo de controlo das rendas, que limitou as atualizações na ordem dos 2%. E o Governo decidiu incluir um travão à subida das rendas nos novos contratos no pacote Mais Habitação. Num contexto em que os preços das casas para arrendar estão cada vez mais elevados e a oferta é escassa, o controlo das rendas pode ser, sim, uma medida de curto prazo para apoiar a acessibilidade da habitação. Mas o “eventual controlo de rendas deve ser de curta duração, circunscrevendo-se à limitação do aumento de rendas, e idealmente complementado por um regime mais flexível de proteção de arrendatários”, conclui um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).
Euribor a subir

BCE sobe juros para 4,25%: como fica a Euribor e o crédito habitação?

Os avisos de Christine Lagarde oficializaram-se: as taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) voltaram a subir 25 pontos base esta quinta-feira, dia 27 de julho, atingindo os 4,25%, o maior valor registado desde o verão de 2008. Uma vez mais, este novo aperto da política monetária vai voltar a pressionar a subida das taxas Euribor, que já estão em 4%, elevando as prestações da casa das famílias. Todo este cenário indica que os custos associados ao crédito habitação não deverão baixar tão cedo.
Depósitos das famílias nos bancos

Depósitos das famílias sobem em junho pela primeira vez em 2023

Os depósitos das famílias têm vindo a cair em 2023, sobretudo, devido às baixas remunerações dadas pelos bancos. A este fator soma-se ainda a necessidade de ter poupanças disponíveis para fazer face ao alto custo de vida impulsionado pela inflação e pela subida de juros nos créditos habitação. Mas em junho verificou-se uma inversão desta tendência, de acordo com os dados do Banco de Portugal (BdP) esta quarta-feira divulgados: o stock de depósitos das famílias subiu em junho face ao mês anterior para 174,9 mil milhões de euros. Este é mesmo o primeiro aumento mensal registado em 2023.