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Com os portugueses fechados em casa, o marketplace da Fnac arranca agora com nova categoria: casa e decoração. Em termos globais, esta plataforma agregadora de marcas está a registar um aumento da procura durante o novo 'lockdown' geral, ditado pela pandemia da Covid-19.
É claro que, no meio de uma pandemia, aparecem soluções milagrosas para quase tudo que se revelam ineficazes. E podemos dizer que, em poucas semanas, outro produto chegará ao mercado com a promessa de acabar com este maldito vírus. E não é à toa que quase queremos acreditar nisso.
Com o confinamento, a casa tornou-se o centro das nossas vidas e ganhámos consciência sobre a sua importância. É um refúgio seguro, onde se cruza a família, o trabalho e a escola, mas também um espaço que agora é o espelho do cansaço, da angústia e da tristeza, por causa da pandemia.
O calendário escolar sofreu alterações e há agora novas datas em vigor. Tudo por causa do confinamento no qual Portugal se encontra mergulhado, que por sua vez levou a uma pausa letiva “forçada”, de forma a tentar evitar a propagação da pandemia da Covid-19. O novo calendário escolar foi divulgado esta sexta-feira (12 de fevereiro de 2021) pelo Governo, estando já publicado em Diário da República (Despacho n.º 1689-A/2021). Fica a saber o que muda.
O fim dos vistos gold para investidores imobiliários estrangeiros no litoral e áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, afinal, só vai entrar em vigor a partir de 1 de janeiro de 2022, de acordo com o decreto lei nº 12/2021 publicado em Diário da República.
O Governo renovou o estado de emergência por mais 15 dias e realçou que as medidas e restrições em vigor de combate à pandemia da Covid-19 são para continuar.
Habitualmente, o Dia dos Namorados envolve uma saída romântica ou uma escapadela surpresa, mas em ano de confinamento será necessário celebrar este dia romântico dentro de portas.
O trabalho em arquitetura é “altamente precarizado”, com um “peso notório” dos falsos recibos verdes entre os 87% de trabalhadores dependentes e um salário médio mensal de 870,75 euros, cem euros abaixo da média nacional apurada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em 2018.Est
Depois de quase um ano de pandemia, e num contexto de ainda grande incerteza, é difícil prever o comportamento do setor imobiliário em 2021. Mais do que nunca, segundo a CBRE, o mercado vai registar velocidades distintas.
O mercado residencial português conseguiu resistir à Covid-19 e o arrendamento ganhou terreno, segundo um relatório apresentado esta semana pela MVGM, que reúne 'insights' sobre os principais efeitos da pandemia nos vários setores do imobiliário na Europa. Nas duas grandes cidade
Dois jovens de Ponte da Barca lançaram um projeto de casas que se “montam como legos”. Os imóveis em causa têm a autoria de Rafael Freitas e Renato Fernandes e são desenhados em 3D. As peças, em aço leve, são produzidas em 24 horas e trazem manual de instruções. A montagem é feita numa semana com... parafusos.
O 432 Park Avenue é um dos arranha-céus mais altos de Nova Iorque e também um dos mais famosos. Mas agora falamos sobre este edifício por outro motivo. É que depois de anos de verdadeiro esplendor, a situação parece ter-se invertido.
O mercado imobiliário, à semelhança de muitos outros setores económicos, está a sentir os efeitos da Covid-19. Mas afinal como se estão a comportar a oferta e a procura de casas para comprar em Portugal com a pandemia?
Os hábitos de consumo dos portugueses mudaram bastante com o aparecimento da pandemia da Covid-19, desde logo porque as pessoas passaram a estar mais tempo em casa. Na prática, boa parte do orçamento familiar está a ser canalizado para gastos relacionados com a vida em casa, como por exemplo produtos alimentares, água, eletricidade, gás e outros combustíveis. Por outro lado, a despesa com vestuário, calçado, transportes e viagens é menor.
O teletrabalho passou a fazer parte do “novo normal” que se vive praticamente em todo o mundo em tempos de pandemia da Covid-19. Mas trabalhar a partir de casa significa para muitas pessoas trabalhar mais horas. E também isso parece estar a fazer parte do referido “novo normal”.
Muitas famílias e empresas recorreram às moratórias bancárias criadas pelo Governo para dar resposta à crise da pandemia da Covid-19. Mas este regime, que permite suspender o pagamento de prestações ao banco, nomeadamente as relativas ao crédito à habitação, vai chegar ao fim este ano – o Executivo está a estudar, no entanto, a possibilidade de vir a ser prolongado. Como prevenção é palavra de ordem, com ou sem crise pandémica, apresentamos alguns conselhos que podem ser úteis para evitar entrar em sobre-endividamento.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai lançar uma edição do Subsídio Municipal ao Arrendamento Acessível (SMAA) destinada às famílias que perderam rendimentos durante a atual crise pandémica. O acesso ao programa – substituíu o Subsídio Municipal ao Arrendamento – será, assim, facilitado, visto que o candidato não terá de apresentar a última declaração de IRS, mas apenas os últimos recibos de ordenado ou equivalentes.
A pandemia da Covid-19 está a ter um efeito diferente nas várias áreas de atuação dos peritos avaliadores imobiliários, com algumas a registarem quebras e outras uma maior dinâmica. “Perante um leque tão diversificado de áreas de intervenção [dos peritos avaliadores] é natural que a pandemia não se sinta de igual forma. Há áreas onde a pandemia veio criar uma dinâmica menor, outras em que veio criar uma maior dinâmica”, disse o vice-presidente da Associação Nacional dos Avaliadores Imobiliários (ANAI), José Franco de Araújo.
A pandemia está a deixar uma pegada profunda nos hábitos de consumo em todo o mundo, e representa já a maior mudança comportamental das últimas décadas A crise sanitária criou um consumidor mais emocional e exigente, mas também redefiniu prioridades, com a saúde, segurança, proximidade, disponibilid
O Governo está a discutir com o Banco de Portugal (BdP) e a Associação Portuguesa de Bancos (APB) o que fazer em relação às moratórias de crédito e pondera uma eventual extensão de maturidades, segundo declarações do ministro do Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira."Tem