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Casas acessíveis em Matosinhos

Mais 1.500 casas em Matosinhos: autarquia investe 85 milhões de euros

A falta de habitação a preços acessíveis é um problema transversal a todo o país. E para resolver esta questão em Matosinhos (Porto), a autarquia e a MatosinhosHabit (empresa municipal de habitação) estão a trabalhar num plano que prevê investir cerca de 85 milhões de euros na construção e requalificação de habitação social, no âmbito do arrendamento apoiado e no programa municipal de apoio ao arrendamento. Ao todo este programa vai aumentar a oferta habitacional pública no concelho em mais de 1.500 casas.
Alentejo

Alentejo: há muitos projetos turísticos, mas falta habitação

O presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, no distrito de Setúbal, defendeu que é necessário encontrar soluções, entre o Governo e as autarquias, para responder à falta de habitação no litoral alentejano, uma realidade que, de resto, contrasta com os múltiplos projetos turísticos
casas na Guarda

Guarda investe 6,7 milhões de euros em habitação social

A Câmara Municipal da Guarda vai investir 6,7 milhões de euros em habitação social para beneficiar 109 famílias e 331 pessoas, de acordo com um contrato celebrado esta e homologado pela secretária de Estado da Habitação, na semana passada.A cerimónia de assinatura e homologação do aco
investidor asiático

Madeira quer captar residentes de alto rendimento no Oriente

O Governo da Madeira quer captar "residentes estrangeiros de alto rendimento" no mercado oriental para aquisição de casa no arquipélago, disse esta segunda-feira o chefe do executivo regional, sublinhando que o setor do imobiliário está em "franco crescimento". "O nosso grande objetivo é continuar
casas sobrelotadas

Mais de um milhão de portugueses viviam em casas sobrelotadas em 2021

Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, 10,6% das pessoas viviam em condições de insuficiência do espaço habitacional em Portugal, sendo este o valor mais elevado dos últimos três anos: 9,6% em 2018, 9,5% em 2019 e 9,0% em 2020. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (2 de agosto de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Mercado de arrendamento em Portugal está a crescer

“Arrendamento começa a recuperar para valores pré-pandemia”

Com os preços das casas a subir, mesmo em tempos de pandemia e, agora, de guerra e de inflação em alta, estará o mercado de arrendamento a ganhar espaço em Portugal? Segundo Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal (C21 Portugal), este segmento “começa a recuperar para valores pré-pandemia, impulsionado pelo regresso do turismo e pelos muitos jovens que estão a optar por arrendar casa, tendo em conta a dificuldade de cumprir com todos os critérios e requisitos para acesso ao crédito à habitação”. 

Negócio residencial do ano: Round Hill Capital compra Smart Studios

Está consumado aquele que é o maior investimento residencial em Portugal este ano. Falamos da compra da portuguesa Smart Studios por parte da Round Hill Capital, um dos principais investidores, promotores e gestores imobiliários especializados a nível global. Em causa está, conforme já escrevemos, um negócio/investimento de aproximadamente 200 milhões de euros que contempla “nove residências nos setores de residências de estudantes (PBSA) e coliving, com um área total de 53.000 metros quadrados (m2)”, refere a Round Hill Capital em comunicado. 
Mobiliário português está em alta

Mobiliário português: “Qualidade dos artesãos é verdadeiro património”

A casa saiu valorizada da pandemia da Covid-19. E, hoje, decorar a casa com mobiliário português é apostar na tradição, elegância e sustentabilidade. Estes móveis com selo Made In Portugal estão a dar cartas cá dentro e lá fora, tendo-se assistido a um aumento da procura em ambos os mercados. “A qualidade dos artesãos portugueses, passada de geração em geração, é um verdadeiro património e um incontornável fator de diferenciação a nível internacional”, revela Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA) em entrevista ao idealista/news.
Mediação imobiliária a mudar em Portugal

Mediação imobiliária: o fim da era dos "meros mostradores de imóveis”

Fazer carreira na mediação imobiliária não é para todos. E a falta de formação profissional e específica continua a ser, em muitos casos, um problema. Para Julie Lefebvre, administradora da Escola Superior de Atividades Imobiliárias (ESAI), “é imperativo que seja aprovado um diploma que fixe requisitos de acesso aos mediadores e agentes” para uma progressiva e necessária “profissionalização e certificação do setor”. Em entrevista ao idealista/news, a responsável defende que é ainda fundamental que as empresas de mediação “sejam as primeiras a exigir excelência e a criarem mecanismos para que seja possível trabalhar apenas com agentes qualificados”.