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“A pandemia e o teletrabalho vieram acelerar tendências que já estavam em desenvolvimento”, diz ao idealista/news Duarte Aires, CEO da Vector Mais, empresa – fundada em 2000 – que desenvolve projetos de conceção e construção de espaços interiores, apresentando soluções globais para escritórios, hotéis, retalho e espaços de saúde. O responsável considera que, na sequência da crise pandémica, irá assistir-se “a algumas mudanças” na “forma de trabalhar”, com os escritórios a deixarem “de ser espaços estáticos para se tornarem em locais mais dinâmicos que promovem a inovação e o trabalho de equipa”.
É caso para dizer “e tudo a pandemia mudou”. Em 2020, devido à crise pandémica, que obrigou os países a confinar e as pessoas a ficarem em casa, muitas em teletrabalho, a barreira da comunicação foi quebrada com um grande aliado chamado tecnologia. As videochamadas, quer seja de teor profissional ou pessoal, viraram tendência.
Que passo dar quando se decide sair de casa dos pais, por exemplo, para se viver sozinho? Pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa será a melhor opção atualmente, em tempos de crise pandémica? Ou a possibilidade de ser inquilino em vez de proprietário traz mais vantagens nos dias que correm? No artigo de hoje da Deco Alerta tentamos ajudar-te nesta difícil tomada de decisão.
A Avenue vai avançar com o empreendimento o Bonjardim, localizado na Baixa do Porto, a escassos metros da Avenida dos Aliados e do Mercado do Bolhão. O empreendimento que ocupa o antigo quarteirão da Casa Forte, também conhecido por quarteirão de D.
O diretor-geral Avenue, Aniceto Viegas, explica em entrevista ao idealista/news as razões que justificam os atrasos no avanço do Bonjardim, um projeto considerado emblemático para a Baixa do Porto e que fica localizado a poucos metros da Avenida dos Aliados e junto do Mercado do Bolhão.A m
A grande maioria das pessoas continua a trabalhar a partir de casa, por causa da pandemia. Um modelo que, de resto, veio para ficar, com muitas empresas a prepararem terreno para implementar uma solução de trabalho à distância e presencial alternada.
A pandemia veio condicionar a circulação de pessoas, mas também as compras nas lojas físicas. O online ganhou terreno e começou a dar cartas em vários segmentos de negócio.
O Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal caiu (mesmo) 7,6% em 2020, na sequência da pandemia da Covid-19, registando a contração “mais intensa” da atual série de Contas Nacionais do Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o instituto, no quarto trimestre do ano passado, a economia portuguesa recuou 6,1%.
Os preços das casas, ainda que menos do que em anos anteriores, continuaram a aumentar em 2020, em termos médios, no país - e a tendência de subida deverá manter-se este ano. E o que explica este fenómeno num contexto de crise económica gerada pela Covid-19?
Em plena pandemia e com o setor do turismo em verdadeira crise, há pontos do globo que estão a escapar à crise, graças aos chamados nómadas digitais.
Chama-se Associação Do Futebol para a Vida e foi criada no início da pandemia da Covid-19, a 14 de abril de 2020, para ajudar vários futebolistas a ultrapassar as dificuldades financeiras devido à suspensão das competições não profissionais, imposta pelo estado de emergência.
O Governo renovou o estado de emergência por mais 15 dias, numa altura em que começa a crescer a ansiedade sobre o que é que “se segue”.
Google, Youtube e Facebook são, por esta ordem, os três sites mais visitados do mundo. Juntos têm 152 mil milhões de visitas mensais, mais que os outros 47 sites analisados pelo Visual Capitalist. No top dez encontram-se ainda, por exemplo, o Twitter, o Instagram e o Wikipedia.
A renovação de zonas técnicas, cozinhas e casas de banho foram as obras em casa mais requisitadas pelos portugueses em 2020, ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19. A rede de franchising MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), líder no setor das obras residenciais em Portugal, recebeu 19.653 pedidos ao longo do ano para este tipo de serviços.
Em 2020, devido à pandemia da Covid-19, a 23º edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) foi reformulada, tendo-se realizado num formato híbrido. Este ano, a maior e mais importante feira do setor imobiliário em Portugal vai decorrer novamente durante quatro dias, de 7 a 10 de outubro, e num formato também misto, ou seja, presencial e digital, adianta ao idealista/news Sandra Fragoso, gestora do SIL, mostrando-se confiante nas qualidades do país: “Portugal continua a ser um destino de investimento atrativo”.
A Corum Investments conquistou 11 mil novos clientes no ano passado, que aplicaram 509 milhões de euros nos fundos da sociedade gestora de investimentos francesa, presente em Portugal desde 2019.
O mês de janeiro apresentou uma “baixa dinâmica” no mercado de escritórios, registando uma ocupação de cerca de 2.000 metros quadrados (m2) em Lisboa e de 500 m2 no Porto, segundo o mais recente Office Flashpoint da JLL.
Em 2020, ano marcado pelo surgimento da pandemia da Covid-19, o número de cidadãos que viviam com rendimentos (relativos a 2019) abaixo do limiar de pobreza atingiu 19,8%, o valor mais baixo dos últimos anos: em 2019 e 2018, por exemplo, a taxa de pobreza ou exclusão social em Portugal foi de 21,6%. Em causa está dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta sexta-feira (19 de fevereiro de 2021).
O alargamento de apoios às famílias em tempos de pandemia para pais de alunos até ao 1.º ciclo e de famílias monoparentais que optem por não exercer teletrabalho para dar assistência à família entrou em vigor esta terça-feira (23 de fevereiro de 2021), tendo a Segurança Social (SS) já disponibilizado a nova declaração a requerer o apoio excecional à família. Um documento que terá de ser preenchido pelos trabalhadores e entregue aos empregadores. Os pais em teletrabalho que peçam indevidamente o referido apoio arriscam pagar uma coima até 12.500 euros.
Os portugueses estão a investir forte no imobiliário em Portugal, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19. Continuam a ser, de resto, quem mais está a comprar ou a arrendar casa no país, segundo a Remax, tendo sido responsáveis, em 2020, por 83,3% das transações da mediadora, com Lisboa, Porto e Setúbal a serem os distritos mais relevantes nos resultados globais.